O Setor de Eventos do RN implora SOCORRO! AJUDE-NOS antes que seja tarde!!
O Setor de Eventos do RN implora SOCORRO! AJUDE-NOS antes que seja tarde!!
O problema
Abaixo assinado de pedido de socorro para que o PODER PÚBLICO olhe para os Profissionais de Eventos do Estado do Rio Grande do Norte e seus municípios para incluírem a TODOS nos pacotes econômicos e programas do Governo Estadual e Municipal e que o plano de desconfinamento seja colocado em prática e a retomada dos eventos possa acontecer de forma gradativa.
CONVOCAMOS TODOS OS PROFISSIONAIS DA ÁREA DE EVENTOS E TAMBÉM TODA A POPULAÇÃO EM GERAL PARA QUE NOS APOIEM, POIS PRECISAMOS DE SOCORRO. VÁRIAS EMPRESAS FECHARAM E MUITAS OUTRAS ESTÃO EM PROCESSO DE FALÊNCIA. NÃO TEMOS TRABALHO. ESTAMOS SENDO HUMILHADOS PELO PODER PÚBLICO, POIS ESTÃO NOS DEIXANDO PARA MORRERMOS DE FOME. CLAMAMOS PELA SOBREVIVÊNCIA DO MERCADO DE EVENTOS E DE TODOS OS PROFISSIONAIS DA ÁREA.
Primeiramente peçamos a Deus que conforte os corações daqueles tantos que tiveram em suas famílias uma vida retirada por esta terrível doença. Queremos também pedir a Ele que ilumine e proteja nossos heróis e heroínas da saúde de nosso Estado.
Somos centenas de profissionais envolvidos direta ou indiretamente na execução dos eventos, gerando bilhões em impostos e impactando em torno de 13% da economia brasileira. Nossos percentuais fazem diferença para esse país. Trabalhamos suado todos os dias para que nosso estado cresça e para garantir o sustento de nossas famílias e nossos sonhos.
Shows, eventos e feiras não se montam sozinhos. Existem milhares de pessoas, distribuídas em diferentes funções, que são as responsáveis para que a magia do projeto aconteça. Produtores, carregadores, seguranças, profissionais de limpeza, montadores, equipe de acesso, operadores de luz, áudio, vídeo, maquiadores, figurinistas, costureiras, bailarinos, entre outras, são apenas algumas das peças que fazem toda engrenagem funcionar.
Profissionais envolvidos nos eventos: cerimonialistas, assessores de eventos, organizadores, produtores, promotores de eventos, festeiros, espaços e salões de eventos, donos de buffet, decoradores, floristas, cortineiros, carregadores, tapeceiros, cozinheiros, auxiliares de cozinha, garçons, copeiros, seguranças, recepcionistas, maitres, chefes de cozinha, manobristas, dançarinos, bailarinos, animadores, monitores infantis, palhaços, mágicos, artistas circenses, artistas em pintura facial e corporal, atores e atrizes, músicos, cantores, equipes de apoio, técnicos de som e luz, projetistas, cenógrafos, designers, arquitetos, engenheiros, administradores, contadores, designers de jóias, ouvires, joalheiros, funcionários de lojas de artigos fotográficos, fotógrafos, cinegrafistas, videomakers, filmakers, editores de foto e vídeo, empresas de impressão de fotos e convites, criadores e empresas de brindes personalizados, funcionários de empresas de organização de casamentos, aniversários e formaturas, calígrafos, doceiros, boleiros, cake designers, bartenders, donos e funcionários de lojas de aluguel de trajes e acessórios, DJs, VJs, técnicos de informática, técnicos de projeção, técnicos de áudio visual, mestre de cerimônias, apresentadores, montadores de estruturas de palco, camarins e stands, cabeleireiros, maquiadores, donos de salões de beleza, esmalterias e SPAs, parques infantis, empresas de alugueis de brinquedos, vendedores de lojas de venda de balões e artigos para festas, baloeiros, motoristas de aplicativo, gráficas, papelarias, armarinhos, lojas de vendas de tecidos, lojas de vendas de artigos de bijouterias, acessórios para cabelo e tantos outros profissionais.
