PELO FIM do hipismo nos Jogos Olímpicos

O problema

Quando um dos competidores não escolheu competir, não é esporte. É crueldade!

Animais não são atletas, nem objetos de entretenimento e não estão a serviço de conquistas humanas. São sujeitos dos seus próprios interesses, o que não envolve carregar um humano sobre sua coluna, ser atado a instrumentos de coerção, para saltar obstáculos por prêmios que só interessam a quem os explora.

As agressões sofridas por Saint Boy pelas mãos da alemã Annika Schleu e sua técnica Kim Raisner nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2021 horrorizaram o mundo, e são apenas uma parcela dos problemas intrínsecos à prática da equitação. No hipismo os cavalos são explorados, forçados a exercerem comportamentos não-naturais e sofrem desde a doma até as provas.

1) RISCOS NÃO ASSUMIDOS

A equitação, seja em treinos ou competições, oferece riscos que os cavalos não conhecem e, portanto, não podem assumir por si. Vão desde hematomas, sangramento nasal (como o cavalo Kilkenny em Tóquio), lesões musculares e ósseas, rompimento de tendões e ligamentos, problemas em articulações, hemorragias pulmonares, úlceras, convulsões, ataques cardíacos e morte instantânea.

Quando a lesão prejudica a performance, é frequente eutanasiarem o animal, como o cavalo Jet Set nas Olimpíadas de 2021, sacrificado após lesão que o deixou manco, mesmo que seja possível tratar até de cavalos amputados. Cavalos com lesão permanente são inúteis para o “esporte”, geram muitos custos e trabalho, segundo veterinário equestre em entrevista de 2018 à Super Interessante.

2) INSTRUMENTOS DE TORTURA

“A embocadura é um instrumento para causar dor na boca do cavalo. Durante a execução das atividades equestres, temos que entender que o cavalo sempre é conduzido pela dor” David Castro, ex-cavaleiro e autor do livro El Silêncio de los Caballos.

A embocadura pode gerar cerca de 40 doenças e mais de 100 comportamentos negativos no cavalo, segundo os estudos do veterinário Dr. Robert Cook.

Um puxão nas rédeas exerce força de até 300 Kg/cm² através do bridão ou freio diretamente nas gengivas e palato, onde estão as terminações do nervo trigêmeo (o mais sensível da face do animal), e bate nos dentes, podendo ocasionar fraturas. Os equipamentos comprimem a língua, o que dificulta a deglutição da saliva, causa desconforto, pode lesionar as glândulas parótidas, causar deslocamento do palato mole e doenças respiratórias. Os impactos da embocadura foram detalhados no livro “The horse crucified and risen”, de Alexander e Lydia Nevzorov, e são explicados nestes vídeos: [1][2].

A epiderme dos cavalos é mais fina e com mais terminações nervosas que a humana, portanto, é mais sensível à dor das chicotadas e golpes de espora, conclusão dos estudos da veterinária Dra. Lydia Tong. Ambos os instrumentos causam dor, hematomas e lesões, muitas vezes invisíveis a olho nu, mas comprovadas por necrópsias realizadas por Lydia Nevzorova.

 3) PESO NO DORSO

“Nenhum cavalo permite que um ser humano monte nas suas costas sem que seja violentado física e psiquicamente.” David Castro.

A anatomia do cavalo não foi projetada pela natureza para suportar o peso de um ser humano sobre sua coluna. O simples fato de montar o animal causa dor, traumas e inflamações crônicas no dorso dos cavalos, demonstradas por exames de termografia realizados por Lydia Nevzorova (documentadas na revista Nevzorov Haute Ecole Equine Anthology Vol.3).

4) O TRANSPORTE

Os cavalos são transportados dos países de origem até o país dos Jogos Olímpicos, processo que envolve muito estresse, desconforto, frio e medo.

 

Hipismo é uma prática desnecessária, cruel, especista e que não leva em consideração os interesses individuais dos animais, seres sencientes como nós. Por todas as razões descritas nesta carta, pedimos que seja banido das Olimpíadas.

Pelo Movimento Nação Vegana Brasil (@nacaoveganabrasil) e Rafael Tortella (@rafael_tortella) impulsionaremos este abaixo-assinado. Junte-se a nós, assine e compartilhe!

#OlimpiadasSemHipismo #hipismoNão #AnimalNãoÉAtleta

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Kaz, com Nação Vegana BrasilCriador do abaixo-assinado

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O problema

Quando um dos competidores não escolheu competir, não é esporte. É crueldade!

