Assine o Manifesto de criação do Movimento SanitaRIO


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O problema
Manifesto de criação do Movimento SanitaRIO
Em 13/05/ 2020 participamos de uma live sobre os entraves do saneamento na cidade do Rio de Janeiro. No dia seguinte recebemos um vídeo de um wingsuiter (parapente) pousando no elevado do Joá com a imagem ao fundo da praia da Barra totalmente tomada pelo esgoto que sai pelo canal da Joatinga.
Após a live recebemos várias manifestações de cariocas que, mesmo não conhecendo de saneamento, perceberam a oportunidade para que tomassem conhecimento do tamanho do problema em que vivemos.
Lembramos então do “movimento sanitário” criado nos anos 1830/40, ainda no do Século 19, para combater a pandemia provocada pela Cólera Asiática. O movimento cobrava dos governos o fornecimento de água pura para a população e a implantação de tubulações nas ruas para coletar os esgotos.
O londrino Economist, do dia 13/07/1850, comentou sobre os problemas decorrentes da precariedade dos sistemas habitacionais, das aglomerações, do mal cheiro na cidade e sobre as elevadas taxas de mortalidade urbana concluindo a matéria com uma dura frase: “há um mal pior que o tifo, ou a cólera ou a água contaminada que é a IMBECILIDADE MENTAL”.
Aqui, Dom Pedro II colocou o Rio como a segunda cidade no mundo a ter um sistema de coleta de esgotos. E ainda é possível ver as bombas que estão na sede do Seaerj - Sociedade dos Engenheiros e Arquitetos do Estado do Rio de Janeiro, na Glória. Mas ao longo do tempo esse esforço foi sendo perdido, e hoje a cidade está mergulhada no esgoto.
Estamos vivendo hoje coisa muito parecida, 190 anos depois. Isso nos estimulou a propor a criação de um movimento similar, para o Rio se recuperar desse atraso de quase dois séculos.
O Movimento SanitaRIO tem por finalidade discutir, apresentar soluções e cobrar ações efetivas do Poder Público Municipal para resolver os problemas de água e esgoto da cidade.
Entendemos o tamanho do desafio e destacamos os seguintes temas:
- emaranhado institucional (disputa pela titularidade /estado versus município);
- legislação aplicável e ambiente regulatório;
- modelos de negócio aplicáveis (AP-05 / AP-04);
- insegurança hídrica (sistema Guandu/Paraíba do Sul, dessalinização, estações de reuso);
- ineficiência operacional (perdas inaceitáveis);
- soluções para comunidades isoladas e favelas (redes ou tempo seco, solução condominial)
- compromisso com a universalização dos serviços (prazos, investimentos, recursos e tarifas)
É fundamental trazer para essa discussão o maior número de cariocas e inserir na agenda eleitoral o protagonismo do município na solução do saneamento.
A causa é urgente e civilizatória. Precisamos levar esse movimento com independência política ideológica e firmeza na direção de uma cidade saudável, física e mentalmente.
Vamos tirar o Rio da fossa.
JUNTE-SE A NÓS PELA SANIDADE DO RIO!
Alguns dos cofundadores do movimento:
Alexandre Arraes, médico e gestor público
André Marques, Presidente da AGEVAP (Agência da Bacia do Rio Paraíba do Sul)
Aspasia Camargo, cientista política
Câmara Comunitária da Barra da Tijuca
Claudio Dutra, Presidente da Fundação Rio-Águas
Cris Queiroga, SOS Lagoas
David Zee, oceanógrafo, VP da Câmara Comunitária da Barra e Embaixador do Trata Brasil
Edison Carlos, Presidente do Instituto Trata Brasil
Eduardo Figueira, engenheiro e consultor em saneamento
Eloisa Elena Torres, consultora especialista em saneamento básico
Emanuel Alencar, jornalista do Museu do Amanhã
Flavio Canto, judoca e medalhista olímpico
Fred Luz, empresário e gestor
Guilherme Fonseca, arquiteto e urbanista
Helio Figueiredo, sociólogo
Isabel Swann, velejadora e medalhista olímpica
Isabelle de Loys, arquiteta e urbanista, bicampeã mundial e tricampeã americana de Bodysurf
João Paulo Coimbra, consultor ambiental
João Augusto Fortes, ambientalista
José Antônio Pessoa Araujo, engenheiro
Lars Grael, velejador, medalhista olímpico e Embaixador do Trata Brasil
Luiz Soraggi, engenheiro sanitarista
Malu Fernandes, jornalista
Marcio Santa Rosa, consultor
Mário Moscatelli, biólogo
Mateus Solano, ator
Maurício Barreira, advogado
Miguel Arraes, estudante de Direito
Paulo Senra, cientista político
Rafael Vargas, Presidente da Associação dos Amigos das Estradas da Paz e do Açude e Adjacências
Raul Pinho, especialista em saneamento e embaixador do Instituto Trata Brasil
Ricardo Piquet, gestor do Museu do Amanhã
Susana Moreira, empreendedora e consultora de Marketing
Sávio Bittencourt, Procurador de Justiça do MPRJ
Simone Kopezinsky, Presidente da AMOR (Associação de Moradores do Recreio)
Tiago Moura, Engenheiro e coordenador do Movimento Barra Limpa
Vilfredo Schurmann, velejador e Embaixador do Trata Brasil

