

O SOFRIMENTO ANIMAL NÃO PODE SE ESCONDER ATRÁS DE UMA EMBALAGEM BONITA.
O problema
Começamos fazendo algumas perguntas muito simples:
Os cosméticos que usamos para nos sentir mais bonitas envolvem testes em animais?
Possuem ingredientes de origem animal?
Estamos cuidando da nossa pele sem saber se, por trás daquele produto, existe uma cadeia de sofrimento?
Achamos que encontraríamos essas respostas na embalagem.
Não encontramos.
Na prateleira, encontramos promessas de hidratação, juventude, luminosidade e reparação. Mas uma informação capaz de mudar completamente nossa escolha muitas vezes não está ali:
houve envolvimento de animais em alguma etapa da cadeia de produção daquele produto?
Em alguns cosméticos há um selo. Em outros, nenhuma indicação. Para descobrir mais, somos levados a pesquisar sites, políticas, certificações, ingredientes, fornecedores e até legislações de diferentes países.
Para fazer uma escolha consciente, o consumidor não deveria precisar se transformar em investigador.
Animais ainda são utilizados em laboratórios ao redor do mundo, submetidos a procedimentos que podem envolver contenção, estresse, dor e morte. E a questão não termina nos testes.
Alguns componentes presentes nas fórmulas de cosméticos podem ter origem animal. Colágeno, queratina, carmim, esqualeno, PDRN, entre outros, podem ser obtidos de fontes animais. Essa origem nem sempre é evidente para o consumidor — mesmo quando o ingrediente aparece na fórmula, muitas vezes está identificado apenas por nomenclatura técnica e em tipografia reduzida.
Ao mesmo tempo, existem alternativas vegetais, sintéticas e biotecnológicas com eficácia e alto desempenho, assim como métodos científicos capazes de substituir progressivamente o uso de animais em testes.
Embora o Brasil tenha avançado na restrição dos testes de cosméticos em animais, isso não significa que todo produto encontrado em nossas prateleiras — especialmente em cadeias internacionais — seja automaticamente vegano ou tenha uma cadeia integralmente livre de testes em animais.
E é justamente por isso que pedimos transparência.
Se um cosmético pode ser vendido no Brasil, o consumidor deveria encontrar na embalagem, de maneira clara, padronizada e verificável, informações sobre:
- se foram realizados testes em animais em qualquer etapa da cadeia do produto;
- se há ingredientes de origem animal e qual é a sua origem;
- se existe certificação independente reconhecida — ou mecanismo público equivalente de verificação — para alegações como “vegano” e “cruelty free”.
Declarações éticas não deveriam depender apenas da palavra da própria marca. Quando termos como “vegano” e “cruelty free” podem influenciar uma decisão de compra, eles deveriam estar vinculados a critérios claros, rastreáveis e verificáveis ao longo da cadeia.
Não basta informar quando houver certificação. Queremos que alegações éticas utilizadas na comercialização de cosméticos sejam obrigatoriamente verificadas.
Não deveríamos precisar investigar fornecedores ou conhecer a legislação de outro país para decidir qual creme levar para casa.
Se uma informação pode mudar nossa decisão de compra, ela é importante o suficiente para estar na embalagem.
Queremos o direito de saber antes de escolher.
Somos apaixonadas por skincare, mas, acima de tudo, amamos os animais. Queremos fazer escolhas alinhadas aos nossos princípios e não compactuamos com práticas de crueldade animal nem com o uso de ingredientes de origem animal.
Defendemos informação clara, transparente e verificável — sem promessas que se limitem apenas à fórmula enquanto o restante da cadeia permanece invisível para o consumidor.
Temos o direito de saber o que existe por trás de cada produto antes de decidir levá-lo para casa.
Se você também acredita que beleza não deve depender do sofrimento animal e que informação é um direito do consumidor, assine esta petição. Ajude-nos a combater práticas que exploram vidas e a construir uma indústria mais transparente, ética e livre de crueldade animal.

