

#IntervençãoFiel: Torcida pede Intervenção Judicial no Corinthians
O problema
O Corinthians não é dos dirigentes. É da Fiel!
Depois de anos de promessas quebradas, contas nebulosas e decisões tomadas de costas para a Fiel Torcida, chegou a hora de revolucionar o Corinthians. O #IntervençãoFiel é o abaixo-assinado que pede, uma intervenção judicial (baseado no sólido escopo estruturado pelo Coletivo Salvem o Corinthians) para devolver o clube a quem ele pertence: a Fiel Torcida.
Conheça mais em: intervencaofiel.com.br
Assinar o abaixo-assinado é gratuito. O pedido de doação que aparece no final é automático da própria plataforma Change.org. Basta pular essa etapa e o seu apoio já estará contabilizado gratuitamente.
Depois de assinar, escolha um dos grupos abaixo para entrar e continuar na luta pelo Corinthians:
- Rivellino - #LibertaçãoJá
- Zé Maria - #LibertaçãoJá
- Marcelinho - #LibertaçãoJá
- Sócrates - #LibertaçãoJá (grupo lotado)
As vagas nos grupos são limitadas. Caso um grupo esteja lotado, entre em outro. Escolha apenas um grupo, por gentileza.
A motivação
Com uma dívida que se aproxima dos R$ 3 bilhões, o Corinthians está diante do colapso absoluto de um modelo associativo parasitário, historicamente capturado por interesses individuais. A atual estrutura política do Parque São Jorge demonstrou ser incapaz de administrar um clube que, apesar de movimentar receitas expressivas e possuir enorme potencial econômico, foi arrastado para um desastre financeiro e indícios de corrupção.
Os números divulgados nas demonstrações financeiras de 2025 registram déficit de R$ 143,4 milhões e dívida bruta de R$2,723 bilhões. Ao mesmo tempo, o clube continua precisando administrar bloqueios, acordos e obrigações com credores, atletas, fornecedores e instituições financeiras. Uma estrutura desse tamanho não pode continuar submetida a disputas políticas e controles que não funcionam de maneira independente.
Em decisão proferida no processo do Regime Centralizado de Execuções, a Justiça determinou que o Corinthians explicasse inconsistências na declaração de receitas de fevereiro de 2026. A decisão também advertiu que a resistência no fornecimento de documentos ou a apresentação de declarações inconsistentes poderia levar à nomeação de observador judicial ou interventor judicial.
O diagnóstico dessa estrutura revela que o Corinthians corre risco real de falência — não apenas financeira, mas também institucional. O clube está submetido a disputas políticas, conflitos internos, fragilidade dos órgãos de controle e sucessivos questionamentos sobre contratos, despesas e decisões administrativas.
Após assinar, continue na luta pelo Corinthians!
Esse alerta não partiu da torcida. Está registrado em uma decisão judicial.
O Ministério Público de São Paulo também instaurou investigação civil para apurar a possibilidade de intervenção judicial no clube, com base em diversos pontos de preocupação relacionados à gestão, às contas, aos contratos, aos mecanismos de controle e ao funcionamento institucional. Em maio de 2026, o Conselho Superior do Ministério Público rejeitou o recurso apresentado pelo Corinthians e permitiu a continuidade dessa apuração.
Isso não significa que a intervenção já tenha sido decretada, nem que qualquer pessoa possa ser considerada culpada antes do devido processo legal. Significa que os fatos são graves o bastante para exigir investigação séria, independente e célere.
O Corinthians não é apenas um time de futebol. É uma instituição centenária, formada pela luta de seus associados e pela paixão de mais de 30 milhões de torcedores no Brasil e no mundo. É por esse amor, e não contra ele, que a Fiel Torcida se mobiliza.
O que estamos pedindo
Pedimos que o Ministério Público e o Poder Judiciário:
- Deem continuidade, com prioridade, às investigações já instauradas, preservando documentos, ouvindo as partes e apurando responsabilidades com independência;
- Analisem o pedido de intervenção judicial já apresentado e, se comprovados os requisitos legais, adotem a medida adequada para proteger o Corinthians;
- Considerem a nomeação de um interventor ou administrador judicial temporário, independente e tecnicamente qualificado, com poderes, prazo e objetivos claramente definidos;
- Garantam auditoria independente, proteção do patrimônio, organização financeira, cumprimento das obrigações judiciais e funcionamento efetivo dos órgãos de fiscalização;
- Assegurem transparência compatível com o sigilo legal, relatórios periódicos e a participação dos associados na reconstrução institucional do clube;
- Estabeleçam um plano de transição para devolver o Corinthians à normalidade estatutária, com eleições regulares e mecanismos que impeçam a repetição do mesmo modelo de captura política.
