Justiça por Suzana Ferreira: Não à criminalização de quem denuncia o MACHISMO

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Clara Sousa e outras 19 pessoas assinaram recentemente.

O problema

Quando uma mulher fala, o sistema não escuta, PUNE.

A advogada Suzana Ferreira da Silva foi condenada a 7 anos e 4 meses de prisão por relatar publicamente um episódio que a deixou constrangida durante uma audiência com um promotor de Justiça em Goiás. Segundo seu relato, o promotor teria feito um gesto ambíguo, como se estivesse pedindo seu número de telefone, o que ela entendeu como um ato de assédio sutil, comum em ambientes formais e marcados pela desigualdade de poder.

Por relatar essa experiência em um podcast, MESMO SEM CITAR NOMES OU DADOS SENSIVEIS, Suzana foi processada e condenada por calúnia, difamação e injúria racial. Foi tratada como criminosa por expressar sua vivência e criticar o sistema de Justiça.

. Essa condenação é desproporcional, injusta e perigosa.
. Ela reforça o silenciamento de mulheres que denunciam comportamentos machistas, principalmente quando os acusados ocupam cargos de poder.
. Ela ignora que formas sutis de assédio existem, sim — e são difíceis de provar justamente por serem feitas em ambientes sem testemunhas.

Suzana não está sozinha. Milhares de mulheres já passaram por situações semelhantes e foram desacreditadas, processadas ou punidas por falarem a verdade.

Por isso, exigimos:

1 - A revisão urgente da sentença, com análise sob a perspectiva de gênero e liberdade de expressão;
2 - O reconhecimento da violência institucional de gênero como prática que precisa ser coibida e não reforçada pelo Judiciário;
3 - Garantias de que nenhuma mulher será punida por relatar uma experiência de constrangimento ou assédio, ainda que não possa prová-la com vídeos ou testemunhas.

Assine este manifesto em apoio à Suzana e a todas as mulheres que ousam romper o silêncio.
Se tocam em uma, tocam em todas.

https://www.instagram.com/p/DLaEwiKR9Mo/

 

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Patrícia AndradeCriador do abaixo-assinadoEu sou advogada, ativista, e também uma mulher que, assim como milhões no Brasil, conhece na própria pele ou por meio de tantas outras histórias, a dor da violência de gênero, e, mais que isso, da violência institucional e processual.

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O problema

Quando uma mulher fala, o sistema não escuta, PUNE.

A advogada Suzana Ferreira da Silva foi condenada a 7 anos e 4 meses de prisão por relatar publicamente um episódio que a deixou constrangida durante uma audiência com um promotor de Justiça em Goiás. Segundo seu relato, o promotor teria feito um gesto ambíguo, como se estivesse pedindo seu número de telefone, o que ela entendeu como um ato de assédio sutil, comum em ambientes formais e marcados pela desigualdade de poder.

Por relatar essa experiência em um podcast, MESMO SEM CITAR NOMES OU DADOS SENSIVEIS, Suzana foi processada e condenada por calúnia, difamação e injúria racial. Foi tratada como criminosa por expressar sua vivência e criticar o sistema de Justiça.

. Essa condenação é desproporcional, injusta e perigosa.
. Ela reforça o silenciamento de mulheres que denunciam comportamentos machistas, principalmente quando os acusados ocupam cargos de poder.
. Ela ignora que formas sutis de assédio existem, sim — e são difíceis de provar justamente por serem feitas em ambientes sem testemunhas.

Suzana não está sozinha. Milhares de mulheres já passaram por situações semelhantes e foram desacreditadas, processadas ou punidas por falarem a verdade.

Por isso, exigimos:

1 - A revisão urgente da sentença, com análise sob a perspectiva de gênero e liberdade de expressão;
2 - O reconhecimento da violência institucional de gênero como prática que precisa ser coibida e não reforçada pelo Judiciário;
3 - Garantias de que nenhuma mulher será punida por relatar uma experiência de constrangimento ou assédio, ainda que não possa prová-la com vídeos ou testemunhas.

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Os tomadores de decisão

Comissão da Mulher Advogada da OAB
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ORGÃO
Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados
Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados
ORGÃO
Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO)
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ORGÃO
Conselho Federal da OAB
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ORGÃO
Corregedoria Nacional do Ministério Público
Corregedoria Nacional do Ministério Público
ORGÃO
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Abaixo-assinado criado em 10 de julho de 2025