NÃO A RAVES E TURISMO PREDATÓRIO 👉 PELA PROTEÇÃO DE SANTO ANDRÉ - BAHIA

NÃO A RAVES E TURISMO PREDATÓRIO 👉 PELA PROTEÇÃO DE SANTO ANDRÉ - BAHIA

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La causa

As festas RAVE ameaçam a paz, a vida e o futuro da nossa comunidade, sem deixar retorno contínuo, sustentável, ao mesmo tempo em que promovem barulho ensurdecedor durante varias noites até o amanhecer,numa sequencia de festas que chegam a durar 1 semana, que não permite moradores e visitantes e a fauna local dormirem, causando transtornos de todos tipos, principalmente para pessoas adoecidas e vulneráveis.

Não queremos turismo predatório.
Sim ao turismo consciente e responsável.

 

Santo André não é um lugar qualquer

É um santuário localizado dentro de uma Área de Proteção Ambiental – APA Santo Antonio – com um ecossistema diversificado, frágil, e ainda bastante preservado devido a muito esforço de algumas entidades sócio-ambientais que zelam pela sua proteção.
É um refúgio natural onde ainda nascem tartarugas na areia, onde voam aves diversas, com riqueza de fauna e flora nativas, e onde as noites ainda são silenciosas e estreladas.

Esse equilíbrio é frágil.
E hoje, está em risco.

Nos últimos anos, eventos do tipo rave, alheios ao espírito e à escala da nossa vila, começaram a se instalar de forma insidiosa e passando a ser um problema profundo.

Não queremos eventos com potencial de grande impacto.
Sim a eventos que cuidam do lugar e das pessoas.

 

O que essas festas causam?

Nos últimos anos, eventos do tipo rave, alheios ao espírito e à escala da nossa vila, começaram a se instalar como um problema profundo.

  1. Poluição sonora extrema: música em volumes industriais em locais abertos, sem nenhuma barreira ou proteção acústica, invadindo a madrugada, afetando moradores, idosos, crianças, animais domésticos e, principalmente, a flora e a fauna silvestre.
  2. Luzes artificiais e efeitos especiais durante toda a noite: que impactam a fauna silvestre e  interrompem os ciclos naturais de espécies sensíveis, como as tartarugas marinhas em época de desova.
  3. Acúmulo de lixo e resíduos: muitas vezes descartados de forma inadequada, poluindo praias, trilhas e rios.
  4. Ocupação de vias publicas e beiras de estrada próximas ao evento para circulação, manobras arriscadas e estacionamento,  causando transtorno ao pacato transito local.
  5. Consumo de substâncias toxicas, estranhos à cultura de paz da nossa comunidade.

  6. Utilização de Areas de Preservação Permanente. Areas de vegetação de restinga , Areas de desova de tartarugas marinhas para a realização das diversas festas.

  7. A montagem e desmontagem dos equipamentos para os eventos e festas não respeitam os horários de silencio, os caminhões de carga e descarga atravancam as ruas estreitas, trazendo inúmeros incômodos à vizinhança.

     

👉 Essas festas NÃO geram renda significativa para a comunidade local.
A maioria dos serviços, comidas, bebidas e estrutura é trazida de fora, organizada de forma fechada. O comércio local, os trabalhadores e os moradores não participam — nem se beneficiam.
O único "retorno" deixado: lixo, ruído e desgaste ambiental.

 

👉 Esse não é o turismo que queremos.
Santo André vive do respeito à natureza, do seu silêncio, do seu tempo calmo, da hospitalidade da sua gente.

Os visitantes que desejamos são aqueles que se integram ao ritmo e cultura locais,  consomem no comercio local, e que usufrui com respeito da maravilhosa e preciosa Natureza local, que é a verdadeira riqueza de Santo André., 

Não os que chegam para montar um show barulhento com duração de vários dias e noites, afugentam os frequentadores habituais, causam impactos ao ecossistema protegido e perturbam a paz dos moradores e da fauna e flora silvestres e vão embora deixando o caos.

 

🟠 🟠 🟠 Reivindicamos das autoridades municipais, ambientais e turísticas:

  • A proibição de eventos massivos e ruidosos em áreas naturais sensíveis.
  • O respeito aos períodos de desova e reprodução da fauna local.
  • Limites de som e horários que protejam o descanso e a biodiversidade.
  • A priorização de um modelo de turismo sustentável, que respeite e beneficie a comunidade.

