

Mudança de chefia da Divisão de Apoio Diagnóstico e Terapêutico (DADT) do HUOL
O problema
Os trabalhadores da Unidade de Diagnóstico por Imagem (UDI) têm sofrido assédio no trabalho (humilhação pública, ameaças/ intimidações e discriminações por gênero) por parte do atual gestor da DADT, AJF.
Como um dos resultados, foi observado pelo Departamento de Atenção à Saúde da Universidade Federal do Rio Grande do Norte maior número de absenteísmo dos profissionais, por motivos de ordem emocional e psicológica. Esse tema foi inclusive motivo de uma tentativa de abordagem por parte do campus, um aintervenção psicológica no local, que não ocorreu. O atual gestor negou a ida da psicóloga à UDI.
Sabemos que a saúde física e mental do profissional de saúde é fundamental para que este possa desenvolver sua atividade fim, ou seja, cuidar dos outros. O trabalho num ambiente opressor, como tem sido o sentimento coletivo dos trabalhadores, impacta negativamente na saúde mental dos mesmos. Embora se faz necessário ser cobrado o horário de trabalho por parte da gestão, esse a faz de modo a coagir o empregado/funcionário, como falas constantes como "peça para sair".
Os colaboradores da unidade também têm se prejudicado quanto às suas avaliações. Os ligados à universidade (RJU) têm sofrido com atrasos nas suas avaliações. Já os ligados à empresa (EBSERH), têm obtido escores baixos na Gestão por Desempenho por Competência (GDC), no que tange ao item "meta alcançada pela equipe". Certa chefia substituta indentificou que os indicadores "impostos" pela gestão não estão implantados na unidade, como os relacionados às questões qualitativas do Contrato Interno de Gestão. No momento da apresentação das evidências à Gerência de Atenção à Saúde (GAS), não se conseguiu validar os mesmos, uma vez que não eram monitorados.
Mesmo diante da falta de valorização profissional, percebemos que os colaboradores continuam cumprindo as metas QUANTITATIVAS da unidade, que são apresentadas à Reitoria e ao Colegiado Executivo do Hospital Universitário Onofre Lopes, não sabendo eles que ocorre às custas de muitos assédios no trabalho.
O reconhecimento profissional impacta positivamente na saúde do trabalhador, que sente que seu trabalho faz a diferença, é reconhecido. Do contrário, acaba por deixar esse colaborador desestimulado, com baixa estima, contribuíndo assim para seu adoecimento mental.
Diante desses questionamentos e outros não expostos aqui, viemos dizer que não podemos deixar que os assédios e as práticas misógenas do atual gestor, se perpetuem na UDI!
Com a mudança da superintendência do Hospital Universitário Onofre Lopes, acreditamos em dias melhores para o hospital e para os profissionais. Agora é a hora de dar voz às nossas inquietudes, humilhações e discriminações.
Então pedimos a você, profissional da UDI (auxiliares e técnicos de enfermagem, enfermeiros, médicos, tecnólogo, profissionais da radiologia, física e assistentes administrativos) que exprimam sua indignação por meio desse abaixo-assinado cujo o único objetivo é a MUDANÇA IMEDIATA do atual chefe da DADT.
Aos profissionais de outras unidades, que sofreram algum tipo de assédio por este gestor, como ilustrado na figura, pedimos seu apoio também!
O problema
Os trabalhadores da Unidade de Diagnóstico por Imagem (UDI) têm sofrido assédio no trabalho (humilhação pública, ameaças/ intimidações e discriminações por gênero) por parte do atual gestor da DADT, AJF.
Como um dos resultados, foi observado pelo Departamento de Atenção à Saúde da Universidade Federal do Rio Grande do Norte maior número de absenteísmo dos profissionais, por motivos de ordem emocional e psicológica. Esse tema foi inclusive motivo de uma tentativa de abordagem por parte do campus, um aintervenção psicológica no local, que não ocorreu. O atual gestor negou a ida da psicóloga à UDI.
Sabemos que a saúde física e mental do profissional de saúde é fundamental para que este possa desenvolver sua atividade fim, ou seja, cuidar dos outros. O trabalho num ambiente opressor, como tem sido o sentimento coletivo dos trabalhadores, impacta negativamente na saúde mental dos mesmos. Embora se faz necessário ser cobrado o horário de trabalho por parte da gestão, esse a faz de modo a coagir o empregado/funcionário, como falas constantes como "peça para sair".
Os colaboradores da unidade também têm se prejudicado quanto às suas avaliações. Os ligados à universidade (RJU) têm sofrido com atrasos nas suas avaliações. Já os ligados à empresa (EBSERH), têm obtido escores baixos na Gestão por Desempenho por Competência (GDC), no que tange ao item "meta alcançada pela equipe". Certa chefia substituta indentificou que os indicadores "impostos" pela gestão não estão implantados na unidade, como os relacionados às questões qualitativas do Contrato Interno de Gestão. No momento da apresentação das evidências à Gerência de Atenção à Saúde (GAS), não se conseguiu validar os mesmos, uma vez que não eram monitorados.
Mesmo diante da falta de valorização profissional, percebemos que os colaboradores continuam cumprindo as metas QUANTITATIVAS da unidade, que são apresentadas à Reitoria e ao Colegiado Executivo do Hospital Universitário Onofre Lopes, não sabendo eles que ocorre às custas de muitos assédios no trabalho.
O reconhecimento profissional impacta positivamente na saúde do trabalhador, que sente que seu trabalho faz a diferença, é reconhecido. Do contrário, acaba por deixar esse colaborador desestimulado, com baixa estima, contribuíndo assim para seu adoecimento mental.
Diante desses questionamentos e outros não expostos aqui, viemos dizer que não podemos deixar que os assédios e as práticas misógenas do atual gestor, se perpetuem na UDI!
Com a mudança da superintendência do Hospital Universitário Onofre Lopes, acreditamos em dias melhores para o hospital e para os profissionais. Agora é a hora de dar voz às nossas inquietudes, humilhações e discriminações.
Então pedimos a você, profissional da UDI (auxiliares e técnicos de enfermagem, enfermeiros, médicos, tecnólogo, profissionais da radiologia, física e assistentes administrativos) que exprimam sua indignação por meio desse abaixo-assinado cujo o único objetivo é a MUDANÇA IMEDIATA do atual chefe da DADT.
Aos profissionais de outras unidades, que sofreram algum tipo de assédio por este gestor, como ilustrado na figura, pedimos seu apoio também!
Atualizações do abaixo-assinado
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Abaixo-assinado criado em 29 de maio de 2023