Manifesto da Felicidade
Manifesto da Felicidade
O problema
O pensamento da FELICIDADE sugere, que a literatura, a psicologia, a filosofia, a arte, a religião, a justiça, a política, a história, etc.
Que as coisas pensadas, escritas, narradas, representadas, publicadas. Estão submetidas; são resultados de um sistema dominante, onde sentimos FELICIDADE gostando de gostar e gostando de não gostar das coisas criando o EU, que se diferencia de diferentes. Orientado por conceitos, de certo e errado, de bem e de mal, de superioridade e inferioridade, esquerda, direita, heróis, assassinos. De justiça! Que castiga diferentes com dor e sofrimento, em nome da FELICIDADE do que é bom, justo e certo.
Sendo assim, será que a intolerância às diferenças, xenofobia, o racismo, o machismo, a homofobia; que as guerras, e os conflitos em geral, são consequências desse sistema?
Será que quando combato intolerâncias repito o modelo que critico?
Será que devido a este sistema; drogas, como o álcool, cigarro, red bull, etc. Que usamos pra sentir felicidade. São legais, e outras proibidas; gerando violência e dor?
Desse modo, usar e vender drogas deixaria de ser crime.
O que mais poderia ser consequência desse sistema?
Será que é possível interferir; transformar a ordem estabelecida por ele?
Como?
Por quê?
Pra quê?
O pensamento, da FELICIDADE fala,
que o amor não é bom nem mau; certo nem errado; melhor nem pior, que qualquer coisa. Mas, a FELICIDADE no amor transforma o instante;
que o bem, é a FELICIDADE realizada no amor, e o mal, FELICIDADE realizada na dor de diferentes;
que as coisas são pontes que acessamos para em unidade chegarmos em nós mesmos. E pergunta: como quero ser a ponte;
que sentiremos FELICIDADE concordando, discordando, ou não ligando, para o que é questionado por este pensamento.
Se CONCORDO com o pensamento, me diferencio de diferentes que discordam e sinto felicidade com isso. Ou não sinto felicidade com isso. Sentindo felicidade por não sentir felicidade. Ou não sinto nada disso, e então sinto felicidade.
Se DISCORDO, me diferencio de diferentes que concordam e sinto felicidade com isso. Ou não sinto felicidade com isso, sentindo felicidade por não sentir felicidade. Ou não sinto nada disso. E então sinto felicidade.
Se NÃO ME INTERESSO. Me diferencio de diferentes que concordam, ou discordam e sinto felicidade com isso. Ou não sinto felicidade com isso, sentindo felicidade por não sentir felicidade. Ou não sinto nada disso e então sinto felicidade. Pondo em XEQUE, a existência desse pensamento, e das outras coisas.
Permanecendo, a FELICIDADE.
E novamente sentiremos FELICIDADE concordando, discordando, ou, não ligando, para tal afirmação. De novo, de novo, de novo,
Abaixo-assinado encerrado
O problema
O pensamento da FELICIDADE sugere, que a literatura, a psicologia, a filosofia, a arte, a religião, a justiça, a política, a história, etc.
Que as coisas pensadas, escritas, narradas, representadas, publicadas. Estão submetidas; são resultados de um sistema dominante, onde sentimos FELICIDADE gostando de gostar e gostando de não gostar das coisas criando o EU, que se diferencia de diferentes. Orientado por conceitos, de certo e errado, de bem e de mal, de superioridade e inferioridade, esquerda, direita, heróis, assassinos. De justiça! Que castiga diferentes com dor e sofrimento, em nome da FELICIDADE do que é bom, justo e certo.
Sendo assim, será que a intolerância às diferenças, xenofobia, o racismo, o machismo, a homofobia; que as guerras, e os conflitos em geral, são consequências desse sistema?
Será que quando combato intolerâncias repito o modelo que critico?
Será que devido a este sistema; drogas, como o álcool, cigarro, red bull, etc. Que usamos pra sentir felicidade. São legais, e outras proibidas; gerando violência e dor?
Desse modo, usar e vender drogas deixaria de ser crime.
O que mais poderia ser consequência desse sistema?
Será que é possível interferir; transformar a ordem estabelecida por ele?
Como?
Por quê?
Pra quê?
O pensamento, da FELICIDADE fala,
que o amor não é bom nem mau; certo nem errado; melhor nem pior, que qualquer coisa. Mas, a FELICIDADE no amor transforma o instante;
que o bem, é a FELICIDADE realizada no amor, e o mal, FELICIDADE realizada na dor de diferentes;
que as coisas são pontes que acessamos para em unidade chegarmos em nós mesmos. E pergunta: como quero ser a ponte;
que sentiremos FELICIDADE concordando, discordando, ou não ligando, para o que é questionado por este pensamento.
Se CONCORDO com o pensamento, me diferencio de diferentes que discordam e sinto felicidade com isso. Ou não sinto felicidade com isso. Sentindo felicidade por não sentir felicidade. Ou não sinto nada disso, e então sinto felicidade.
Se DISCORDO, me diferencio de diferentes que concordam e sinto felicidade com isso. Ou não sinto felicidade com isso, sentindo felicidade por não sentir felicidade. Ou não sinto nada disso. E então sinto felicidade.
Se NÃO ME INTERESSO. Me diferencio de diferentes que concordam, ou discordam e sinto felicidade com isso. Ou não sinto felicidade com isso, sentindo felicidade por não sentir felicidade. Ou não sinto nada disso e então sinto felicidade. Pondo em XEQUE, a existência desse pensamento, e das outras coisas.
Permanecendo, a FELICIDADE.
E novamente sentiremos FELICIDADE concordando, discordando, ou, não ligando, para tal afirmação. De novo, de novo, de novo,
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Abaixo-assinado criado em 3 de setembro de 2022