Exigir que o HUCAM volte a realizar cirurgias de afirmação de gênero para pessoas trans


Exigir que o HUCAM volte a realizar cirurgias de afirmação de gênero para pessoas trans
O problema
O hospital universitário do espírito santo, mesmo com profissionais qualificados, se recusa a operar a população trans por questões de disforia de gênero nos tipos de cirurgia em que o sus permite: retirada de mamas, orquiectomia, raspagem do pomo de adão e silicone. O hospital parou de realizar essas cirurgias em 2019 e atualmente é dito que não é possível realizar a REDESIGNAÇÃO SEXUAL por falta de profissionais para isso; Para as outras porém, os profissionais já estão no hospital mas estão impedidos de nos operar.
Atualmente para conseguirmos as cirurgias no sus, temos de ser transferidos para outro estado o que gera custos extras, demora no acesso a cirurgias, estresse, ansiedade e medo, que são prejudiciais não só a mente pois podem desencadear sintomas psicossomáticos. Além disso, ao sermos indicados a cirurgia em outro estado, estamos mais vulneráveis se não tivermos familiares, amigos ou alguém que possa que nos acompanhar no pré e pós operatório, gerando uma grande sensação de insegurança.
Tal atitude da direção do hospital viola os direitos humanos de pessoas trans, pois como a Associação Internacional de LGBTIQAPN+ diz, o acesso a tratamentos de saúde trans-específicos é um direito humano básico; A Organização Mundial da Saúde também já reconheceu a importância de oferecer cuidados de saúde adequados e acessíveis para pessoas trans, bem como o sus por meio da portaria Nº 457, de 19 de agosto de 2008 e que foi complementada com a portaria nº 2803, de 19 de novembro de 2013.
Portanto, exigimos ao HUCAM que retome a oferta de cirurgias para pessoas trans quando há indicação por disforia de gênero nos casos em que há profissionais aptos a realizar tais cirurgias e que priorize a formação de especialistas para outros procedimentos, como a vaginoplastia, tireoplastia, histerectomia e faloplastia. A saúde e a dignidade da população trans no Espírito Santo depende disso! Assine esta petição para apoiar os nossos direitos de saúde.
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O problema
O hospital universitário do espírito santo, mesmo com profissionais qualificados, se recusa a operar a população trans por questões de disforia de gênero nos tipos de cirurgia em que o sus permite: retirada de mamas, orquiectomia, raspagem do pomo de adão e silicone. O hospital parou de realizar essas cirurgias em 2019 e atualmente é dito que não é possível realizar a REDESIGNAÇÃO SEXUAL por falta de profissionais para isso; Para as outras porém, os profissionais já estão no hospital mas estão impedidos de nos operar.
Atualmente para conseguirmos as cirurgias no sus, temos de ser transferidos para outro estado o que gera custos extras, demora no acesso a cirurgias, estresse, ansiedade e medo, que são prejudiciais não só a mente pois podem desencadear sintomas psicossomáticos. Além disso, ao sermos indicados a cirurgia em outro estado, estamos mais vulneráveis se não tivermos familiares, amigos ou alguém que possa que nos acompanhar no pré e pós operatório, gerando uma grande sensação de insegurança.
Tal atitude da direção do hospital viola os direitos humanos de pessoas trans, pois como a Associação Internacional de LGBTIQAPN+ diz, o acesso a tratamentos de saúde trans-específicos é um direito humano básico; A Organização Mundial da Saúde também já reconheceu a importância de oferecer cuidados de saúde adequados e acessíveis para pessoas trans, bem como o sus por meio da portaria Nº 457, de 19 de agosto de 2008 e que foi complementada com a portaria nº 2803, de 19 de novembro de 2013.
Portanto, exigimos ao HUCAM que retome a oferta de cirurgias para pessoas trans quando há indicação por disforia de gênero nos casos em que há profissionais aptos a realizar tais cirurgias e que priorize a formação de especialistas para outros procedimentos, como a vaginoplastia, tireoplastia, histerectomia e faloplastia. A saúde e a dignidade da população trans no Espírito Santo depende disso! Assine esta petição para apoiar os nossos direitos de saúde.
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Abaixo-assinado criado em 3 de março de 2025