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O problema
Manifesto de criação do Movimento SanitaRIO
Em 13/05/ 2020 participamos de uma live sobre os entraves do saneamento na cidade do Rio de Janeiro. No dia seguinte recebemos um vídeo de um wingsuiter (parapente) pousando no elevado do Joá com a imagem ao fundo da praia da Barra totalmente tomada pelo esgoto que sai pelo canal da Joatinga.
Após a live recebemos várias manifestações de cariocas que, mesmo não conhecendo de saneamento, perceberam a oportunidade para que tomassem conhecimento do tamanho do problema em que vivemos.
Lembramos então do “movimento sanitário” criado nos anos 1830/40, ainda no do Século 19, para combater a pandemia provocada pela Cólera Asiática. O movimento cobrava dos governos o fornecimento de água pura para a população e a implantação de tubulações nas ruas para coletar os esgotos.
O londrino Economist, do dia 13/07/1850, comentou sobre os problemas decorrentes da precariedade dos sistemas habitacionais, das aglomerações, do mal cheiro na cidade e sobre as elevadas taxas de mortalidade urbana concluindo a matéria com uma dura frase: “há um mal pior que o tifo, ou a cólera ou a água contaminada que é a IMBECILIDADE MENTAL”.
Aqui, Dom Pedro II colocou o Rio como a segunda cidade no mundo a ter um sistema de coleta de esgotos. E ainda é possível ver as bombas que estão na sede do Seaerj - Sociedade dos Engenheiros e Arquitetos do Estado do Rio de Janeiro, na Glória. Mas ao longo do tempo esse esforço foi sendo perdido, e hoje a cidade está mergulhada no esgoto.
Estamos vivendo hoje coisa muito parecida, 190 anos depois. Isso nos estimulou a propor a criação de um movimento similar, para o Rio se recuperar desse atraso de quase dois séculos.
O Movimento SanitaRIO tem por finalidade discutir, apresentar soluções e cobrar ações efetivas do Poder Público Municipal para resolver os problemas de água e esgoto da cidade.
Entendemos o tamanho do desafio e destacamos os seguintes temas:
- emaranhado institucional (disputa pela titularidade /estado versus município);
- legislação aplicável e ambiente regulatório;
- modelos de negócio aplicáveis (AP-05 / AP-04);
- insegurança hídrica (sistema Guandu/Paraíba do Sul, dessalinização, estações de reuso);
- ineficiência operacional (perdas inaceitáveis);
- soluções para comunidades isoladas e favelas (redes ou tempo seco, solução condominial)
- compromisso com a universalização dos serviços (prazos, investimentos, recursos e tarifas)
É fundamental trazer para essa discussão o maior número de cariocas e inserir na agenda eleitoral o protagonismo do município na solução do saneamento.
A causa é urgente e civilizatória. Precisamos levar esse movimento com independência política ideológica e firmeza na direção de uma cidade saudável, física e mentalmente.
Vamos tirar o Rio da fossa.
JUNTE-SE A NÓS PELA SANIDADE DO RIO!
Alguns dos cofundadores do movimento:
Alexandre Arraes, médico e gestor público
André Marques, Presidente da AGEVAP (Agência da Bacia do Rio Paraíba do Sul)
Aspasia Camargo, cientista política
Câmara Comunitária da Barra da Tijuca
Claudio Dutra, Presidente da Fundação Rio-Águas
Cris Queiroga, SOS Lagoas
David Zee, oceanógrafo, VP da Câmara Comunitária da Barra e Embaixador do Trata Brasil
Edison Carlos, Presidente do Instituto Trata Brasil
Eduardo Figueira, engenheiro e consultor em saneamento
Eloisa Elena Torres, consultora especialista em saneamento básico
Emanuel Alencar, jornalista do Museu do Amanhã
Flavio Canto, judoca e medalhista olímpico
Fred Luz, empresário e gestor
Guilherme Fonseca, arquiteto e urbanista
Helio Figueiredo, sociólogo
Isabel Swann, velejadora e medalhista olímpica
Isabelle de Loys, arquiteta e urbanista, bicampeã mundial e tricampeã americana de Bodysurf
João Paulo Coimbra, consultor ambiental
João Augusto Fortes, ambientalista
José Antônio Pessoa Araujo, engenheiro
Lars Grael, velejador, medalhista olímpico e Embaixador do Trata Brasil
Luiz Soraggi, engenheiro sanitarista
Malu Fernandes, jornalista
Marcio Santa Rosa, consultor
Mário Moscatelli, biólogo
Mateus Solano, ator
Maurício Barreira, advogado
Miguel Arraes, estudante de Direito
Paulo Senra, cientista político
Rafael Vargas, Presidente da Associação dos Amigos das Estradas da Paz e do Açude e Adjacências
Raul Pinho, especialista em saneamento e embaixador do Instituto Trata Brasil
Ricardo Piquet, gestor do Museu do Amanhã
Susana Moreira, empreendedora e consultora de Marketing
Sávio Bittencourt, Procurador de Justiça do MPRJ
Simone Kopezinsky, Presidente da AMOR (Associação de Moradores do Recreio)
Tiago Moura, Engenheiro e coordenador do Movimento Barra Limpa
Vilfredo Schurmann, velejador e Embaixador do Trata Brasil

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Os tomadores de decisão
Atualizações do abaixo-assinado
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Abaixo-assinado criado em 5 de junho de 2020