O problema não é apenas uma pessoa
As controvérsias envolvendo diferentes administrações — como investigações sobre uso de cartões corporativos, contratos, comissões, materiais do clube e falhas de fiscalização — mostram que o problema não pode ser reduzido à troca de um presidente.
O que está em discussão é a capacidade de o próprio sistema interno investigar, fiscalizar e corrigir seus problemas. Quando os órgãos de controle se mostram paralisados, conflitados ou incapazes de garantir transparência, a Justiça precisa avaliar medidas excepcionais para proteger a instituição e os direitos de seus associados.
Intervenção judicial não é privatização
Intervenção judicial não significa vender o Corinthians, vender o Parque São Jorge ou a Neo Química Arena, transformar automaticamente o clube em SAF, interferir na escalação ou administrar o futebol para sempre.
Também não significa condenar antecipadamente qualquer pessoa.
O que se pede é uma medida excepcional, temporária e fiscalizada, destinada a proteger documentos, patrimônio e direitos associativos; organizar a administração; fortalecer a fiscalização; realizar uma auditoria independente; e criar condições para que o clube volte a ser administrado com transparência e responsabilidade.
O caso do Esporte Clube Bahia demonstra que uma intervenção pode ser utilizada para reorganizar instituições e abrir caminho para mudanças estatutárias e eleições regulares. O caso do Corinthians, naturalmente, precisa ser analisado de acordo com suas próprias provas e circunstâncias. O precedente apenas mostra que intervenção não precisa significar destruição: pode significar reconstrução.
Da #ExpulsãoJá à #LibertaçãoJá
Esta mobilização dá continuidade à luta iniciada com a #ExpulsãoJá, contra a impunidade, e fortalecida pela #LibertaçãoJá, em defesa da libertação do Corinthians de um modelo político que há décadas não entrega transparência, responsabilidade e respeito à sua história.
Agora, com a #IntervençãoFiel, pedimos que as instituições competentes ajam antes que a crise se torne irreversível.
Não queremos um salvador da pátria. Não estamos defendendo um nome ou um grupo político. Estamos defendendo um processo técnico, independente, temporário e transparente para preservar o Corinthians e devolvê-lo à normalidade institucional.
Assine esta petição se você acredita que nenhuma pessoa, grupo ou conselho é maior que o Corinthians.
O Corinthians precisa ser protegido. A Fiel precisa ser ouvida. E a Justiça precisa agir.
#IntervençãoFiel
Após assinar, continue na luta pelo Corinthians!
Acesse nosso site oficial e torne-se um apoiador do movimento: intervencaofiel.com.br/obrigado

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O problema
O Corinthians não é dos dirigentes. É da Fiel!
Depois de anos de promessas quebradas, contas nebulosas e decisões tomadas de costas para a Fiel Torcida, chegou a hora de revolucionar o Corinthians. O #IntervençãoFiel é o abaixo-assinado que pede, uma intervenção judicial (baseado no sólido escopo estruturado pelo Coletivo Salvem o Corinthians) para devolver o clube a quem ele pertence: a Fiel Torcida.
Conheça mais em: intervencaofiel.com.br
Assinar o abaixo-assinado é gratuito. O pedido de doação que aparece no final é automático da própria plataforma Change.org. Basta pular essa etapa e o seu apoio já estará contabilizado gratuitamente.
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- Rivellino - #LibertaçãoJá
- Zé Maria - #LibertaçãoJá
- Marcelinho - #LibertaçãoJá
- Sócrates - #LibertaçãoJá (grupo lotado)
As vagas nos grupos são limitadas. Caso um grupo esteja lotado, entre em outro. Escolha apenas um grupo, por gentileza.
A motivação
Com uma dívida que se aproxima dos R$ 3 bilhões, o Corinthians está diante do colapso absoluto de um modelo associativo parasitário, historicamente capturado por interesses individuais. A atual estrutura política do Parque São Jorge demonstrou ser incapaz de administrar um clube que, apesar de movimentar receitas expressivas e possuir enorme potencial econômico, foi arrastado para um desastre financeiro e indícios de corrupção.
Os números divulgados nas demonstrações financeiras de 2025 registram déficit de R$ 143,4 milhões e dívida bruta de R$2,723 bilhões. Ao mesmo tempo, o clube continua precisando administrar bloqueios, acordos e obrigações com credores, atletas, fornecedores e instituições financeiras. Uma estrutura desse tamanho não pode continuar submetida a disputas políticas e controles que não funcionam de maneira independente.
Em decisão proferida no processo do Regime Centralizado de Execuções, a Justiça determinou que o Corinthians explicasse inconsistências na declaração de receitas de fevereiro de 2026. A decisão também advertiu que a resistência no fornecimento de documentos ou a apresentação de declarações inconsistentes poderia levar à nomeação de observador judicial ou interventor judicial.
