Mantenha os Salesianos em Araras, por favor, Padre Alexandre!

O problema

O FIM DE UMA ERA!

Após 129 anos em Araras, padres salesianos serão remanejados

Araras está prestes a sofrer sua mais triste, severa e radical mudança no campo religioso católico, a partir do ano que vem, 2024, ou seja, depois de quase 129 anos (desde 29 de janeiro de 1895). Tal medida, alegando a falta de padres, se deve ao agora ex-Inspetor Salesiano, Padre Justo Ernesto Piccinini, que deixou o cargo no dia 25/11/2023, por volta das 10h30, quando assumiu o eleito, Padre Alexandre Luís de Oliveira.

ENTENDA: No dia 04 de novembro de 2023, antes da Santa Missa das 17 horas no Santuário do Sagrado Coração de Jesus (Araras/SP), tomei conhecimento que, dias antes, em reunião inspetorial em São Paulo (portanto, bem no finalzinho do mandato de 6 anos do Padre Justo Piccinini), ficou decidido que todos os atuais padres salesianos de Araras serão remanejados. O Padre Fiorin, que é o vice-diretor e encarregado do Santuário, vai para São Paulo, enquanto o Padre Pavani seguirá para Guarujá. Já o diretor Padre Ivan deixará a Congregação Salesiana e fará uma experiência de três anos como padre diocesano, continuando em Araras como pároco da Paróquia Nossa Senhora das Graças, no Parque Tiradentes (Zona Leste).

 

 

Isso quer dizer que, no Santuário, uma das primeiras Casas Salesianas do Brasil, não morará e não haverá mais nenhum padre salesiano, em caráter permanente, para atender a Confissões e Aconselhamentos, visitar os doentes e idosos nas casas e hospitais, celebrar Exéquias, celebrar a Eucaristia diária que, diga-se de passagem, após a pandemia, passou de duas a uma, às 19 horas, talvez pela baixa frequência. E tudo indica que os Oratórios São Luiz e Dom Bosco, ficarão sem orientação espiritual estável por parte de algum padre salesiano. Por ora, ao que se sabe, somente a secretaria do Santuário continuará atendendo.

Há a previsão de vir, ao menos inicialmente, o Padre Denis Alves de Castro, de Americana, para a celebração da Santa Missa, às terças e sextas-feiras, além de sábados e domingos. Nos demais dias certamente teremos apenas Celebração (quando um Ministro preside a Eucaristia).

 

 

Tal medida, que agora se concretizará, já vinha sendo articulada há muitos anos pela Inspetoria Salesiana de São Paulo, e que por inúmeras vezes foi abortada, graças à coragem e ao empenho de alguns. Até o loteamento do Oratório São Luiz chegou a ser cogitado, nos anos 1980, quando o saudoso Padre João Modesti, por estar ativo como diretor do Santuário, não permitiu. Aliás, Modesti não perdeu tempo e foi ao COMPHAC para proteger, ao menos, os prédios Salesianos de Araras, tendo conseguido seu intento pela Resolução de Tombamento n.º 03, de 02/10/1989, Decreto n.º 3.668, de 19/12/1991, os quais estão localizados na esquina das ruas Nunes Machado e Dom Bosco, no Centro.

Seguindo essa toada, é de se crer que em breve o Santuário será cedido à Diocese de Limeira, assim como já aconteceu com as Paróquias de Nossa Senhora Aparecida, do Bom Jesus de Pirapora e de São Benedito.

 

 

Vamos pedir e orar humildemente a Nosso Senhor Jesus Cristo, Sua Mãe Santíssima, Nossa Senhora Auxiliadora e a Dom Bosco (que tudo começou no Brasil lá no longínquo ano de 1875), para que iluminem o agora padre inspetor, para que ele faça o melhor para a nossa Comunidade, revogando essa extremada decisão.

NÓS, OS ARARENSES DE BEM, ESTAMOS MUITO TRISTES!

___________________________

MEU PARTICULAR AGRADECIMENTO, de uma vida inteira, eu diria, aos dedicados senhores PADRES e IRMÃOS, além de assistentes e seminaristas, que tanto trabalharam aqui em Araras, com muito amor e devotamento ao longo de mais de um século, de modo especial aos com quem eu e minha família tivemos a honra de conviver e tanto aprender, não só na fé. Estou certo de estar falando em nome de legiões de ararenses, bons cristãos e honestos cidadãos, frequentadores, colaboradores e benfeitores do Santuário e Oratórios.

 

 

PADRES: Pedro Gonciarz, Oswaldo Vieira de Andrade, Carlo Luigi Senno, João Vicente Nóris Modesti, Benevenuto Felipe Nery, Gastão do Prado Mendes, Luiz Ignácio Bordignon Fernandes, José Song Sui Wan (depois bispo), Eduardo Nunes Serradel, Tarcísio dos Santos, Reynaldo Zaniboni Neto, Evaristo Higa, André Afonso Maria Butti, Benedito Luiz da Costa, Orestes Brandani Filho, Dilermando Luiz Rosso Cozatti, Antonio Gerotto, Vinícius Ricardo de Paula, Luiz Aparecido Tegami, Tetuo Koga, José Antônio Pajola, Osmar Hércules Padovan, Luiz Paulo Feliciano de Oliveira, Wilson Roberto Fiorin, Ivan Tomasetto, João Roberto Pavani etc.

