

NOS ÚLTIMOS 15 DIAS, TRÊS USUÁRIOS DE DROGAS, OCUPANTES DAS RUAS DA REGIÃO FORAM MORTOS.
Será que essas criaturas "amanhecerem mortas" nas calçadas, virará rotina na região?
Assim como é, há tempos, no "complexo cracolândia"?
NÃO DUVIDO!
Em menos de 15 dias tivemos 3 óbitos na área. Um na rua Guaporé, outro nas perpendiculares e outro na Eduardo Chaves.
Dois, parece, que morreram de overdose, inanição e abandono; e, outro acerto de contas, facada...
Diante desse quadro de horror, quem explica o porquê e para quê, num raio de 200 metros, existem 4 equipamentos caríssimos (2 na Rua Porto Seguro, e 2 na Rua Eduardo Chaves) para essa população?
Pois nenhum funciona como deveria! MUITO PELO CONTRÁRIO: FUNCIONA DA FORMA QUE É CONVENIENTE A ESSE PÚBLICO!
ISSO É INADMISSÍVEL!
E o resultado da imposição desses serviços é esse cenário desgraçado: Ruas tomadas de barracas, drogas, comércios clandestinos e ilícitos, imóveis invadidos, muito lixo, abandono, descaso e insegurança para a população de bem (sejam moradores, comerciantes, trabalhadores, estudantes, transeuntes...), desde 2014, piorando muito a partir de 2019.
A incompetência, irresponsabilidade e oportunismo da administração pública, somados a inércia e alienação de boa parte da população, deu nisso!
EU AVISEI!
Óbvio que, essas mortes não são casos isolados, nem tampouco os primeiros, isso deve ocorrer com frequência (mas abafados estrategicamente), assim como é a rotina do "complexo cracolândia": todos os dias removem corpos daquelas ruas... E, nossa região, está a caminho dessa medonha realidade. EU AVISEI!
O CENÁRIO
No ultimo dia 09/01/2025, um usuário do "novo grupo" formado na Rua Guaporé, "amanheceu" morto; dia 21/01/2025, pela manhã, outro caiu esfaqueado na Rua Eduardo Chaves (em frente ao Autonomia em foco), nesse meio tempo houve outro sem muito alarde.
Nas últimas semanas os usuários dos serviços da Rua Eduardo Chaves, tomaram conta das calçadas e ruas como se fosse um grande "playground" para consumo livre de entorpecentes e arruaça. O mais triste é que as crianças acolhidas participam.
No dia 22/01, presenciei uma cena absurdamente inconcebível: um usuário caído na calçada, seminu, inconsciente (tomado pelo consumo) sendo abordado por dois funcionário do novo serviço da Rua Eduardo Chaves, que, tentando reanimá-lo "com palavras carinhosas informava (como negociação) que o levariam para o banho e para a cama..."
Ora, um serviço que custa R$ 295.377,79/mês (além do aluguel de R$ 54 mil), um tal de "CENTRO DE ACOLHIDA ÀS PESSOAS EM SITUAÇÃO DE RUA", instalado para acolhimento, o acolhido sai, consome droga à vontade, "satisfeito" ocupa a calçada do outro lado da rua em frente ( e não era recente), após seu "lazer", os funcionários saem para "acudir", levar para banho e descanso... Só faltou a "comidinha na boca".
Pode isso, "Arnaldo"?
Está fácil fazer parte desse sistema de assistencialismo CARO e ineficiente!
O que está impossível é conviver com tamanha afronta!
Enquanto isso, a população que se "adapte", que insira na sua rotina viver nesse horror, e ainda, em breve, manobras de desvios dos corpos putrefatos nas calçadas. Ou deixe suas casas, comércios, serviços, por medo e impotência.
Até quando aguentaremos?
#spseguenoabandono apopulaçãopedesocorro