O GOVERNADOR HELDER BARBALHO DO PARÁ QUER ACABAR COM A EDUCAÇÃO DAS CRIANÇAS INDÍGENAS

O problema

 

POVOS INDÍGENAS OCUPAM SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO PARÁ EM DEFESA DA EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA.

 

Desde 14 de janeiro de 2025, indígenas de diversas etnias e regiões do estado do Pará ocupam a Secretaria de Estado de Educação (SEDUC), em Belém.

O motivo? Reivindicar a revogação da Lei 10.820/24 (Estatuto do Magistério Público do Pará) e a exoneração do secretário de educação, Rossieli Soares.

Mais de 300 indígenas, incluindo cacicas, caciques, crianças e adolescentes das etnias Munduruku, Wai Wai, Tembé, Arapiun e Tupinambá, representando mais de 55 povos indígenas presentes no território paraense, acampam nos corredores da SEDUC.

A lei que ameaça o funcionamento das escolas e a presença de professores/as nas aldeias foi aprovada na Assembleia Legislativa do Pará (ALEPA) no último dia antes do recesso parlamentar de 2024, sem oportunidade de debate e análise e com extrema repressão policial à manifestação de profissionais da educação.

O movimento dos povos ORIGINÁRIOS, denuncia que o Projeto de Lei foi encaminhado pelo Governador Hélder e seu Secretário da Educacão  Rossiele, enviou em regime de urgência, para a Assembléia Legislativa do Estado do Pará, e foi aprovada pelos deputados estaduais da base governista a lei 10.820/24 , no último dia de sessão legislativa do ano de 2024.

 * Retirou gratificações que garantiam a manutenção dos/as professores/as indígenas e não-indígenas nas escolas das aldeias com aulas presenciais.

 * Visa implementar na rede o Centro de Mídias da Educação Paraense (Cemep), modalidade de ensino à distância que custa caro e que funciona com uma televisão e um modem da empresa Starlink, do neonazista Elon Musk.


Em pleno ano da COP 30 na Amazônia, a ocupação indígena demonstra o quanto seus direitos continuam sendo violados pelos governantes e negociados entre quem detém o capital.
Nos dias de ocupação, o governo Helder Barbalho:

 * Não demonstra interesse no diálogo.

 * Sua polícia já jogou spray de pimenta nos banheiros, cortou energia e água do prédio e impediu a entrada da imprensa.

 * Acionou a Justiça para a reintegração de posse e expulsão das famílias indígenas.

Está lei é um profundo retrocesso educacional para a população Indígena, em nome de uma suposta economia, entrega milhões de reais para um projeto que só interessa a elite economica 


Expressamos nossa solidariedade aos povos originários que se levantam para garantir o direito à educação e apoiamos sua luta e resistência por justiça.

#EducaçãoIndígena #DemarcaçãoJá #ForaRossieliSoares #COP30NaAmazônia

avatar of the starter
NÚCLEO NACIONAL POLÍTICA E RELIGIÃO TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃOCriador do abaixo-assinadoSomos um grupo de cristãs e cristãos engajados nas lutas do povo a partir das concepções filosoficamente ligadas à Teologia da Libertação como instrumento doutrinário teológico e de concepção de vida a partir da Opção Preferencial pelos Pobres
Vitória
Este abaixo-assinado foi vitorioso com 572 apoiadores!

O problema

 

POVOS INDÍGENAS OCUPAM SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO PARÁ EM DEFESA DA EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA.

 

Desde 14 de janeiro de 2025, indígenas de diversas etnias e regiões do estado do Pará ocupam a Secretaria de Estado de Educação (SEDUC), em Belém.

O motivo? Reivindicar a revogação da Lei 10.820/24 (Estatuto do Magistério Público do Pará) e a exoneração do secretário de educação, Rossieli Soares.

Mais de 300 indígenas, incluindo cacicas, caciques, crianças e adolescentes das etnias Munduruku, Wai Wai, Tembé, Arapiun e Tupinambá, representando mais de 55 povos indígenas presentes no território paraense, acampam nos corredores da SEDUC.

A lei que ameaça o funcionamento das escolas e a presença de professores/as nas aldeias foi aprovada na Assembleia Legislativa do Pará (ALEPA) no último dia antes do recesso parlamentar de 2024, sem oportunidade de debate e análise e com extrema repressão policial à manifestação de profissionais da educação.

O movimento dos povos ORIGINÁRIOS, denuncia que o Projeto de Lei foi encaminhado pelo Governador Hélder e seu Secretário da Educacão  Rossiele, enviou em regime de urgência, para a Assembléia Legislativa do Estado do Pará, e foi aprovada pelos deputados estaduais da base governista a lei 10.820/24 , no último dia de sessão legislativa do ano de 2024.

 * Retirou gratificações que garantiam a manutenção dos/as professores/as indígenas e não-indígenas nas escolas das aldeias com aulas presenciais.

 * Visa implementar na rede o Centro de Mídias da Educação Paraense (Cemep), modalidade de ensino à distância que custa caro e que funciona com uma televisão e um modem da empresa Starlink, do neonazista Elon Musk.


Em pleno ano da COP 30 na Amazônia, a ocupação indígena demonstra o quanto seus direitos continuam sendo violados pelos governantes e negociados entre quem detém o capital.
Nos dias de ocupação, o governo Helder Barbalho:

 * Não demonstra interesse no diálogo.

 * Sua polícia já jogou spray de pimenta nos banheiros, cortou energia e água do prédio e impediu a entrada da imprensa.

 * Acionou a Justiça para a reintegração de posse e expulsão das famílias indígenas.

Está lei é um profundo retrocesso educacional para a população Indígena, em nome de uma suposta economia, entrega milhões de reais para um projeto que só interessa a elite economica 


Expressamos nossa solidariedade aos povos originários que se levantam para garantir o direito à educação e apoiamos sua luta e resistência por justiça.

#EducaçãoIndígena #DemarcaçãoJá #ForaRossieliSoares #COP30NaAmazônia

avatar of the starter
NÚCLEO NACIONAL POLÍTICA E RELIGIÃO TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃOCriador do abaixo-assinadoSomos um grupo de cristãs e cristãos engajados nas lutas do povo a partir das concepções filosoficamente ligadas à Teologia da Libertação como instrumento doutrinário teológico e de concepção de vida a partir da Opção Preferencial pelos Pobres

Atualizações do abaixo-assinado

Compartilhar este abaixo-assinado

Abaixo-assinado criado em 30 de janeiro de 2025