PRECISAMOS DE APOIO. PRECISAMOS QUE OLHEM POR NÓS. PRECISAMOS DE UM MÍNIMO DE DIGNIDADE. SOMOS CIDADÃOS BRASILEIROS!
Principais reivindicações:
*Plano de desconfinamento do setor de eventos - que pelo menos sejamos citados no próximos decretos, com possibilidade de início de retomada;
*Retomada gradativa dos eventos, assim que os índices de contaminação estiverem em maior controle, com redução da capacidade total do espaço, sendo sugerido que se considere pelo menos 50% dessa capacidade, para que o faturamento compense e, ao mesmo tempo, possibilite a implementação de estratégias de segurança de forma a assegurar a saúde de todos os envolvidos.
* Inclusão dos Profissionais de Eventos no auxílio financeiro do Governo do Estado e demais programas municipais, estaduais e federais.
* Isenção de IPVA para pelo menos 1 veículo de profissionais de eventos que o utilize para trabalho;
* Isenção total ou parcial de tributações como IPTU e Alvará;
* Isenção de ISS e TLPL 2021 para os empresários do setor de eventos;
* Linhas de crédito com os mesmos critérios aplicados para outros setores, em diversas categorias empresariais da área de eventos, do microempreendedor ao grande empresário;
Nossa manifestação não é pela simples reabertura, é pela justa reparação.
Alguns setores estão há mais de ano sem poder trabalhar, outros enfrentam restrições tão severas que inviabilizam sua operação. As demissões em eventos, hotéis, agências de viagem, restaurantes e bares, ultrapassam 12.000 pessoas em nosso estado.
Sempre que solicitamos operar dentro das regras de prevenção, nos foi negado trabalhar alegando-se o princípio do bem comum e da precaução. Acolhemos resignadamente estes argumentos.
Mesmo nossos setores tendo sido os primeiros a propor protocolos rígidos e não diferirem, substancialmente, em se tratando de “aglomeração”, do transporte coletivo por exemplo. Ao contrário, eventos, como um casamento têm controle de presença, medição de temperatura, higienização, distanciamento entre mesas (todas com álcool 70%), proibição de pista de dança, máscara durante todo o tempo em que estiver fora da mesa, etc.
Fomos obrigados a aceitar que somos diferentes e que temos de nos sacrificar mais que outros setores pelo bem e a saúde da comunidade de nosso estado.
Mas, já que não pode haver justa igualdade na distribuição do ônus da grande crise ocasionada pela Covid 19, que haja REPARAÇÃO pois, mesmo proibidos por decreto de funcionar, continuam as faturas de aluguel, de impostos como IPTU, de luz, de condomínio, de folha de pagamento dos funcionários, etc.
Se essa proibição ou severa restrição de funcionamento é do interesse da coletividade, que seja assim, a coletividade representada pelo poder público, que editou a norma que nos proíbe de trabalhar, de ganhar o pão, a nos fazer a justa reparação.
Normas que concorrem ao interesse da coletividade, necessitam mecanismos do poder público que obrigam a população a se comportar passivamente. Nesse caso deve-se obedecer. Entretanto não podemos negar que resistir é um direito reconhecido aos cidadãos em certas condições. A resistência é legítima em nossa condição quando a ordem que o poder impõe está divorciada da justiça.
Imagine que fosse como você...
E se...
...Você precisasse trabalha e fosse proibido?
...Você tivesse que garantir o sustento de sua família e fosse proibido?
...Você seguisse todos protocolos e não fosse notado?
