Peça a verdade sobre o desastre do óleo nas praias do Nordeste do Brasil

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As primeiras manchas de óleo apareceram nas praias do Nordeste brasileiro em 30 de agosto desse ano e nada foi feito para amenizar ou até resolver o problema ambiental. Parece ter sido intencional não se envolver pessoas e grupos que poderiam definitivamente ter colaborado. O certo era ter agido de forma organizada, legal e dentro das normas desde o primeiro momento em que se avistou óleo chegando às praias, mas nenhum ogão oficial, nenhuma instituição pública com competência em matéria fez nada. A legislação (que no Brasil existe e é muito boa) não está sendo cumprida. Foi necessário que o problema se espalhasse assustadoramente para que, só no último sábado (7) – quase 40 dias depois dos primeiros registros -, o presidente Jair Bolsonaro determinasse que a Polícia Federal e a Marinha investigassem as causas e as responsabilidades do que, com atraso, passou a ser considerado um crime ambiental de grandes proporções. As ações de mitigação e prevenção estão sendo realizadas num trabalho de formiguinha, que muitas vezes envolve mais o ativismo do que o cumprimento governamental. Nenhuma informação oficial e nenhum serio procedimento para impedir que a mancha continue se espalhando está sendo adotado. Queremos que os responsáveis sejam identificados e punidos e que paguem para o desastre ambiental provocado. Queremos que medidas de contenção dos danos ambientais sejam realizadas agora e não amanhã.