Indignação e revolta pela morte do menino Marcos Vinicius


Indignação e revolta pela morte do menino Marcos Vinicius
O problema
Nós, convencidos que estamos de que a prioridade nacional é o fortalecimento da Educação Básica e da escola pública, manifestamos nossa indignação e revolta ante o bárbaro assassinato cometido dia 21 de junho deste ano pela polícia fluminense contra o menino Marcos Vinicius da Silva, de apenas catorze anos, quando se dirigia à escola. Suas últimas palavras, “Mamãe, eles não viram que eu estava com roupa de escola?” afetam até o fundo de nossos corações. É uma vida cortada cruelmente, e tem toda a razão sua mãe quando afirma: “É um Estado doente o que mata criança com roupa de escola”.
Um golpe como este é um golpe contra a humanidade. É também um golpe dirigido diretamente contra a escola pública. Por isso mesmo, protestamos contra mais esse crime. Exigimos que ele não fique impune, recebendo a rápida e justa apuração das responsabilidades por ele. Finalmente, afirmamos com toda a ênfase que deve parar imediatamente o massacre das populações pobres das periferias brasileiras, o que é condição essencial para que a escola pública possa realizar seu potencial de promover, no Brasil, a igualdade de oportunidades, necessária para nosso desenvolvimento social, econômico, educacional e cultural.
O problema
Nós, convencidos que estamos de que a prioridade nacional é o fortalecimento da Educação Básica e da escola pública, manifestamos nossa indignação e revolta ante o bárbaro assassinato cometido dia 21 de junho deste ano pela polícia fluminense contra o menino Marcos Vinicius da Silva, de apenas catorze anos, quando se dirigia à escola. Suas últimas palavras, “Mamãe, eles não viram que eu estava com roupa de escola?” afetam até o fundo de nossos corações. É uma vida cortada cruelmente, e tem toda a razão sua mãe quando afirma: “É um Estado doente o que mata criança com roupa de escola”.
Um golpe como este é um golpe contra a humanidade. É também um golpe dirigido diretamente contra a escola pública. Por isso mesmo, protestamos contra mais esse crime. Exigimos que ele não fique impune, recebendo a rápida e justa apuração das responsabilidades por ele. Finalmente, afirmamos com toda a ênfase que deve parar imediatamente o massacre das populações pobres das periferias brasileiras, o que é condição essencial para que a escola pública possa realizar seu potencial de promover, no Brasil, a igualdade de oportunidades, necessária para nosso desenvolvimento social, econômico, educacional e cultural.
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Abaixo-assinado criado em 22 de junho de 2018