IRMÃOS: João Trombetta, Donário de Campos Leite, Luiz Gonzaga Machado, Benedito Sérgio Bellucci, José Santana, Alberto Gobbo Júnior, Nelson Vanderlei Dias, Elmano Pedro Serrão, Felipe Olsen Fernandes, Hamilton Bernardo Rodrigues, José (Zezo) Aparecido Carloto etc.

Que todos os Congregados Salesianos ainda vivos continuem na missão de resgatar e evangelizar a tantos jovens, principalmente nos dias de hoje, e que os falecidos intercedam a Deus por nós. Amém!

Luiz Roberto Turatti

Ex-oratoriano e ex-aluno salesiano.

___________________________

OS SALESIANOS EM ARARAS, NOS SEUS 100 ANOS!

 

 

“Os homens costumam admirar as grandes florestas. Admiram as grandes árvores que as compõem; o imenso tapete que formam; a riqueza que pode produzir. Quase ninguém olha para os pequenos arbustos que dentro da mata também dão a sua contribuição para essas maravilhas que tanto extasiam os homens. E esquecem que quase sempre as frutas que alimentam os animais da floresta são dos arbustos e não das grandes árvores. A mesma coisa acontece com as instituições. Admiram-se as grandes e não se olha para as pequenas que também dão seu quinhão para o progresso. Neste ano comemoramos o centenário de um pequeno arbusto da grande floresta da Congregação Salesiana de Dom Bosco: É o da Casa de Araras que é um arbustozinho perto dos grandes colégios, quantas vezes quiseram cortá-lo! Mas também este arbúsculo deu seus frutos: formou legiões de bons cristãos no seu Oratório Festivo; deu uma dezena de sacerdotes para a Congregação, ajudou multidões de fiéis a seguirem os ensinamentos da Igreja e a viverem como cristãos. A história de 100 anos desse arbustozinho da congregação quer dizer que os que o plantaram não estão arrependidos do que fizeram.

PADRE JOÃO MODESTI

Araras, 1994-1995”.

 

 

Este abaixo-assinado conseguiu 956 apoiadores!

O problema

O FIM DE UMA ERA!

Após 129 anos em Araras, padres salesianos serão remanejados

Araras está prestes a sofrer sua mais triste, severa e radical mudança no campo religioso católico, a partir do ano que vem, 2024, ou seja, depois de quase 129 anos (desde 29 de janeiro de 1895). Tal medida, alegando a falta de padres, se deve ao agora ex-Inspetor Salesiano, Padre Justo Ernesto Piccinini, que deixou o cargo no dia 25/11/2023, por volta das 10h30, quando assumiu o eleito, Padre Alexandre Luís de Oliveira.

ENTENDA: No dia 04 de novembro de 2023, antes da Santa Missa das 17 horas no Santuário do Sagrado Coração de Jesus (Araras/SP), tomei conhecimento que, dias antes, em reunião inspetorial em São Paulo (portanto, bem no finalzinho do mandato de 6 anos do Padre Justo Piccinini), ficou decidido que todos os atuais padres salesianos de Araras serão remanejados. O Padre Fiorin, que é o vice-diretor e encarregado do Santuário, vai para São Paulo, enquanto o Padre Pavani seguirá para Guarujá. Já o diretor Padre Ivan deixará a Congregação Salesiana e fará uma experiência de três anos como padre diocesano, continuando em Araras como pároco da Paróquia Nossa Senhora das Graças, no Parque Tiradentes (Zona Leste).

 

 

Isso quer dizer que, no Santuário, uma das primeiras Casas Salesianas do Brasil, não morará e não haverá mais nenhum padre salesiano, em caráter permanente, para atender a Confissões e Aconselhamentos, visitar os doentes e idosos nas casas e hospitais, celebrar Exéquias, celebrar a Eucaristia diária que, diga-se de passagem, após a pandemia, passou de duas a uma, às 19 horas, talvez pela baixa frequência. E tudo indica que os Oratórios São Luiz e Dom Bosco, ficarão sem orientação espiritual estável por parte de algum padre salesiano. Por ora, ao que se sabe, somente a secretaria do Santuário continuará atendendo.

Há a previsão de vir, ao menos inicialmente, o Padre Denis Alves de Castro, de Americana, para a celebração da Santa Missa, às terças e sextas-feiras, além de sábados e domingos. Nos demais dias certamente teremos apenas Celebração (quando um Ministro preside a Eucaristia).

