Vitória confirmada

Libertem as capivaras da Lagoa da Pampulha!

Este abaixo-assinado foi vitorioso com 4.237 apoiadores!


Em setembro de 2015  completou um ano o cativeiro das 19 capivaras sobreviventes, dentre os 52 indivíduos capturados (retirados da Lagoa da Pampulha, em Belo Horizonte, onde viviam mansas, sem fazerem mal para a população, que por sua vez sempre parava para tirar fotos, apreciar, etc). Mantidos sob extremo estresse, sem acesso à Lagoa da Pampulha, de onde foram retirados por causa de uma suspeita de que estariam transmitindo febre maculosa, ficaram expostos a acentuada baixa de sua resistência.

Assim, um a um, esses seres sencientes agonizam e vêm morrendo, apesar da notificação do IBAMA, da recomendação conjunta das Promotorias de Meio Ambiente e de Saúde do Ministério Público de Minas Gerais e da orientação da própria Fundação Zoobotânica. A justificativa dada pela Prefeitura de Belo Horizonte -  o risco da febre maculosa - é improcedente de acordo com os especialistas da área. Esses já provaram que a existência do carrapato-estrela e da bactéria Rickettsia rickettsii independem das capivaras, e que essas capivaras precisavam ser mantidas na Lagoa da Pampulha como sentinela também, porque, devido ao desafio das mudanças climáticas, a crise dos recursos hídricos, a constante destruição dos habitats, a extinção dos predadores naturais desses roedores, a retirada dos grupos atuais provocaria a entrada incontrolável de outros tantos. Agora fomos informados que a Prefeitura pretende eutanasiar as capivaras sobreviventes.

O Movimento Mineiro pelos Direitos Animais (MMDA), que vem lutando incansavelmente pela vida das capivaras, enviou correspondência para diversos órgãos, entre eles a Prefeitura de Belo Horizonte, o IBAMA, O Ministério Público e até a Procuradoria Geral da República para tentar conter esse genocídio. Além de solicitar a veracidade da informação, o MMDA solicita laudo das capivaras que morreram sob a responsabilidade da PBH e a imediata soltura dos animais confinados. Todos sabemos qual o verdadeiro motivo dessa tortura aos animais: a prefeitura tenta obter o título de Patrimônio Cultural da Humanidade para o complexo turístico da Lagoa da Pampulha. Se esse título vier, ele já estará manchado pelo sofrimento desses inocentes animais, que nada fizeram para merecer esse destino. Nós ainda podemos salvar as que restaram! Assinem esse abaixo assinado, compartilhem, divulguem. Não feche seus olhos e o seu coração!

Esse texto é de autoria do grupo Direitos Animais, que tem página no Facebook. Confiram a última atualização sobre o assunto que eles enviaram:

Capivaras são animais silvestres, protegidos por lei federal, sendo crime ambiental ignorar sua senciência e submetê-los a extremo sofrimento. Esses animais não humanos são semiaquáticos, entretanto, estão privados do acesso à Lagoa da Pampulha, em Belo Horizonte, de onde foram retirados há mais de 1 ano, e por isso, devido a extremo estresse, agonizam e morrem lentamente. Quanto mais tempo forem mantidas assim, mais baixa será sua resistência e exposição a doenças, colocando inclusive, a população em risco. Quanto à Febre Maculosa, a bacteremia (período de transmissão da doença) é de em média 14 dias. Se a Prefeitura de Belo Horizonte realmente estivesse comprometida com a Saúde Única (humanos e não humanos), já teria implementado o urgente Manejo Populacional Ético das capivaras que vivem na Lagoa da Pampulha, a exemplo de Viçosa - MG e Piracicaba - SP, conforme defendido pelas Universidade Federal de Viçosa, Universidade Estadual de São Paulo e Universidade Federal de Minas Gerais.

NÃO MATE: exterminar capivaras é crime!
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