OEA - Organização dos Estados Americanos: IMPUGNE A CANDIDATURA DE PAULO VANNUCHI À PRESIDÊNCIA

O problema

O Brasil é governado por expoentes do Partido dos Trabalhadores há mais de dez anos (ex-presidente Lula e Dilma Roussef).

Se eleito para presidir a Comissão Interamericana de Direitos Humanos, Paulo de Tarso Vannuchi será diretamente o responsável pela decisão de acolher ou não os pedidos dos condenados José Dirceu (corrupção ativa e formação de quadrilha), José Genoino (corrupção ativa e formação de quadrilha), João Paulo Cunha (corrupção passiva, lavagem de dinheiro e peculato) e Delúbio Soares (corrupção ativa e formação de quadrilha), contra a decisão exarada pelo Supremo Tribunal Federal na ação penal 470 (Mensalão).

Acontece que Paulo Vannuchi tem inegáveis vínculos com os principais membros do Partido dos Trabalhadores, além de ser diretor do Instituto Lula, consultor político do ex-presidente Lula e do Partido dos Trabalhadores, e também amigo íntimo de José Dirceu.

Não bastassem os nexos causais mencionados acima, o candidato ainda pronuncia-se, pública e notoriamente, contrário à decisão da Suprema Corte Brasileira, sustentando a tese de que os réus, em especial José Dirceu e José Genoíno, “foram condenados sem provas num julgamento contaminado que entrará para a galeria de erros históricos do Supremo” (sic).

Evidente e caracterizado, pois, o conflito de interesses, já que a sua nomeação pelo Itamaraty para concorrer à presidência dessa Comissão tem por manifesta finalidade o acolhimento de todos os pedidos dos condenados, em decisões eivadas de ilegalidade, objetivando tão somente novo julgamento perante a Corte Interamericana de Direitos Humanos dessa Organização, com total descaso do decidido por nossa Suprema Corte.

Lembrando que a conduta antiética do candidato, através de atos de difícil e incerta reparação, pode vir a comprometer a imagem de eficiência e moralidade dessa Organização, bem como gerar conflitos na sociedade brasileira ao permear a sensação de impunidade em todas as classes, raças e credos, pedimos seja acolhida a presente impugnação, e seja eleita pessoa totalmente livre e isenta de qualquer vínculo ou interesse com a questão que deverá ser proposta em futuro próximo.

Atenciosamente,

 

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O problema

O Brasil é governado por expoentes do Partido dos Trabalhadores há mais de dez anos (ex-presidente Lula e Dilma Roussef).

Se eleito para presidir a Comissão Interamericana de Direitos Humanos, Paulo de Tarso Vannuchi será diretamente o responsável pela decisão de acolher ou não os pedidos dos condenados José Dirceu (corrupção ativa e formação de quadrilha), José Genoino (corrupção ativa e formação de quadrilha), João Paulo Cunha (corrupção passiva, lavagem de dinheiro e peculato) e Delúbio Soares (corrupção ativa e formação de quadrilha), contra a decisão exarada pelo Supremo Tribunal Federal na ação penal 470 (Mensalão).

Acontece que Paulo Vannuchi tem inegáveis vínculos com os principais membros do Partido dos Trabalhadores, além de ser diretor do Instituto Lula, consultor político do ex-presidente Lula e do Partido dos Trabalhadores, e também amigo íntimo de José Dirceu.

Não bastassem os nexos causais mencionados acima, o candidato ainda pronuncia-se, pública e notoriamente, contrário à decisão da Suprema Corte Brasileira, sustentando a tese de que os réus, em especial José Dirceu e José Genoíno, “foram condenados sem provas num julgamento contaminado que entrará para a galeria de erros históricos do Supremo” (sic).

Evidente e caracterizado, pois, o conflito de interesses, já que a sua nomeação pelo Itamaraty para concorrer à presidência dessa Comissão tem por manifesta finalidade o acolhimento de todos os pedidos dos condenados, em decisões eivadas de ilegalidade, objetivando tão somente novo julgamento perante a Corte Interamericana de Direitos Humanos dessa Organização, com total descaso do decidido por nossa Suprema Corte.

Lembrando que a conduta antiética do candidato, através de atos de difícil e incerta reparação, pode vir a comprometer a imagem de eficiência e moralidade dessa Organização, bem como gerar conflitos na sociedade brasileira ao permear a sensação de impunidade em todas as classes, raças e credos, pedimos seja acolhida a presente impugnação, e seja eleita pessoa totalmente livre e isenta de qualquer vínculo ou interesse com a questão que deverá ser proposta em futuro próximo.

Atenciosamente,

 

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Os tomadores de decisão

OEA - ORGANIZAÇÃO DOS ESTADOS AMERICANOS
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Comissão Interamericana de Direitos Humanos
Atualizações do abaixo-assinado