M. Dias Branco, anuncie um compromisso proibindo o confinamento de galinhas em gaiolas

O problema

Meu nome é Patricia e depois que comecei a trabalhar como voluntária em uma ONG que resgata e cuida de gatinhos abandonados, passei a enxergar todos os animais da mesma maneira. Vi o horror a que são submetidos os animais utilizados para consumo e resolvi lutar por eles.

No Brasil, a horrível prática de se confinar galinhas em gaiolas, considerada uma das piores causas de sofrimento animal, ainda é muito utilizada na indústria de ovos. Em sistemas que usam gaiolas, as galinhas são mantidas em espaços minúsculos, sem poderem andar, esticar suas asas ou expressar outros comportamentos naturais. É comum que galinhas fiquem presas, sofram lacerações ou tenham membros mutilados no aramado das gaiolas ou sob as bandejas de ração. Frequentemente elas sofrem e morrem, sendo encontradas em decomposição em meio a galinhas ainda botando ovos para consumo humano.

Fiquei inconformada ao saber que a M. Dias Branco — detentora de grandes marcas como Isabela, Vitarella, Richester, Puro Sabor, Salsitos, Pilar, Fortaleza, Adria, Zabet, Brasilar, Finna, Estrela, Pelaggio, Medalha de Ouro, Amorela, Adorita, Delicitos, Bonsabor e Piraquê — ainda não anunciou um compromisso proibindo o confinamento de galinhas em gaiolas em sua cadeia de suprimentos. Grupo Pandurata, J. Macêdo, Nestlé, Wickbold, Bunge, Forno de Minas, McDonald's e várias outras empresas já tomaram essa atitude pelos animais. A M. Dias Branco, no entanto, ainda não o fez.

Por favor, junte-se a mim e assine esta petição pedindo à M. Dias Branco que publique um compromisso proibindo o confinamento de galinhas em gaiolas na cadeia de suprimentos de todas as suas marcas.

Assine e compartilhe a petição!
Patricia Murno com a Mercy For Animals no Brasil

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Patricia Murno com a Mercy For AnimalsCriador do abaixo-assinadoA MFA se dedica a combater a crueldade contra animais ‘‘de fazenda’’ e a promover a ética e a compaixão na adoção de políticas e escolhas alimentares.
Vitória
Este abaixo-assinado foi vitorioso com 444 apoiadores!

O problema

Meu nome é Patricia e depois que comecei a trabalhar como voluntária em uma ONG que resgata e cuida de gatinhos abandonados, passei a enxergar todos os animais da mesma maneira. Vi o horror a que são submetidos os animais utilizados para consumo e resolvi lutar por eles.

No Brasil, a horrível prática de se confinar galinhas em gaiolas, considerada uma das piores causas de sofrimento animal, ainda é muito utilizada na indústria de ovos. Em sistemas que usam gaiolas, as galinhas são mantidas em espaços minúsculos, sem poderem andar, esticar suas asas ou expressar outros comportamentos naturais. É comum que galinhas fiquem presas, sofram lacerações ou tenham membros mutilados no aramado das gaiolas ou sob as bandejas de ração. Frequentemente elas sofrem e morrem, sendo encontradas em decomposição em meio a galinhas ainda botando ovos para consumo humano.

Fiquei inconformada ao saber que a M. Dias Branco — detentora de grandes marcas como Isabela, Vitarella, Richester, Puro Sabor, Salsitos, Pilar, Fortaleza, Adria, Zabet, Brasilar, Finna, Estrela, Pelaggio, Medalha de Ouro, Amorela, Adorita, Delicitos, Bonsabor e Piraquê — ainda não anunciou um compromisso proibindo o confinamento de galinhas em gaiolas em sua cadeia de suprimentos. Grupo Pandurata, J. Macêdo, Nestlé, Wickbold, Bunge, Forno de Minas, McDonald's e várias outras empresas já tomaram essa atitude pelos animais. A M. Dias Branco, no entanto, ainda não o fez.

Por favor, junte-se a mim e assine esta petição pedindo à M. Dias Branco que publique um compromisso proibindo o confinamento de galinhas em gaiolas na cadeia de suprimentos de todas as suas marcas.

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Patricia Murno com a Mercy For Animals no Brasil

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Patricia Murno com a Mercy For AnimalsCriador do abaixo-assinadoA MFA se dedica a combater a crueldade contra animais ‘‘de fazenda’’ e a promover a ética e a compaixão na adoção de políticas e escolhas alimentares.

Os tomadores de decisão

Marilia Ferreira
Marilia Ferreira

Atualizações do abaixo-assinado

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Abaixo-assinado criado em 9 de maio de 2019