O Guerreiro sente saudades. Ajude a trazê-lo de volta.


O Guerreiro sente saudades. Ajude a trazê-lo de volta.
O problema
Imagine ser arrancado de tudo o que conhece. Sem aviso. Sem explicação. Sem entender por quê.
Foi isso que aconteceu com o macaco-prego Guerreiro. Ainda filhote, ele foi encontrado mutilado, com uma pata amputada e em estado crítico. Ferido, indefeso e sem chances de sobrevivência na natureza. Mas ele teve sorte: foi acolhido por quem não o ignorou.
O médico Dr. Morato Luiz Costa o resgatou, tratou, alimentou, protegeu e integrou à sua casa como membro da família. Por mais de um ano, Guerreiro viveu cercado de cuidados, de amor e de rotina. Criou laços profundos com todos da casa, inclusive com a filha menor do médico, com quem dormia.
Foi ela quem lhe deu o nome Guerreiro. Porque, segundo a família, ninguém acreditava que ele sobreviveria naquele estado. Mas ele lutou. Resistiu. Venceu. E por isso passou a ser chamado assim.
Recebeu alimentação balanceada, chipagem, laudo veterinário e, principalmente, afeto.
Tudo isso foi feito dentro da lei. A Secretaria de Estado do Meio Ambiente de Mato Grosso (SEMA/MT) concedeu termo de guarda provisória em maio de 2024, com validade de 6 meses. Antes do vencimento, foi solicitada a renovação, e em maio de 2025, a própria SEMA realizou uma vistoria técnica na residência. O laudo é claro: Guerreiro estava em bom estado de saúde, bem alimentado, com recinto adequado e com um novo espaço planejado para ele na nova casa da família.
Mesmo com esse histórico e guarda formal devidamente documentada, o IBAMA realizou, no dia 30 de maio de 2025, a apreensão do animal. Sem ordem judicial. Sem respeitar a vistoria da autoridade ambiental estadual. Sem sequer informar à família o destino do animal. Foi um ato de abuso de poder, de desrespeito à cooperação entre os entes federativos, e de absoluta insensibilidade com o bem-estar do animal.
Desde então, Guerreiro está confinado num centro de triagem. Longe das pessoas que conhece desde bebê. Sem entender o que aconteceu. Sem saber por que perdeu tudo da noite para o dia. Ele sente. Ele sofre. E ele quer voltar.
O Dr. Morato entrou na Justiça Federal com uma ação para reaver a guarda — agora definitiva — de Guerreiro. O processo está em andamento. E o que está em jogo não é um “animal silvestre genérico”. É um ser vivo amputado, domesticado e emocionalmente vinculado à sua família humana. Separá-lo sem necessidade, contra a recomendação da autoridade estadual, não protege — machuca.
Pedimos, com base nos princípios constitucionais de proteção à fauna, razoabilidade, legalidade e bem-estar animal:
Que o IBAMA:
Cesse imediatamente sua resistência à guarda definitiva do animal por quem o resgatou, tratou e regularizou.
Reconheça a atuação da SEMA/MT e o direito do animal a manter o vínculo familiar já consolidado.
Que o Ministério Público Federal:
Atue em defesa do bem-estar psicológico de Guerreiro, considerando que a separação forçada de um animal com amputação e histórico de afeto pode causar danos irreversíveis.
Que a Justiça Federal:
Conceda a guarda definitiva de Guerreiro ao Dr. Morato, restabelecendo a dignidade, a legalidade e a humanidade do vínculo construído com base no cuidado, no respeito e no compromisso.
Assine este abaixo-assinado. Compartilhe. Faça a sua parte. Porque justiça não é só papel: é proteger quem não pode falar por si.
Guerreiro sente falta. Guerreiro lembra. Guerreiro quer voltar para casa.
Ele já lutou pela vida uma vez. Agora, é a nossa vez de lutar por ele.

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O problema
Imagine ser arrancado de tudo o que conhece. Sem aviso. Sem explicação. Sem entender por quê.
Foi isso que aconteceu com o macaco-prego Guerreiro. Ainda filhote, ele foi encontrado mutilado, com uma pata amputada e em estado crítico. Ferido, indefeso e sem chances de sobrevivência na natureza. Mas ele teve sorte: foi acolhido por quem não o ignorou.
O médico Dr. Morato Luiz Costa o resgatou, tratou, alimentou, protegeu e integrou à sua casa como membro da família. Por mais de um ano, Guerreiro viveu cercado de cuidados, de amor e de rotina. Criou laços profundos com todos da casa, inclusive com a filha menor do médico, com quem dormia.
Foi ela quem lhe deu o nome Guerreiro. Porque, segundo a família, ninguém acreditava que ele sobreviveria naquele estado. Mas ele lutou. Resistiu. Venceu. E por isso passou a ser chamado assim.
Recebeu alimentação balanceada, chipagem, laudo veterinário e, principalmente, afeto.
Tudo isso foi feito dentro da lei. A Secretaria de Estado do Meio Ambiente de Mato Grosso (SEMA/MT) concedeu termo de guarda provisória em maio de 2024, com validade de 6 meses. Antes do vencimento, foi solicitada a renovação, e em maio de 2025, a própria SEMA realizou uma vistoria técnica na residência. O laudo é claro: Guerreiro estava em bom estado de saúde, bem alimentado, com recinto adequado e com um novo espaço planejado para ele na nova casa da família.
Mesmo com esse histórico e guarda formal devidamente documentada, o IBAMA realizou, no dia 30 de maio de 2025, a apreensão do animal. Sem ordem judicial. Sem respeitar a vistoria da autoridade ambiental estadual. Sem sequer informar à família o destino do animal. Foi um ato de abuso de poder, de desrespeito à cooperação entre os entes federativos, e de absoluta insensibilidade com o bem-estar do animal.
Desde então, Guerreiro está confinado num centro de triagem. Longe das pessoas que conhece desde bebê. Sem entender o que aconteceu. Sem saber por que perdeu tudo da noite para o dia. Ele sente. Ele sofre. E ele quer voltar.
O Dr. Morato entrou na Justiça Federal com uma ação para reaver a guarda — agora definitiva — de Guerreiro. O processo está em andamento. E o que está em jogo não é um “animal silvestre genérico”. É um ser vivo amputado, domesticado e emocionalmente vinculado à sua família humana. Separá-lo sem necessidade, contra a recomendação da autoridade estadual, não protege — machuca.
Pedimos, com base nos princípios constitucionais de proteção à fauna, razoabilidade, legalidade e bem-estar animal:
Que o IBAMA:
Cesse imediatamente sua resistência à guarda definitiva do animal por quem o resgatou, tratou e regularizou.
Reconheça a atuação da SEMA/MT e o direito do animal a manter o vínculo familiar já consolidado.
Que o Ministério Público Federal:
Atue em defesa do bem-estar psicológico de Guerreiro, considerando que a separação forçada de um animal com amputação e histórico de afeto pode causar danos irreversíveis.
Que a Justiça Federal:
Conceda a guarda definitiva de Guerreiro ao Dr. Morato, restabelecendo a dignidade, a legalidade e a humanidade do vínculo construído com base no cuidado, no respeito e no compromisso.
Assine este abaixo-assinado. Compartilhe. Faça a sua parte. Porque justiça não é só papel: é proteger quem não pode falar por si.
Guerreiro sente falta. Guerreiro lembra. Guerreiro quer voltar para casa.
Ele já lutou pela vida uma vez. Agora, é a nossa vez de lutar por ele.

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Abaixo-assinado criado em 20 de junho de 2025