EDUCAÇÃO: EU APOIO!


EDUCAÇÃO: EU APOIO!
O problema
EDUCAÇÃO: EU APOIO!
Nós, trabalhadores da educação do Estado do Acre, familiares e simpatizantes dessa causa, abaixo assinados, manifestamos nosso apoio a categoria da educação que busca incessantemente, desde o ano de 2017 até o presente momento (2021), melhorias salariais e de trabalho para os profissionais de educação.
A categoria pede o pagamento dos direitos garantidos no PCCR (Plano de Cargos Carreiras e Salários), que não está sendo pago pelo governo do estado. Assim como a gratificação de educação especial, piso salarial dos funcionários de escola, as aulas complementares atrasadas, a reposição do índice inflacionário dos anos de 2007 a 2021, dentre outras. Vale a pena lembrar de que temos boa parte dos professores provisórios que nem sequer receberam suas férias, referentes ao ano de 2018.
Com a pandemia do Coronavírus, os educadores tiveram aumento na sua carga horária de trabalho, pois estes não têm horário fixo para atender aos estudantes, chegando a trabalhar até 12h por dia, inclusive aos sábados, domingos e feriados, sem nenhuma estrutura para tal. O estado não contribui com nada para ajudar no custeio das aulas dadas remotamente pelos professores. A categoria pede respeito e ajuda com esses gastos, ou seja, melhoria nas condições de trabalho, como: aparelhos celulares, computadores, internet, energia elétrica, além de formação, essenciais para o uso das tecnologias, pede por melhorias sanitárias nas escolas e segurança, quando o ensino híbrido for implementado.
Para agravar ainda mais a situação precária, na qual os educadores têm vivido nesses últimos anos, agora a Secretaria de Educação aumentou a quantidade de turmas de algumas disciplinas como, Espanhol, Arte, Filosofia, Sociologia e Religião, impondo ao professor mais trabalho, sem qualquer ganho. Será que um professor com 14 turmas consegue exercer um trabalho de excelência, atendendo e ajudando a todos os alunos de maneira eficiente e eficaz?
Ressaltamos que os recursos do Novo FUNDEB são garantidos pelo Projeto de Lei nº 4.372/2020, que regulamenta o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação, agora permanente, que foi inserido na Constituição por meio da Emenda Constitucional nº 108/2020 e que, necessitava de regulamentação para ser implementado. A participação federal passa dos atuais 10% para 23%. O aumento é escalonado. Este ano, o percentual passa para 12%. Em 2022, 15%; em 2023, 17%; em 2024, 19%; em 2025, 21%; e a partir de 2026, 23%. E para o Estado do Acre o repasse foi de R$1,089 bilhão para ser utilizado de abril até dezembro de 2021, o que não tem sido feito por parte do governo Gladson Cameli. Reflita sobre isso!
Apoie nossa causa, nossa luta por melhorias na educação, pois um profissional bem remunerado, valorizado e com boas condições de trabalho, certamente exercerá a sua profissão com maior empenho e eficiência.
JUNTOS SOMOS MAIS FORTES!

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O problema
EDUCAÇÃO: EU APOIO!
Nós, trabalhadores da educação do Estado do Acre, familiares e simpatizantes dessa causa, abaixo assinados, manifestamos nosso apoio a categoria da educação que busca incessantemente, desde o ano de 2017 até o presente momento (2021), melhorias salariais e de trabalho para os profissionais de educação.
A categoria pede o pagamento dos direitos garantidos no PCCR (Plano de Cargos Carreiras e Salários), que não está sendo pago pelo governo do estado. Assim como a gratificação de educação especial, piso salarial dos funcionários de escola, as aulas complementares atrasadas, a reposição do índice inflacionário dos anos de 2007 a 2021, dentre outras. Vale a pena lembrar de que temos boa parte dos professores provisórios que nem sequer receberam suas férias, referentes ao ano de 2018.
Com a pandemia do Coronavírus, os educadores tiveram aumento na sua carga horária de trabalho, pois estes não têm horário fixo para atender aos estudantes, chegando a trabalhar até 12h por dia, inclusive aos sábados, domingos e feriados, sem nenhuma estrutura para tal. O estado não contribui com nada para ajudar no custeio das aulas dadas remotamente pelos professores. A categoria pede respeito e ajuda com esses gastos, ou seja, melhoria nas condições de trabalho, como: aparelhos celulares, computadores, internet, energia elétrica, além de formação, essenciais para o uso das tecnologias, pede por melhorias sanitárias nas escolas e segurança, quando o ensino híbrido for implementado.
Para agravar ainda mais a situação precária, na qual os educadores têm vivido nesses últimos anos, agora a Secretaria de Educação aumentou a quantidade de turmas de algumas disciplinas como, Espanhol, Arte, Filosofia, Sociologia e Religião, impondo ao professor mais trabalho, sem qualquer ganho. Será que um professor com 14 turmas consegue exercer um trabalho de excelência, atendendo e ajudando a todos os alunos de maneira eficiente e eficaz?
Ressaltamos que os recursos do Novo FUNDEB são garantidos pelo Projeto de Lei nº 4.372/2020, que regulamenta o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação, agora permanente, que foi inserido na Constituição por meio da Emenda Constitucional nº 108/2020 e que, necessitava de regulamentação para ser implementado. A participação federal passa dos atuais 10% para 23%. O aumento é escalonado. Este ano, o percentual passa para 12%. Em 2022, 15%; em 2023, 17%; em 2024, 19%; em 2025, 21%; e a partir de 2026, 23%. E para o Estado do Acre o repasse foi de R$1,089 bilhão para ser utilizado de abril até dezembro de 2021, o que não tem sido feito por parte do governo Gladson Cameli. Reflita sobre isso!
Apoie nossa causa, nossa luta por melhorias na educação, pois um profissional bem remunerado, valorizado e com boas condições de trabalho, certamente exercerá a sua profissão com maior empenho e eficiência.
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Os tomadores de decisão
Atualizações do abaixo-assinado
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Abaixo-assinado criado em 28 de maio de 2021