Santo André não é palco.
É lar.
É ninho.
É refúgio.
É santuário
É Area de Proteção Ambiental.

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As festas RAVE ameaçam a paz, a vida e o futuro da nossa comunidade, sem deixar retorno contínuo, sustentável, ao mesmo tempo em que promovem barulho ensurdecedor durante varias noites até o amanhecer,numa sequencia de festas que chegam a durar 1 semana, que não permite moradores e visitantes e a fauna local dormirem, causando transtornos de todos tipos, principalmente para pessoas adoecidas e vulneráveis.

Não queremos turismo predatório.
Sim ao turismo consciente e responsável.

 

Santo André não é um lugar qualquer

É um santuário localizado dentro de uma Área de Proteção Ambiental – APA Santo Antonio – com um ecossistema diversificado, frágil, e ainda bastante preservado devido a muito esforço de algumas entidades sócio-ambientais que zelam pela sua proteção.
É um refúgio natural onde ainda nascem tartarugas na areia, onde voam aves diversas, com riqueza de fauna e flora nativas, e onde as noites ainda são silenciosas e estreladas.

Esse equilíbrio é frágil.
E hoje, está em risco.

Nos últimos anos, eventos do tipo rave, alheios ao espírito e à escala da nossa vila, começaram a se instalar de forma insidiosa e passando a ser um problema profundo.

Não queremos eventos com potencial de grande impacto.
Sim a eventos que cuidam do lugar e das pessoas.

 

O que essas festas causam?

Nos últimos anos, eventos do tipo rave, alheios ao espírito e à escala da nossa vila, começaram a se instalar como um problema profundo.

  1. Poluição sonora extrema: música em volumes industriais em locais abertos, sem nenhuma barreira ou proteção acústica, invadindo a madrugada, afetando moradores, idosos, crianças, animais domésticos e, principalmente, a flora e a fauna silvestre.
  2. Luzes artificiais e efeitos especiais durante toda a noite: que impactam a fauna silvestre e  interrompem os ciclos naturais de espécies sensíveis, como as tartarugas marinhas em época de desova.
  3. Acúmulo de lixo e resíduos: muitas vezes descartados de forma inadequada, poluindo praias, trilhas e rios.
  4. Ocupação de vias publicas e beiras de estrada próximas ao evento para circulação, manobras arriscadas e estacionamento,  causando transtorno ao pacato transito local.
  5. Consumo de substâncias toxicas, estranhos à cultura de paz da nossa comunidade.

  6. Utilização de Areas de Preservação Permanente. Areas de vegetação de restinga , Areas de desova de tartarugas marinhas para a realização das diversas festas.

  7. A montagem e desmontagem dos equipamentos para os eventos e festas não respeitam os horários de silencio, os caminhões de carga e descarga atravancam as ruas estreitas, trazendo inúmeros incômodos à vizinhança.

     

👉 Essas festas NÃO geram renda significativa para a comunidade local.
A maioria dos serviços, comidas, bebidas e estrutura é trazida de fora, organizada de forma fechada. O comércio local, os trabalhadores e os moradores não participam — nem se beneficiam.
O único "retorno" deixado: lixo, ruído e desgaste ambiental.

 

👉 Esse não é o turismo que queremos.
Santo André vive do respeito à natureza, do seu silêncio, do seu tempo calmo, da hospitalidade da sua gente.

Os visitantes que desejamos são aqueles que se integram ao ritmo e cultura locais,  consomem no comercio local, e que usufrui com respeito da maravilhosa e preciosa Natureza local, que é a verdadeira riqueza de Santo André., 

Não os que chegam para montar um show barulhento com duração de vários dias e noites, afugentam os frequentadores habituais, causam impactos ao ecossistema protegido e perturbam a paz dos moradores e da fauna e flora silvestres e vão embora deixando o caos.

 

🟠 🟠 🟠 Reivindicamos das autoridades municipais, ambientais e turísticas:

  • A proibição de eventos massivos e ruidosos em áreas naturais sensíveis.
  • O respeito aos períodos de desova e reprodução da fauna local.
  • Limites de som e horários que protejam o descanso e a biodiversidade.
  • A priorização de um modelo de turismo sustentável, que respeite e beneficie a comunidade.

Santo André não é palco.
É lar.
É ninho.
É refúgio.
É santuário
É Area de Proteção Ambiental.

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