Assina esta petição a Associação dos Profissionais de Eventos do Rio Grande do Norte - APE/RN

2.719
O problema
Abaixo assinado de pedido de socorro para que o PODER PÚBLICO olhe para os Profissionais de Eventos do Estado do Rio Grande do Norte e seus municípios para incluírem a TODOS nos pacotes econômicos e programas do Governo Estadual e Municipal e que o plano de desconfinamento seja colocado em prática e a retomada dos eventos possa acontecer de forma gradativa.
CONVOCAMOS TODOS OS PROFISSIONAIS DA ÁREA DE EVENTOS E TAMBÉM TODA A POPULAÇÃO EM GERAL PARA QUE NOS APOIEM, POIS PRECISAMOS DE SOCORRO. VÁRIAS EMPRESAS FECHARAM E MUITAS OUTRAS ESTÃO EM PROCESSO DE FALÊNCIA. NÃO TEMOS TRABALHO. ESTAMOS SENDO HUMILHADOS PELO PODER PÚBLICO, POIS ESTÃO NOS DEIXANDO PARA MORRERMOS DE FOME. CLAMAMOS PELA SOBREVIVÊNCIA DO MERCADO DE EVENTOS E DE TODOS OS PROFISSIONAIS DA ÁREA.
Primeiramente peçamos a Deus que conforte os corações daqueles tantos que tiveram em suas famílias uma vida retirada por esta terrível doença. Queremos também pedir a Ele que ilumine e proteja nossos heróis e heroínas da saúde de nosso Estado.
Somos centenas de profissionais envolvidos direta ou indiretamente na execução dos eventos, gerando bilhões em impostos e impactando em torno de 13% da economia brasileira. Nossos percentuais fazem diferença para esse país. Trabalhamos suado todos os dias para que nosso estado cresça e para garantir o sustento de nossas famílias e nossos sonhos.
Shows, eventos e feiras não se montam sozinhos. Existem milhares de pessoas, distribuídas em diferentes funções, que são as responsáveis para que a magia do projeto aconteça. Produtores, carregadores, seguranças, profissionais de limpeza, montadores, equipe de acesso, operadores de luz, áudio, vídeo, maquiadores, figurinistas, costureiras, bailarinos, entre outras, são apenas algumas das peças que fazem toda engrenagem funcionar.
Profissionais envolvidos nos eventos: cerimonialistas, assessores de eventos, organizadores, produtores, promotores de eventos, festeiros, espaços e salões de eventos, donos de buffet, decoradores, floristas, cortineiros, carregadores, tapeceiros, cozinheiros, auxiliares de cozinha, garçons, copeiros, seguranças, recepcionistas, maitres, chefes de cozinha, manobristas, dançarinos, bailarinos, animadores, monitores infantis, palhaços, mágicos, artistas circenses, artistas em pintura facial e corporal, atores e atrizes, músicos, cantores, equipes de apoio, técnicos de som e luz, projetistas, cenógrafos, designers, arquitetos, engenheiros, administradores, contadores, designers de jóias, ouvires, joalheiros, funcionários de lojas de artigos fotográficos, fotógrafos, cinegrafistas, videomakers, filmakers, editores de foto e vídeo, empresas de impressão de fotos e convites, criadores e empresas de brindes personalizados, funcionários de empresas de organização de casamentos, aniversários e formaturas, calígrafos, doceiros, boleiros, cake designers, bartenders, donos e funcionários de lojas de aluguel de trajes e acessórios, DJs, VJs, técnicos de informática, técnicos de projeção, técnicos de áudio visual, mestre de cerimônias, apresentadores, montadores de estruturas de palco, camarins e stands, cabeleireiros, maquiadores, donos de salões de beleza, esmalterias e SPAs, parques infantis, empresas de alugueis de brinquedos, vendedores de lojas de venda de balões e artigos para festas, baloeiros, motoristas de aplicativo, gráficas, papelarias, armarinhos, lojas de vendas de tecidos, lojas de vendas de artigos de bijouterias, acessórios para cabelo e tantos outros profissionais.
