Justiça por Suzana Ferreira: Não à criminalização de quem denuncia o MACHISMO


Justiça por Suzana Ferreira: Não à criminalização de quem denuncia o MACHISMO
O problema
Quando uma mulher fala, o sistema não escuta, PUNE.
A advogada Suzana Ferreira da Silva foi condenada a 7 anos e 4 meses de prisão por relatar publicamente um episódio que a deixou constrangida durante uma audiência com um promotor de Justiça em Goiás. Segundo seu relato, o promotor teria feito um gesto ambíguo, como se estivesse pedindo seu número de telefone, o que ela entendeu como um ato de assédio sutil, comum em ambientes formais e marcados pela desigualdade de poder.
Por relatar essa experiência em um podcast, MESMO SEM CITAR NOMES OU DADOS SENSIVEIS, Suzana foi processada e condenada por calúnia, difamação e injúria racial. Foi tratada como criminosa por expressar sua vivência e criticar o sistema de Justiça.
. Essa condenação é desproporcional, injusta e perigosa.
. Ela reforça o silenciamento de mulheres que denunciam comportamentos machistas, principalmente quando os acusados ocupam cargos de poder.
. Ela ignora que formas sutis de assédio existem, sim — e são difíceis de provar justamente por serem feitas em ambientes sem testemunhas.
Suzana não está sozinha. Milhares de mulheres já passaram por situações semelhantes e foram desacreditadas, processadas ou punidas por falarem a verdade.
Por isso, exigimos:
1 - A revisão urgente da sentença, com análise sob a perspectiva de gênero e liberdade de expressão;
2 - O reconhecimento da violência institucional de gênero como prática que precisa ser coibida e não reforçada pelo Judiciário;
3 - Garantias de que nenhuma mulher será punida por relatar uma experiência de constrangimento ou assédio, ainda que não possa prová-la com vídeos ou testemunhas.
Assine este manifesto em apoio à Suzana e a todas as mulheres que ousam romper o silêncio.
Se tocam em uma, tocam em todas.
https://www.instagram.com/p/DLaEwiKR9Mo/

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O problema
Quando uma mulher fala, o sistema não escuta, PUNE.
A advogada Suzana Ferreira da Silva foi condenada a 7 anos e 4 meses de prisão por relatar publicamente um episódio que a deixou constrangida durante uma audiência com um promotor de Justiça em Goiás. Segundo seu relato, o promotor teria feito um gesto ambíguo, como se estivesse pedindo seu número de telefone, o que ela entendeu como um ato de assédio sutil, comum em ambientes formais e marcados pela desigualdade de poder.
Por relatar essa experiência em um podcast, MESMO SEM CITAR NOMES OU DADOS SENSIVEIS, Suzana foi processada e condenada por calúnia, difamação e injúria racial. Foi tratada como criminosa por expressar sua vivência e criticar o sistema de Justiça.
. Essa condenação é desproporcional, injusta e perigosa.
. Ela reforça o silenciamento de mulheres que denunciam comportamentos machistas, principalmente quando os acusados ocupam cargos de poder.
. Ela ignora que formas sutis de assédio existem, sim — e são difíceis de provar justamente por serem feitas em ambientes sem testemunhas.
Suzana não está sozinha. Milhares de mulheres já passaram por situações semelhantes e foram desacreditadas, processadas ou punidas por falarem a verdade.
Por isso, exigimos:
1 - A revisão urgente da sentença, com análise sob a perspectiva de gênero e liberdade de expressão;
2 - O reconhecimento da violência institucional de gênero como prática que precisa ser coibida e não reforçada pelo Judiciário;
3 - Garantias de que nenhuma mulher será punida por relatar uma experiência de constrangimento ou assédio, ainda que não possa prová-la com vídeos ou testemunhas.
Assine este manifesto em apoio à Suzana e a todas as mulheres que ousam romper o silêncio.
Se tocam em uma, tocam em todas.
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Os tomadores de decisão
Abaixo-assinado criado em 10 de julho de 2025