Justiça no caso do Atentado ocorrido nas escolas em Coqueiral de Aracruz/ES

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O problema

Manifestação contra a impunidade: não aceitamos a liberdade do autor nem o silêncio sobre a responsabilidade do pai do infrator.

No dia 25 de novembro de 2022, o Espírito Santo foi abalado por uma tragédia sem precedentes. Um jovem invadiu duas escolas em Aracruz — uma particular e uma pública — e abriu fogo contra professores e alunos. Vidas foram brutalmente interrompidas, sonhos destruídos, famílias despedaçadas.

Entre as vítimas está uma professora que levou 16 tiros, sendo 8 apenas no braço. Até hoje, ela vive com projéteis alojados no corpo e enfrenta sequelas físicas e emocionais profundas. Outras educadoras foram atingidas com 1 a 7 tiros, passando por longas internações, cirurgias e tratamentos que ainda continuam.

Agora, após menos de três anos do atentado, o autor pode ser libertado ainda este ano — ou talvez já tenha sido. 

Essa possibilidade revolta e fere não apenas as vítimas e suas famílias, mas toda a sociedade que clama por justiça! 

A dor também continua viva entre os familiares das vítimas fatais que perderam mães, filhas, esposas, irmãs — mulheres que estavam simplesmente cumprindo seu papel no ambiente escolar. O luto dessas famílias é profundo, e sua indignação diante da possibilidade de impunidade é absolutamente legítima.

O sofrimento suportado pelas vítimas sobreviventes e seus familiares e amigos é incessante. Despertar todos os dias e reviver aquele momento de terror é inevitável, principalmente diante da aproximação da libertação do criminoso.

Cumpre ressaltar ainda o caso de uma jovem estudante, também vítima do atentado, que segue em tratamento e enfrenta sequelas irreversíveis — entre elas, a perda da fala e de parte dos seus movimentos para o resto da vida. Essa realidade brutal não pode ser ignorada pelas instituições responsáveis por assegurar a justiça plena.

Mais alarmante é o fato de que o pai do autor — tenente da Polícia Militar e responsável pelas armas utilizadas no crime — até hoje não foi punido e sequer localizado para ser oficialmente citado no processo. O Estado, por meio do Ministério Público, deve responsabilizá-lo por negligência e conivência, uma vez que as armas estavam sob sua guarda e foram utilizadas para cometer a chacina.

Exigimos que o autor do atentado seja julgado novamente e receba o julgamento pelos seus crimes agora que já é maior de idade. Não se pode permitir que a transição de idade se torne um escudo para a impunidade em crimes dessa magnitude. Não se pode tolerar que um assassino que destruiu 14 famílias retorne à convivência social após menos de 3 anos dos seus delitos.

Esperamos que crimes como o atentado em Aracruz não caiam no esquecimento, nem se tornem apenas dígitos nas estatísticas da impunidade.

Diante disso, nós, cidadãos e cidadãs do Espírito Santo e de todo o Brasil, exigimos:

1. Que a possível libertação do autor seja revista e que ele seja julgado novamente, agora como maior de idade, em respeito à gravidade do crime e à dor permanente das vítimas;
2. Que o Estado e o Ministério Público do Espírito Santo localizem e responsabilizem o pai do autor, tenente da Polícia Militar, por negligência e conivência ao permitir o acesso às armas utilizadas no atentado;
3. Que a memória das vítimas seja preservada com dignidade, e que nenhuma vida marcada por essa tragédia seja tratada com indiferença ou esquecimento;
4. Que crimes dessa natureza sejam levados com a seriedade que merecem, e não desapareçam nas brechas do sistema.

Esse é um clamor coletivo por justiça. 
Pelas sobreviventes com sequelas físicas e mentais. Pelas vítimas fatais. Pela dor das famílias. Pela justiça que deve ser feita — e que deve ser percebida por todos.

Não estamos pedidndo doação, apenas assinaturas! o valor é da plataforma caso você queira contribuir com ela (não é necessário).

Assine. Compartilhe. Indigne-se.

Pela justiça que deve ser feita — e que deve ser percebida por todos.

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Degina FernandesCriador do abaixo-assinado

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Entre as vítimas está uma professora que levou 16 tiros, sendo 8 apenas no braço. Até hoje, ela vive com projéteis alojados no corpo e enfrenta sequelas físicas e emocionais profundas. Outras educadoras foram atingidas com 1 a 7 tiros, passando por longas internações, cirurgias e tratamentos que ainda continuam.

Agora, após menos de três anos do atentado, o autor pode ser libertado ainda este ano — ou talvez já tenha sido. 

Essa possibilidade revolta e fere não apenas as vítimas e suas famílias, mas toda a sociedade que clama por justiça! 

A dor também continua viva entre os familiares das vítimas fatais que perderam mães, filhas, esposas, irmãs — mulheres que estavam simplesmente cumprindo seu papel no ambiente escolar. O luto dessas famílias é profundo, e sua indignação diante da possibilidade de impunidade é absolutamente legítima.

O sofrimento suportado pelas vítimas sobreviventes e seus familiares e amigos é incessante. Despertar todos os dias e reviver aquele momento de terror é inevitável, principalmente diante da aproximação da libertação do criminoso.

Cumpre ressaltar ainda o caso de uma jovem estudante, também vítima do atentado, que segue em tratamento e enfrenta sequelas irreversíveis — entre elas, a perda da fala e de parte dos seus movimentos para o resto da vida. Essa realidade brutal não pode ser ignorada pelas instituições responsáveis por assegurar a justiça plena.

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1. Que a possível libertação do autor seja revista e que ele seja julgado novamente, agora como maior de idade, em respeito à gravidade do crime e à dor permanente das vítimas;
2. Que o Estado e o Ministério Público do Espírito Santo localizem e responsabilizem o pai do autor, tenente da Polícia Militar, por negligência e conivência ao permitir o acesso às armas utilizadas no atentado;
3. Que a memória das vítimas seja preservada com dignidade, e que nenhuma vida marcada por essa tragédia seja tratada com indiferença ou esquecimento;
4. Que crimes dessa natureza sejam levados com a seriedade que merecem, e não desapareçam nas brechas do sistema.

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Abaixo-assinado criado em 10 de junho de 2025