Novo decreto do governo Federal, ameaça a diversidade de espécies aquáticas brasileiras.

O problema

Estão incentivando a criação de espécies exóticas invasoras e liberaram o uso de reservatórios para a prática do cultivo de peixes como tilápia,peixe africano introduzido no Brasil nos anos 30 e que acaba com as espécies brasileiras.Tiraram também o poder do Ibama .  Essa medida é preocupante com prejuízo ao meio ambiente. Quem vai proteger e fiscalizar a nossa biodiversidade? 

A criação de tanques redes ocasiona a fuga dos peixes,piora a qualidade da água dos reservatórios e a ração dada aos peixes, polui às águas. Os pescadores locais serão prejudicados, pois dependem das espécies nativas para sobreviverem.

É uma questão de tempo para as espécies invasoras cheguem até a bacia amazônica. Um caminho sustentável para aquicultura brasileira seria investimentos em pesquisas das espécies nativas.

Isso ajudaria a pesca esportiva ,dos pescadores locais. 

“O que se deveria perguntar para os governantes é por que investir em poucas espécies exóticas se temos a maior diversidade de peixes de água doce do planeta?”, questiona Vitule.

O anúncio causou preocupação e alarde entre especialistas do setor. “O decreto é um absurdo e criminoso do ponto de vista ambiental e da biosegurança e biodiversidade aquática”, afirma o biólogo Jean Vitule, professor de Ecologia do Departamento de Engenharia Ambiental da Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Este abaixo-assinado conseguiu 1.300 apoiadores!

O problema

Estão incentivando a criação de espécies exóticas invasoras e liberaram o uso de reservatórios para a prática do cultivo de peixes como tilápia,peixe africano introduzido no Brasil nos anos 30 e que acaba com as espécies brasileiras.Tiraram também o poder do Ibama .  Essa medida é preocupante com prejuízo ao meio ambiente. Quem vai proteger e fiscalizar a nossa biodiversidade? 

A criação de tanques redes ocasiona a fuga dos peixes,piora a qualidade da água dos reservatórios e a ração dada aos peixes, polui às águas. Os pescadores locais serão prejudicados, pois dependem das espécies nativas para sobreviverem.

É uma questão de tempo para as espécies invasoras cheguem até a bacia amazônica. Um caminho sustentável para aquicultura brasileira seria investimentos em pesquisas das espécies nativas.

Isso ajudaria a pesca esportiva ,dos pescadores locais. 

“O que se deveria perguntar para os governantes é por que investir em poucas espécies exóticas se temos a maior diversidade de peixes de água doce do planeta?”, questiona Vitule.

O anúncio causou preocupação e alarde entre especialistas do setor. “O decreto é um absurdo e criminoso do ponto de vista ambiental e da biosegurança e biodiversidade aquática”, afirma o biólogo Jean Vitule, professor de Ecologia do Departamento de Engenharia Ambiental da Universidade Federal do Paraná (UFPR).

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Abaixo-assinado criado em 21 de dezembro de 2020