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O problema
Começamos fazendo algumas perguntas muito simples:
Os cosméticos que usamos para nos sentir mais bonitas envolvem testes em animais?
Possuem ingredientes de origem animal?
Estamos cuidando da nossa pele sem saber se, por trás daquele produto, existe uma cadeia de sofrimento?
Achamos que encontraríamos essas respostas na embalagem.
Não encontramos.
Na prateleira, encontramos promessas de hidratação, juventude, luminosidade e reparação. Mas uma informação capaz de mudar completamente nossa escolha muitas vezes não está ali:
houve envolvimento de animais em alguma etapa da cadeia de produção daquele produto?
Em alguns cosméticos há um selo. Em outros, nenhuma indicação. Para descobrir mais, somos levados a pesquisar sites, políticas, certificações, ingredientes, fornecedores e até legislações de diferentes países.
Para fazer uma escolha consciente, o consumidor não deveria precisar se transformar em investigador.
Animais ainda são utilizados em laboratórios ao redor do mundo, submetidos a procedimentos que podem envolver contenção, estresse, dor e morte. E a questão não termina nos testes.
Alguns componentes presentes nas fórmulas de cosméticos podem ter origem animal. Colágeno, queratina, carmim, esqualeno, PDRN, entre outros, podem ser obtidos de fontes animais. Essa origem nem sempre é evidente para o consumidor — mesmo quando o ingrediente aparece na fórmula, muitas vezes está identificado apenas por nomenclatura técnica e em tipografia reduzida.
Ao mesmo tempo, existem alternativas vegetais, sintéticas e biotecnológicas com eficácia e alto desempenho, assim como métodos científicos capazes de substituir progressivamente o uso de animais em testes.
Embora o Brasil tenha avançado na restrição dos testes de cosméticos em animais, isso não significa que todo produto encontrado em nossas prateleiras — especialmente em cadeias internacionais — seja automaticamente vegano ou tenha uma cadeia integralmente livre de testes em animais.
E é justamente por isso que pedimos transparência.
Se um cosmético pode ser vendido no Brasil, o consumidor deveria encontrar na embalagem, de maneira clara, padronizada e verificável, informações sobre:
- se foram realizados testes em animais em qualquer etapa da cadeia do produto;
- se há ingredientes de origem animal e qual é a sua origem;
- se existe certificação independente reconhecida — ou mecanismo público equivalente de verificação — para alegações como “vegano” e “cruelty free”.
Declarações éticas não deveriam depender apenas da palavra da própria marca. Quando termos como “vegano” e “cruelty free” podem influenciar uma decisão de compra, eles deveriam estar vinculados a critérios claros, rastreáveis e verificáveis ao longo da cadeia.
Não basta informar quando houver certificação. Queremos que alegações éticas utilizadas na comercialização de cosméticos sejam obrigatoriamente verificadas.
Não deveríamos precisar investigar fornecedores ou conhecer a legislação de outro país para decidir qual creme levar para casa.
Se uma informação pode mudar nossa decisão de compra, ela é importante o suficiente para estar na embalagem.
Queremos o direito de saber antes de escolher.
Somos apaixonadas por skincare, mas, acima de tudo, amamos os animais. Queremos fazer escolhas alinhadas aos nossos princípios e não compactuamos com práticas de crueldade animal nem com o uso de ingredientes de origem animal.
Defendemos informação clara, transparente e verificável — sem promessas que se limitem apenas à fórmula enquanto o restante da cadeia permanece invisível para o consumidor.
Temos o direito de saber o que existe por trás de cada produto antes de decidir levá-lo para casa.
Se você também acredita que beleza não deve depender do sofrimento animal e que informação é um direito do consumidor, assine esta petição. Ajude-nos a combater práticas que exploram vidas e a construir uma indústria mais transparente, ética e livre de crueldade animal.

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Abaixo-assinado criado em 7 de agosto de 2026