Animais não são atletas, nem objetos de entretenimento e não estão a serviço de conquistas humanas. São sujeitos dos seus próprios interesses, o que não envolve carregar um humano sobre sua coluna, ser atado a instrumentos de coerção, para saltar obstáculos por prêmios que só interessam a quem os explora.

As agressões sofridas por Saint Boy pelas mãos da alemã Annika Schleu e sua técnica Kim Raisner nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2021 horrorizaram o mundo, e são apenas uma parcela dos problemas intrínsecos à prática da equitação. No hipismo os cavalos são explorados, forçados a exercerem comportamentos não-naturais e sofrem desde a doma até as provas.

1) RISCOS NÃO ASSUMIDOS

A equitação, seja em treinos ou competições, oferece riscos que os cavalos não conhecem e, portanto, não podem assumir por si. Vão desde hematomas, sangramento nasal (como o cavalo Kilkenny em Tóquio), lesões musculares e ósseas, rompimento de tendões e ligamentos, problemas em articulações, hemorragias pulmonares, úlceras, convulsões, ataques cardíacos e morte instantânea.

Quando a lesão prejudica a performance, é frequente eutanasiarem o animal, como o cavalo Jet Set nas Olimpíadas de 2021, sacrificado após lesão que o deixou manco, mesmo que seja possível tratar até de cavalos amputados. Cavalos com lesão permanente são inúteis para o “esporte”, geram muitos custos e trabalho, segundo veterinário equestre em entrevista de 2018 à Super Interessante.

2) INSTRUMENTOS DE TORTURA

“A embocadura é um instrumento para causar dor na boca do cavalo. Durante a execução das atividades equestres, temos que entender que o cavalo sempre é conduzido pela dor” David Castro, ex-cavaleiro e autor do livro El Silêncio de los Caballos.

A embocadura pode gerar cerca de 40 doenças e mais de 100 comportamentos negativos no cavalo, segundo os estudos do veterinário Dr. Robert Cook.

Um puxão nas rédeas exerce força de até 300 Kg/cm² através do bridão ou freio diretamente nas gengivas e palato, onde estão as terminações do nervo trigêmeo (o mais sensível da face do animal), e bate nos dentes, podendo ocasionar fraturas. Os equipamentos comprimem a língua, o que dificulta a deglutição da saliva, causa desconforto, pode lesionar as glândulas parótidas, causar deslocamento do palato mole e doenças respiratórias. Os impactos da embocadura foram detalhados no livro “The horse crucified and risen”, de Alexander e Lydia Nevzorov, e são explicados nestes vídeos: [1][2].

A epiderme dos cavalos é mais fina e com mais terminações nervosas que a humana, portanto, é mais sensível à dor das chicotadas e golpes de espora, conclusão dos estudos da veterinária Dra. Lydia Tong. Ambos os instrumentos causam dor, hematomas e lesões, muitas vezes invisíveis a olho nu, mas comprovadas por necrópsias realizadas por Lydia Nevzorova.

 3) PESO NO DORSO

“Nenhum cavalo permite que um ser humano monte nas suas costas sem que seja violentado física e psiquicamente.” David Castro.

A anatomia do cavalo não foi projetada pela natureza para suportar o peso de um ser humano sobre sua coluna. O simples fato de montar o animal causa dor, traumas e inflamações crônicas no dorso dos cavalos, demonstradas por exames de termografia realizados por Lydia Nevzorova (documentadas na revista Nevzorov Haute Ecole Equine Anthology Vol.3).

4) O TRANSPORTE

Os cavalos são transportados dos países de origem até o país dos Jogos Olímpicos, processo que envolve muito estresse, desconforto, frio e medo.

 

Hipismo é uma prática desnecessária, cruel, especista e que não leva em consideração os interesses individuais dos animais, seres sencientes como nós. Por todas as razões descritas nesta carta, pedimos que seja banido das Olimpíadas.

Pelo Movimento Nação Vegana Brasil (@nacaoveganabrasil) e Rafael Tortella (@rafael_tortella) impulsionaremos este abaixo-assinado. Junte-se a nós, assine e compartilhe!

#OlimpiadasSemHipismo #hipismoNão #AnimalNãoÉAtleta

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Kaz, com Nação Vegana BrasilCriador do abaixo-assinado

Os tomadores de decisão

Mr. Thomas Bach, presidente do International Olympic Committee;
Mr. Thomas Bach, presidente do International Olympic Committee;
Sr. Paulo Wanderley Teixeira, presidente do Comitê Olímpico Brasileiro
Sr. Paulo Wanderley Teixeira, presidente do Comitê Olímpico Brasileiro

Atualizações do abaixo-assinado

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Abaixo-assinado criado em 14 de setembro de 2021