Justiça para Andriele, vítima de negligência médica!


Justiça para Andriele, vítima de negligência médica!
O problema
A Andriele faleceu devido à administração inadequada de medicação durante um episódio alérgico. Sua perda irreparável revelou falhas críticas no sistema de saúde pública de Campinas, SP, no atendimento a pacientes com condições alérgicas. Percebemos a necessidade urgente de mudanças para garantir que nenhuma outra família tenha que enfrentar uma tragédia semelhante.
No dia 05 de julho de 2025, Andriele começou a apresentar fortes dores abdominais, febre e desconfortos que a levaram a procurar atendimento no UPA, postinho e, posteriormente, no Hospital Mário Gatti. Apesar da gravidade de seu estado, os atendimentos foram superficiais, restritos ao uso de medicamentos paliativos, sem a devida investigação médica e sem a realização de exames essenciais.
Nós fomos obrigados a insistir por atendimento digno, inclusive chegando ao ponto de chamar a polícia para garantir a realização de um simples exame de sangue. Mesmo após a internação, as condições foram precárias: ela permaneceu sem cuidados básicos, dependendo de acompanhantes para higiene e alimentação, além de ser exposta a informações médicas de forma inadequada, o que lhe causava ansiedade e sofrimento. Houve ainda, demora na solicitação de medicações adequadas, ausência de encaminhamento imediato para a UTI quando já havia risco evidente, e falta de alternativas, como a transferência para outro hospital. Somente em estágio avançado de piora, após convulsões, houve a tentativa de garantir suporte intensivo, já sem tempo hábil para salvar sua vida.
Este caso evidencia falhas gravíssimas de negligência médica, descaso institucional, demora na tomada de decisões e falta de transparência com a família. Tais condutas não podem ser tratadas como situações isoladas, mas sim como reflexo de um sistema que precisa de mudanças urgentes para garantir a dignidade e a vida dos pacientes.
Quando uma pessoa chega aos serviços de saúde apresentando sintomas alérgicos, o tempo de resposta é crucial. Aqueles que sofrem de alergias severas precisam de triagem rápida e tratamento imediato para evitar complicações graves ou, em alguns casos, a morte. Infelizmente, o protocolo atual muitas vezes não dá a devida prioridade a esses casos, levando a consequências desastrosas.
Propomos a implementação de um sistema de triagem especializado para pacientes com condições alérgicas no município de Campinas. Essa triagem deve incluir:
- Treinamento especializado para os profissionais de saúde, focado no reconhecimento rápido dos sintomas de alergias severas;
- Protocolos de atendimento priorizado para garantir que esses pacientes recebam tratamento urgente;
- Transferência de Unidade Médica adequada para tratamento de alergias especificas e raras;
- Campanhas de conscientização para a população sobre a importância de reconhecer sinais de reações alérgicas graves e buscar atendimento rápido.
Dados do Ministério da Saúde indicam que, no Brasil, aproximadamente 25% da população sofre de algum tipo de alergia, tornando essa questão relevante e urgente. Considerando o impacto enorme que episódios alérgicos podem ter na vida das pessoas, é essencial que o sistema de saúde de Campinas priorize esses atendimentos para evitar mais tragédias.
Por fim, EXIGIMOS A RESPONSABILIZAÇÃO DIRETA DE TODOS OS PROFISSIONAIS DE SAÚDE ENVOLVIDOS NO CASO, bem como das instituições UPA São José e Hospital Mário Gatti.
A sua assinatura pode ajudar a pressionar autoridades locais e gestores do sistema de saúde a implementar essas mudanças vitais, salvando vidas e prevenindo a dor que muitas famílias já enfrentaram. Apoie esta causa para que possamos evitar que mais tragédias ocorram devido a falhas no atendimento aos pacientes alérgicos.
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O problema
A Andriele faleceu devido à administração inadequada de medicação durante um episódio alérgico. Sua perda irreparável revelou falhas críticas no sistema de saúde pública de Campinas, SP, no atendimento a pacientes com condições alérgicas. Percebemos a necessidade urgente de mudanças para garantir que nenhuma outra família tenha que enfrentar uma tragédia semelhante.
No dia 05 de julho de 2025, Andriele começou a apresentar fortes dores abdominais, febre e desconfortos que a levaram a procurar atendimento no UPA, postinho e, posteriormente, no Hospital Mário Gatti. Apesar da gravidade de seu estado, os atendimentos foram superficiais, restritos ao uso de medicamentos paliativos, sem a devida investigação médica e sem a realização de exames essenciais.
Nós fomos obrigados a insistir por atendimento digno, inclusive chegando ao ponto de chamar a polícia para garantir a realização de um simples exame de sangue. Mesmo após a internação, as condições foram precárias: ela permaneceu sem cuidados básicos, dependendo de acompanhantes para higiene e alimentação, além de ser exposta a informações médicas de forma inadequada, o que lhe causava ansiedade e sofrimento. Houve ainda, demora na solicitação de medicações adequadas, ausência de encaminhamento imediato para a UTI quando já havia risco evidente, e falta de alternativas, como a transferência para outro hospital. Somente em estágio avançado de piora, após convulsões, houve a tentativa de garantir suporte intensivo, já sem tempo hábil para salvar sua vida.
Este caso evidencia falhas gravíssimas de negligência médica, descaso institucional, demora na tomada de decisões e falta de transparência com a família. Tais condutas não podem ser tratadas como situações isoladas, mas sim como reflexo de um sistema que precisa de mudanças urgentes para garantir a dignidade e a vida dos pacientes.
Quando uma pessoa chega aos serviços de saúde apresentando sintomas alérgicos, o tempo de resposta é crucial. Aqueles que sofrem de alergias severas precisam de triagem rápida e tratamento imediato para evitar complicações graves ou, em alguns casos, a morte. Infelizmente, o protocolo atual muitas vezes não dá a devida prioridade a esses casos, levando a consequências desastrosas.
Propomos a implementação de um sistema de triagem especializado para pacientes com condições alérgicas no município de Campinas. Essa triagem deve incluir:
- Treinamento especializado para os profissionais de saúde, focado no reconhecimento rápido dos sintomas de alergias severas;
- Protocolos de atendimento priorizado para garantir que esses pacientes recebam tratamento urgente;
- Transferência de Unidade Médica adequada para tratamento de alergias especificas e raras;
- Campanhas de conscientização para a população sobre a importância de reconhecer sinais de reações alérgicas graves e buscar atendimento rápido.
Dados do Ministério da Saúde indicam que, no Brasil, aproximadamente 25% da população sofre de algum tipo de alergia, tornando essa questão relevante e urgente. Considerando o impacto enorme que episódios alérgicos podem ter na vida das pessoas, é essencial que o sistema de saúde de Campinas priorize esses atendimentos para evitar mais tragédias.
Por fim, EXIGIMOS A RESPONSABILIZAÇÃO DIRETA DE TODOS OS PROFISSIONAIS DE SAÚDE ENVOLVIDOS NO CASO, bem como das instituições UPA São José e Hospital Mário Gatti.
A sua assinatura pode ajudar a pressionar autoridades locais e gestores do sistema de saúde a implementar essas mudanças vitais, salvando vidas e prevenindo a dor que muitas famílias já enfrentaram. Apoie esta causa para que possamos evitar que mais tragédias ocorram devido a falhas no atendimento aos pacientes alérgicos.
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Abaixo-assinado criado em 26 de agosto de 2025