Catarinenses pedem Socorro pela rodovia BR470


Catarinenses pedem Socorro pela rodovia BR470
O problema
Meu nome é Jéssica Duarte e representando o Movimento SOS 470 e os Catarinenses que unidos vêm através deste documento fazer um "Pedido Oficial de Socorro às Autoridades do Governo Federal".
O Estado Santa Catarina experimenta um grave aprofundamento de suas desigualdades regionais. Fruto, sobretudo, do cenário de abandono de sua infraestrutura de transportes. A calamidade, há muito está instalada em nossas rodovias federais. Este grito, em especial, destina-se à principal rodovia de ligação de Santa Catarina: a BR-470/SC.
Uma das mais violentas estradas federais (uma pessoa morre a cada 3 dias), outrora artéria do desenvolvimento, aguarda pelas promessas de duplicação e concessão desde o fim dos anos de 1990. As obras de ampliação da capacidade entre Navegantes e Indaial, iniciadas em 2013, deveriam ser concluídas em 2017. Até agora nenhum metro de asfalto foi adicionado nem as desapropriações aconteceram.
A logística do estado está comprometida, estamos perdendo competitividade perante os demais estados brasileiros, o custo médio de transporte já está acima da média. Se nada for feito, nossa economia tende a minguar ou até mesmo quebrar em pouco menos de uma década. O modelo de negócio de SC corre o risco de falência e assim acaba por engrossar a lista de Estados quebrados.
A região de Blumenau, uma das mais ricas e produtivas do Estado encontra-se um caos total, os precários trevos e entradas das cidades de Timbó, Gaspar, Pomerode e Indaial acabam sofrendo diariamente com a lentidão de menos de 40KM/H na rodovia, gerando congestionamentos desde cedo, todos os dias. A situação esta ficando inconcebível. Chegará o dia em que os Catarinenses não poderão mais "turistar" em seu próprio estado, deixando de utilizar o litoral como opção de férias pois chega-se à levar 5 horas para percorrer um trecho de apenas 200Km.
O Movimento SOS 470 vem buscando unir forças entre os catarinenses e os usuários da Rodovia BR 470 para despertar atenção das autoridades.
Ai em Brasília, alguém irá reagir?

O problema
Meu nome é Jéssica Duarte e representando o Movimento SOS 470 e os Catarinenses que unidos vêm através deste documento fazer um "Pedido Oficial de Socorro às Autoridades do Governo Federal".
O Estado Santa Catarina experimenta um grave aprofundamento de suas desigualdades regionais. Fruto, sobretudo, do cenário de abandono de sua infraestrutura de transportes. A calamidade, há muito está instalada em nossas rodovias federais. Este grito, em especial, destina-se à principal rodovia de ligação de Santa Catarina: a BR-470/SC.
Uma das mais violentas estradas federais (uma pessoa morre a cada 3 dias), outrora artéria do desenvolvimento, aguarda pelas promessas de duplicação e concessão desde o fim dos anos de 1990. As obras de ampliação da capacidade entre Navegantes e Indaial, iniciadas em 2013, deveriam ser concluídas em 2017. Até agora nenhum metro de asfalto foi adicionado nem as desapropriações aconteceram.
A logística do estado está comprometida, estamos perdendo competitividade perante os demais estados brasileiros, o custo médio de transporte já está acima da média. Se nada for feito, nossa economia tende a minguar ou até mesmo quebrar em pouco menos de uma década. O modelo de negócio de SC corre o risco de falência e assim acaba por engrossar a lista de Estados quebrados.
A região de Blumenau, uma das mais ricas e produtivas do Estado encontra-se um caos total, os precários trevos e entradas das cidades de Timbó, Gaspar, Pomerode e Indaial acabam sofrendo diariamente com a lentidão de menos de 40KM/H na rodovia, gerando congestionamentos desde cedo, todos os dias. A situação esta ficando inconcebível. Chegará o dia em que os Catarinenses não poderão mais "turistar" em seu próprio estado, deixando de utilizar o litoral como opção de férias pois chega-se à levar 5 horas para percorrer um trecho de apenas 200Km.
O Movimento SOS 470 vem buscando unir forças entre os catarinenses e os usuários da Rodovia BR 470 para despertar atenção das autoridades.
Ai em Brasília, alguém irá reagir?

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Abaixo-assinado criado em 16 de novembro de 2016