Por uma maior atenção dos diretores de escola e das autoridades a projetos ambientais.

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Como professor de uma escola estadual aqui em Porto Velho - Rondônia (E.E.E.F.M. Rio Branco), durante uma de minhas aulas, discutia com os alunos do ensino médio, como contribuir para a diminuição de impactos ambientais em áreas urbanas, tais como as "ilhas de calor", a partir da arborização dos ambientes escolares tão negligenciados pelas autoridades governamentais.

Então, partindo da observação que as escolas estaduais e municipais da capital Porto Velho, cada vez mais, após algumas reformas, vêm perdendo suas áreas verdes, aumentando a temperatura e consequentemente causando desconforto térmico à toda comunidade escolar e também do entorno, iniciamos uma verdadeira operação plantio de mudas oriundas do Batalhão Ambiental da Polícia Militar de Rondônia. 

Tudo deu certo, as mudas cresceram e estão a caminho de se transformarem em árvores. Mas, isso não tem sido fácil, pois temos que comprar materiais como telas de arame e madeiras para proteger as arvorezinhas, dado o grande fluxo de pessoas que frequentemente transitam no local. Nesse ponto, é bom lembrar que as espécies arbóreas estão inseridas em meio aos blocos das salas de aula de nossa escola e que as árvores, ainda pequenas, oferecem pouca resistência quanto a algumas ações nocivas ao seu desenvolvimento, necessitando ser cuidadas e vigiadas.

Outro ponto de destaque nessa empreitada é que pretendemos replicar essas ações em outras escolas a partir de nosso exemplo de sucesso, bem como, através da inserção dessa ideia nos futuros projetos de reforma e manutenção das escolas do Município de Porto Velho, de Rondônia, do Brasil e do mundo, se preciso for.

Premente, pedimos uma maior atenção das autoridades públicas municipais, estaduais e federais, bem como, apoio das demais organizações sociais e pessoas sensíveis à causa, no sentido de nos proporcionar auxílio pedagógico, técnico e financeiro com inserção de futuras iniciativas, na área de arborização das escolas, nos planos de ação governamental, inclusive. Criando assim, condições concretas para a implantação de verdadeiras "zonas de frescor" em meio às "ilhas de calor" nos ambientes urbanos.