

Ministério Público para investigar o Racismo no BBB


Ministério Público para investigar o Racismo no BBB
O problema
Frente às conversações de cunho preconceituosos e racistas articuladas frequentemente na 19a edição do reality Big Brother Brasil e a inércia da produção em dissuadir os participantes de sua conduta criminosa, este abaixo-assinado se presta à mobilização geral para que atitudes sejam tomadas ou pela equipe do programa ou pela força judicial.
É válido que se ressalte, ainda, que em edições da mesma versão do reality em países variados, em se flagrando comportamentos depreciativos contra raça, credo, religião e mesmo orientação sexual, os respectivos participantes envolvidos em tais circunstâncias tiveram sua expulsão taxativamente executada pela equipe do programa. Ocorre que sequer uma advertência foi dirigida aos participantes Maycon e Paula da edição brasileira ainda em transmissão no horário nobre.
Não obstante não haver profissionais de psicologia que possam aconselhar os jovens a como agirem sem incorrer em discursos nocivos e até mesmo criminosos, a emissora parece sinalizar para uma conivência uma vez que de sua última edição, na terça-feira 5 de fevereiro de 2019, escarneceram dos participantes mais diretamente atacados com os comentários racistas expondo em tela termos que rechaçam o ativismo contra discriminação.
Essa conivência e condescendência pela simples meta de alcançar a audiência almejada sem se importar com o bem-estar social e geral e sem medir o impacto da repercussão de tais discursos é irresponsável e precisa ser combatido.
Urge, portanto, que, assim como em edições anteriores agressores e inclusive um estuprador já foram expulsos, a edição se manifeste e o Ministério Público intervenha, pelo bem da saúde mental dos que ainda consomem tal conteúdo e pela manutenção do patrimônio cultural negro que vem sendo ridicularizado e estigmatizado na casa.

O problema
Frente às conversações de cunho preconceituosos e racistas articuladas frequentemente na 19a edição do reality Big Brother Brasil e a inércia da produção em dissuadir os participantes de sua conduta criminosa, este abaixo-assinado se presta à mobilização geral para que atitudes sejam tomadas ou pela equipe do programa ou pela força judicial.
É válido que se ressalte, ainda, que em edições da mesma versão do reality em países variados, em se flagrando comportamentos depreciativos contra raça, credo, religião e mesmo orientação sexual, os respectivos participantes envolvidos em tais circunstâncias tiveram sua expulsão taxativamente executada pela equipe do programa. Ocorre que sequer uma advertência foi dirigida aos participantes Maycon e Paula da edição brasileira ainda em transmissão no horário nobre.
Não obstante não haver profissionais de psicologia que possam aconselhar os jovens a como agirem sem incorrer em discursos nocivos e até mesmo criminosos, a emissora parece sinalizar para uma conivência uma vez que de sua última edição, na terça-feira 5 de fevereiro de 2019, escarneceram dos participantes mais diretamente atacados com os comentários racistas expondo em tela termos que rechaçam o ativismo contra discriminação.
Essa conivência e condescendência pela simples meta de alcançar a audiência almejada sem se importar com o bem-estar social e geral e sem medir o impacto da repercussão de tais discursos é irresponsável e precisa ser combatido.
Urge, portanto, que, assim como em edições anteriores agressores e inclusive um estuprador já foram expulsos, a edição se manifeste e o Ministério Público intervenha, pelo bem da saúde mental dos que ainda consomem tal conteúdo e pela manutenção do patrimônio cultural negro que vem sendo ridicularizado e estigmatizado na casa.

Abaixo-assinado encerrado
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Os tomadores de decisão
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Abaixo-assinado criado em 10 de fevereiro de 2019