

Justiça pela cadela Ágata: Ministério Público do Paraná não reconhece crime de maus-tratos
O problema
ABAIXO-ASSINADO POR JUSTIÇA À ÁGATA:
ATROPELADA E TRATADA COMO LIXO PELO SERVIÇO DE COLETA DE PONTA GROSSA (PR)
No dia 9 de maio de 2025, a cadela Ágata foi atropelada por um caminhão da empresa “Recicla PG Separe o Lixo”, no bairro Santa Mônica, em Ponta Grossa – PR.
Além do atropelamento, o corpo de Ágata foi jogado na caçamba de lixo, impedindo sua família até de dar um último adeus com dignidade. Ela era amada e muito bem cuidada.
Apesar da brutalidade do caso, o promotor do Ministério Público do Paraná (MPPR) pediu o arquivamento do processo, alegando que não houve crime. O promotor do MPPR alegou que Ágata não estava viva após atropelamento, mas laudo pericial do médico veterinário indica que Ágata tinha sim sinais vitais antes de ser atirada à caçamba do caminhão. Portanto, à Ágata foi omitido socorro, perdendo sua vida no compactador de lixo.
Nós, não concordamos com essa decisão. O que aconteceu não é um simples acidente, é resultado de negligência, falta de preparo e crueldade.
Quantos animais mais precisarão morrer até que o poder público leve esses casos a sério?
Exigimos que o Ministério Público e o Judiciário:
• Reabram o caso e não arquivem a denúncia de maus-tratos;
• Responsabilizem os envolvidos;
• Exijam treinamento adequado para os funcionários da coleta;
• Implementem medidas preventivas para proteger animais nas vias públicas.
Justiça por Ágata é justiça por todos os animais.
Assine. Compartilhe. Juntos, vamos cobrar respeito à vida.
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O problema
ABAIXO-ASSINADO POR JUSTIÇA À ÁGATA:
ATROPELADA E TRATADA COMO LIXO PELO SERVIÇO DE COLETA DE PONTA GROSSA (PR)
No dia 9 de maio de 2025, a cadela Ágata foi atropelada por um caminhão da empresa “Recicla PG Separe o Lixo”, no bairro Santa Mônica, em Ponta Grossa – PR.
Além do atropelamento, o corpo de Ágata foi jogado na caçamba de lixo, impedindo sua família até de dar um último adeus com dignidade. Ela era amada e muito bem cuidada.
Apesar da brutalidade do caso, o promotor do Ministério Público do Paraná (MPPR) pediu o arquivamento do processo, alegando que não houve crime. O promotor do MPPR alegou que Ágata não estava viva após atropelamento, mas laudo pericial do médico veterinário indica que Ágata tinha sim sinais vitais antes de ser atirada à caçamba do caminhão. Portanto, à Ágata foi omitido socorro, perdendo sua vida no compactador de lixo.
Nós, não concordamos com essa decisão. O que aconteceu não é um simples acidente, é resultado de negligência, falta de preparo e crueldade.
Quantos animais mais precisarão morrer até que o poder público leve esses casos a sério?
Exigimos que o Ministério Público e o Judiciário:
• Reabram o caso e não arquivem a denúncia de maus-tratos;
• Responsabilizem os envolvidos;
• Exijam treinamento adequado para os funcionários da coleta;
• Implementem medidas preventivas para proteger animais nas vias públicas.
Justiça por Ágata é justiça por todos os animais.
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Abaixo-assinado criado em 26 de julho de 2025