 

 

Tal medida, que agora se concretizará, já vinha sendo articulada há muitos anos pela Inspetoria Salesiana de São Paulo, e que por inúmeras vezes foi abortada, graças à coragem e ao empenho de alguns. Até o loteamento do Oratório São Luiz chegou a ser cogitado, nos anos 1980, quando o saudoso Padre João Modesti, por estar ativo como diretor do Santuário, não permitiu. Aliás, Modesti não perdeu tempo e foi ao COMPHAC para proteger, ao menos, os prédios Salesianos de Araras, tendo conseguido seu intento pela Resolução de Tombamento n.º 03, de 02/10/1989, Decreto n.º 3.668, de 19/12/1991, os quais estão localizados na esquina das ruas Nunes Machado e Dom Bosco, no Centro.

Seguindo essa toada, é de se crer que em breve o Santuário será cedido à Diocese de Limeira, assim como já aconteceu com as Paróquias de Nossa Senhora Aparecida, do Bom Jesus de Pirapora e de São Benedito.

 

 

Vamos pedir e orar humildemente a Nosso Senhor Jesus Cristo, Sua Mãe Santíssima, Nossa Senhora Auxiliadora e a Dom Bosco (que tudo começou no Brasil lá no longínquo ano de 1875), para que iluminem o agora padre inspetor, para que ele faça o melhor para a nossa Comunidade, revogando essa extremada decisão.

NÓS, OS ARARENSES DE BEM, ESTAMOS MUITO TRISTES!

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MEU PARTICULAR AGRADECIMENTO, de uma vida inteira, eu diria, aos dedicados senhores PADRES e IRMÃOS, além de assistentes e seminaristas, que tanto trabalharam aqui em Araras, com muito amor e devotamento ao longo de mais de um século, de modo especial aos com quem eu e minha família tivemos a honra de conviver e tanto aprender, não só na fé. Estou certo de estar falando em nome de legiões de ararenses, bons cristãos e honestos cidadãos, frequentadores, colaboradores e benfeitores do Santuário e Oratórios.

 

 

PADRES: Pedro Gonciarz, Oswaldo Vieira de Andrade, Carlo Luigi Senno, João Vicente Nóris Modesti, Benevenuto Felipe Nery, Gastão do Prado Mendes, Luiz Ignácio Bordignon Fernandes, José Song Sui Wan (depois bispo), Eduardo Nunes Serradel, Tarcísio dos Santos, Reynaldo Zaniboni Neto, Evaristo Higa, André Afonso Maria Butti, Benedito Luiz da Costa, Orestes Brandani Filho, Dilermando Luiz Rosso Cozatti, Antonio Gerotto, Vinícius Ricardo de Paula, Luiz Aparecido Tegami, Tetuo Koga, José Antônio Pajola, Osmar Hércules Padovan, Luiz Paulo Feliciano de Oliveira, Wilson Roberto Fiorin, Ivan Tomasetto, João Roberto Pavani etc.

IRMÃOS: João Trombetta, Donário de Campos Leite, Luiz Gonzaga Machado, Benedito Sérgio Bellucci, José Santana, Alberto Gobbo Júnior, Nelson Vanderlei Dias, Elmano Pedro Serrão, Felipe Olsen Fernandes, Hamilton Bernardo Rodrigues, José (Zezo) Aparecido Carloto etc.

Que todos os Congregados Salesianos ainda vivos continuem na missão de resgatar e evangelizar a tantos jovens, principalmente nos dias de hoje, e que os falecidos intercedam a Deus por nós. Amém!

Luiz Roberto Turatti

Ex-oratoriano e ex-aluno salesiano.

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OS SALESIANOS EM ARARAS, NOS SEUS 100 ANOS!

 

 

“Os homens costumam admirar as grandes florestas. Admiram as grandes árvores que as compõem; o imenso tapete que formam; a riqueza que pode produzir. Quase ninguém olha para os pequenos arbustos que dentro da mata também dão a sua contribuição para essas maravilhas que tanto extasiam os homens. E esquecem que quase sempre as frutas que alimentam os animais da floresta são dos arbustos e não das grandes árvores. A mesma coisa acontece com as instituições. Admiram-se as grandes e não se olha para as pequenas que também dão seu quinhão para o progresso. Neste ano comemoramos o centenário de um pequeno arbusto da grande floresta da Congregação Salesiana de Dom Bosco: É o da Casa de Araras que é um arbustozinho perto dos grandes colégios, quantas vezes quiseram cortá-lo! Mas também este arbúsculo deu seus frutos: formou legiões de bons cristãos no seu Oratório Festivo; deu uma dezena de sacerdotes para a Congregação, ajudou multidões de fiéis a seguirem os ensinamentos da Igreja e a viverem como cristãos. A história de 100 anos desse arbustozinho da congregação quer dizer que os que o plantaram não estão arrependidos do que fizeram.

PADRE JOÃO MODESTI

Araras, 1994-1995”.

 

 

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Abaixo-assinado criado em 22 de novembro de 2023