PRECISAMOS DE APOIO. PRECISAMOS QUE OLHEM POR NÓS. PRECISAMOS DE UM MÍNIMO DE DIGNIDADE. SOMOS CIDADÃOS BRASILEIROS!
Principais reivindicações:
*Plano de desconfinamento do setor de eventos - que pelo menos sejamos citados no próximos decretos, com possibilidade de início de retomada;
*Retomada gradativa dos eventos, assim que os índices de contaminação estiverem em maior controle, com redução da capacidade total do espaço, sendo sugerido que se considere pelo menos 50% dessa capacidade, para que o faturamento compense e, ao mesmo tempo, possibilite a implementação de estratégias de segurança de forma a assegurar a saúde de todos os envolvidos.
* Inclusão dos Profissionais de Eventos no auxílio financeiro do Governo do Estado e demais programas municipais, estaduais e federais.
* Isenção de IPVA para pelo menos 1 veículo de profissionais de eventos que o utilize para trabalho;
* Isenção total ou parcial de tributações como IPTU e Alvará;
* Isenção de ISS e TLPL 2021 para os empresários do setor de eventos;
* Linhas de crédito com os mesmos critérios aplicados para outros setores, em diversas categorias empresariais da área de eventos, do microempreendedor ao grande empresário;
Nossa manifestação não é pela simples reabertura, é pela justa reparação.
Alguns setores estão há mais de ano sem poder trabalhar, outros enfrentam restrições tão severas que inviabilizam sua operação. As demissões em eventos, hotéis, agências de viagem, restaurantes e bares, ultrapassam 12.000 pessoas em nosso estado.
Sempre que solicitamos operar dentro das regras de prevenção, nos foi negado trabalhar alegando-se o princípio do bem comum e da precaução. Acolhemos resignadamente estes argumentos.
Mesmo nossos setores tendo sido os primeiros a propor protocolos rígidos e não diferirem, substancialmente, em se tratando de “aglomeração”, do transporte coletivo por exemplo. Ao contrário, eventos, como um casamento têm controle de presença, medição de temperatura, higienização, distanciamento entre mesas (todas com álcool 70%), proibição de pista de dança, máscara durante todo o tempo em que estiver fora da mesa, etc.
Fomos obrigados a aceitar que somos diferentes e que temos de nos sacrificar mais que outros setores pelo bem e a saúde da comunidade de nosso estado.
Mas, já que não pode haver justa igualdade na distribuição do ônus da grande crise ocasionada pela Covid 19, que haja REPARAÇÃO pois, mesmo proibidos por decreto de funcionar, continuam as faturas de aluguel, de impostos como IPTU, de luz, de condomínio, de folha de pagamento dos funcionários, etc.
Se essa proibição ou severa restrição de funcionamento é do interesse da coletividade, que seja assim, a coletividade representada pelo poder público, que editou a norma que nos proíbe de trabalhar, de ganhar o pão, a nos fazer a justa reparação.
Normas que concorrem ao interesse da coletividade, necessitam mecanismos do poder público que obrigam a população a se comportar passivamente. Nesse caso deve-se obedecer. Entretanto não podemos negar que resistir é um direito reconhecido aos cidadãos em certas condições. A resistência é legítima em nossa condição quando a ordem que o poder impõe está divorciada da justiça.
Imagine que fosse como você...
E se...
...Você precisasse trabalha e fosse proibido?
...Você tivesse que garantir o sustento de sua família e fosse proibido?
...Você seguisse todos protocolos e não fosse notado?
Assina esta petição a Associação dos Profissionais de Eventos do Rio Grande do Norte - APE/RN

2.719
Os tomadores de decisão
Atualizações do abaixo-assinado
Compartilhar este abaixo-assinado
Abaixo-assinado criado em 24 de abril de 2021