Pais denunciam ataques à família e aos valores franciscanos

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Roberto cesar knupp Knupp e outras 19 pessoas assinaram recentemente.

O problema

Alguns pais compartilharam trechos do livro adotado para alunos do Colégio Bom Jesus em Porto Belo/SC que geraram grande preocupação. Entre eles aparecem passagens como:

“Maridos são criaturinhas nojentas e fedidas… fazem barulho que nem porcos.”

“Desistimos de maridos há muitos anos… uma deu um olhar demorado para a outra e percebemos que estávamos destinadas a ser… as amigas mais próximas que há… e não há nada errado nisso, não acha?”

Esses trechos levantam questionamentos importantes, podendo ser interpretados como ataques à figura masculina e à instituição da família, além de trazerem abordagens de sexualidade e relações afetivas que vários pais entendem não serem apropriadas para esse contexto escolar.

Diante disso, alguns pais procuraram a ouvidoria da escola para pedir esclarecimentos e questionar a adequação do conteúdo. A resposta recebida foi basicamente uma defesa institucional do material adotado.

Houve tentativa de diálogo direto com coordenadores, porém alguns pais relataram que acabaram sendo rotulados como “misóginos” ou “preconceituosos” apenas por levantarem dúvidas legítimas sobre o conteúdo.

O que estamos defendendo é algo simples: respeito às famílias e o direito dos pais de participar das decisões que impactam a formação dos nossos filhos.

Também causa estranheza que um colégio que se apresenta como uma instituição de valores franciscanos trate com naturalidade um conteúdo que muitos pais entendem estar alinhado a debates ideológicos contemporâneos sobre família, gênero e relações sociais, sem que tenha havido um diálogo prévio com as famílias.

Diante da ausência de diálogo efetivo até o momento, acredito que o caminho agora seja nos organizarmos de forma objetiva e contundente.

A proposta é criar um abaixo-assinado online, em um desses sites de petição pública, para reunir o maior número possível de pais e pessoas da comunidade pedindo a revisão desse conteúdo e uma posição institucional clara da escola.

A ideia é divulgar amplamente esse abaixo-assinado para dar a devida atenção à nossa reivindicação e sermos ouvidos, já que individualmente os gestores da escola tem ignorado e sido pouco receptivos.

Caso ainda assim não haja uma resposta institucional adequada, poderemos avaliar outras medidas legítimas de manifestação, inclusive um protesto organizado na escola e eventual divulgação para a imprensa local.

Se você também acredita que a escola deve dialogar com as famílias sobre os conteúdos apresentados aos alunos, assine e compartilhe esta petição.

161

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“Maridos são criaturinhas nojentas e fedidas… fazem barulho que nem porcos.”

“Desistimos de maridos há muitos anos… uma deu um olhar demorado para a outra e percebemos que estávamos destinadas a ser… as amigas mais próximas que há… e não há nada errado nisso, não acha?”

Esses trechos levantam questionamentos importantes, podendo ser interpretados como ataques à figura masculina e à instituição da família, além de trazerem abordagens de sexualidade e relações afetivas que vários pais entendem não serem apropriadas para esse contexto escolar.

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Houve tentativa de diálogo direto com coordenadores, porém alguns pais relataram que acabaram sendo rotulados como “misóginos” ou “preconceituosos” apenas por levantarem dúvidas legítimas sobre o conteúdo.

O que estamos defendendo é algo simples: respeito às famílias e o direito dos pais de participar das decisões que impactam a formação dos nossos filhos.

Também causa estranheza que um colégio que se apresenta como uma instituição de valores franciscanos trate com naturalidade um conteúdo que muitos pais entendem estar alinhado a debates ideológicos contemporâneos sobre família, gênero e relações sociais, sem que tenha havido um diálogo prévio com as famílias.

Diante da ausência de diálogo efetivo até o momento, acredito que o caminho agora seja nos organizarmos de forma objetiva e contundente.

A proposta é criar um abaixo-assinado online, em um desses sites de petição pública, para reunir o maior número possível de pais e pessoas da comunidade pedindo a revisão desse conteúdo e uma posição institucional clara da escola.

A ideia é divulgar amplamente esse abaixo-assinado para dar a devida atenção à nossa reivindicação e sermos ouvidos, já que individualmente os gestores da escola tem ignorado e sido pouco receptivos.

Caso ainda assim não haja uma resposta institucional adequada, poderemos avaliar outras medidas legítimas de manifestação, inclusive um protesto organizado na escola e eventual divulgação para a imprensa local.

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Abaixo-assinado criado em 28 de março de 2026