O diagnóstico dessa estrutura revela que o Corinthians corre risco real de falência — não apenas financeira, mas também institucional. O clube está submetido a disputas políticas, conflitos internos, fragilidade dos órgãos de controle e sucessivos questionamentos sobre contratos, despesas e decisões administrativas.
Após assinar, continue na luta pelo Corinthians!
Esse alerta não partiu da torcida. Está registrado em uma decisão judicial.
O Ministério Público de São Paulo também instaurou investigação civil para apurar a possibilidade de intervenção judicial no clube, com base em diversos pontos de preocupação relacionados à gestão, às contas, aos contratos, aos mecanismos de controle e ao funcionamento institucional. Em maio de 2026, o Conselho Superior do Ministério Público rejeitou o recurso apresentado pelo Corinthians e permitiu a continuidade dessa apuração.
Isso não significa que a intervenção já tenha sido decretada, nem que qualquer pessoa possa ser considerada culpada antes do devido processo legal. Significa que os fatos são graves o bastante para exigir investigação séria, independente e célere.
O Corinthians não é apenas um time de futebol. É uma instituição centenária, formada pela luta de seus associados e pela paixão de mais de 30 milhões de torcedores no Brasil e no mundo. É por esse amor, e não contra ele, que a Fiel Torcida se mobiliza.
O que estamos pedindo
Pedimos que o Ministério Público e o Poder Judiciário:
- Deem continuidade, com prioridade, às investigações já instauradas, preservando documentos, ouvindo as partes e apurando responsabilidades com independência;
- Analisem o pedido de intervenção judicial já apresentado e, se comprovados os requisitos legais, adotem a medida adequada para proteger o Corinthians;
- Considerem a nomeação de um interventor ou administrador judicial temporário, independente e tecnicamente qualificado, com poderes, prazo e objetivos claramente definidos;
- Garantam auditoria independente, proteção do patrimônio, organização financeira, cumprimento das obrigações judiciais e funcionamento efetivo dos órgãos de fiscalização;
- Assegurem transparência compatível com o sigilo legal, relatórios periódicos e a participação dos associados na reconstrução institucional do clube;
- Estabeleçam um plano de transição para devolver o Corinthians à normalidade estatutária, com eleições regulares e mecanismos que impeçam a repetição do mesmo modelo de captura política.
O problema não é apenas uma pessoa
As controvérsias envolvendo diferentes administrações — como investigações sobre uso de cartões corporativos, contratos, comissões, materiais do clube e falhas de fiscalização — mostram que o problema não pode ser reduzido à troca de um presidente.
O que está em discussão é a capacidade de o próprio sistema interno investigar, fiscalizar e corrigir seus problemas. Quando os órgãos de controle se mostram paralisados, conflitados ou incapazes de garantir transparência, a Justiça precisa avaliar medidas excepcionais para proteger a instituição e os direitos de seus associados.
Intervenção judicial não é privatização
Intervenção judicial não significa vender o Corinthians, vender o Parque São Jorge ou a Neo Química Arena, transformar automaticamente o clube em SAF, interferir na escalação ou administrar o futebol para sempre.
Também não significa condenar antecipadamente qualquer pessoa.
O que se pede é uma medida excepcional, temporária e fiscalizada, destinada a proteger documentos, patrimônio e direitos associativos; organizar a administração; fortalecer a fiscalização; realizar uma auditoria independente; e criar condições para que o clube volte a ser administrado com transparência e responsabilidade.
O caso do Esporte Clube Bahia demonstra que uma intervenção pode ser utilizada para reorganizar instituições e abrir caminho para mudanças estatutárias e eleições regulares. O caso do Corinthians, naturalmente, precisa ser analisado de acordo com suas próprias provas e circunstâncias. O precedente apenas mostra que intervenção não precisa significar destruição: pode significar reconstrução.
Da #ExpulsãoJá à #LibertaçãoJá
Esta mobilização dá continuidade à luta iniciada com a #ExpulsãoJá, contra a impunidade, e fortalecida pela #LibertaçãoJá, em defesa da libertação do Corinthians de um modelo político que há décadas não entrega transparência, responsabilidade e respeito à sua história.
Agora, com a #IntervençãoFiel, pedimos que as instituições competentes ajam antes que a crise se torne irreversível.
Não queremos um salvador da pátria. Não estamos defendendo um nome ou um grupo político. Estamos defendendo um processo técnico, independente, temporário e transparente para preservar o Corinthians e devolvê-lo à normalidade institucional.
Assine esta petição se você acredita que nenhuma pessoa, grupo ou conselho é maior que o Corinthians.
O Corinthians precisa ser protegido. A Fiel precisa ser ouvida. E a Justiça precisa agir.
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Abaixo-assinado criado em 11 de agosto de 2026