MANIFESTO EM DEFESA DA MELIPONICULTURA E DAS ABELHAS NATIVAS

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O problema

MANIFESTO EM DEFESA DA MELIPONICULTURA E DAS ABELHAS NATIVAS

 

Em dezembro de 2025, no município de Itu/SP, ocorreu um episódio envolvendo enxameação de Apis mellifera, espécie de abelha com ferrão, localizada no telhado de uma residência. O fato, já solucionado por profissional habilitado, foi posteriormente associado, de forma equivocada, à atividade de meliponicultura exercida no local.

 

É necessário esclarecer que a meliponicultura é a criação de abelhas nativas sem ferrão, espécies brasileiras que não possuem ferrão e não oferecem risco às pessoas. Trata-se de atividade de relevante interesse ambiental, voltada à preservação da biodiversidade e à polinização da flora local.

 

O meliponário Mangará é devidamente cadastrado e regularizado, dedicando-se exclusivamente à criação de abelhas nativas, biologicamente distintas da Apis mellifera. Não há fundamento científico que sustente a alegação de que a criação de abelhas sem ferrão atrairia abelhas com ferrão. São espécies diferentes, com comportamentos diferentes e dinâmicas naturais distintas.

 

A retirada compulsória e desassistida dessas colônias pode representar, inclusive, afronta às normas de proteção da fauna silvestre, uma vez que as abelhas nativas sem ferrão encontram-se sob proteção legal, por estarem em risco de extinção, sendo espécies assistidas que desenvolvem função ecológica e social essencial na polinização e na manutenção da biodiversidade.

 

A meliponicultura não representa risco à coletividade. Ao contrário, é prática sustentável, educativa e ambientalmente responsável.

 

Manifestamo-nos, portanto, pela revisão da decisão que determinou o encerramento das atividades do meliponário Mangará, em defesa das abelhas nativas, da ciência e da preservação ambiental.

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Natalia MagalhaesCriador do abaixo-assinado

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MANIFESTO EM DEFESA DA MELIPONICULTURA E DAS ABELHAS NATIVAS

 

Em dezembro de 2025, no município de Itu/SP, ocorreu um episódio envolvendo enxameação de Apis mellifera, espécie de abelha com ferrão, localizada no telhado de uma residência. O fato, já solucionado por profissional habilitado, foi posteriormente associado, de forma equivocada, à atividade de meliponicultura exercida no local.

 

É necessário esclarecer que a meliponicultura é a criação de abelhas nativas sem ferrão, espécies brasileiras que não possuem ferrão e não oferecem risco às pessoas. Trata-se de atividade de relevante interesse ambiental, voltada à preservação da biodiversidade e à polinização da flora local.

 

O meliponário Mangará é devidamente cadastrado e regularizado, dedicando-se exclusivamente à criação de abelhas nativas, biologicamente distintas da Apis mellifera. Não há fundamento científico que sustente a alegação de que a criação de abelhas sem ferrão atrairia abelhas com ferrão. São espécies diferentes, com comportamentos diferentes e dinâmicas naturais distintas.

 

A retirada compulsória e desassistida dessas colônias pode representar, inclusive, afronta às normas de proteção da fauna silvestre, uma vez que as abelhas nativas sem ferrão encontram-se sob proteção legal, por estarem em risco de extinção, sendo espécies assistidas que desenvolvem função ecológica e social essencial na polinização e na manutenção da biodiversidade.

 

A meliponicultura não representa risco à coletividade. Ao contrário, é prática sustentável, educativa e ambientalmente responsável.

 

Manifestamo-nos, portanto, pela revisão da decisão que determinou o encerramento das atividades do meliponário Mangará, em defesa das abelhas nativas, da ciência e da preservação ambiental.

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Natalia MagalhaesCriador do abaixo-assinado

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Abaixo-assinado criado em 14 de fevereiro de 2026