

Exigir Ações Ambientais Imediatas para Proteger a Fauna de São Luís e do Maranhão
O problema
O Maranhão é uma das regiões ecologicamente mais ricas e complexas do Brasil, funcionando como uma verdadeira zona de transição macrobiorregional onde se encontram três grandes biomas: a Amazônia, o Cerrado e a Caatinga. Essa mistura singular propicia a existência de ecossistemas únicos, como a Mata dos Cocais e a Baixada Maranhense (zona úmida de importância internacional — Sítio Ramsar), além da maior extensão contínua de manguezais do mundo em nossa zona costeira.
No entanto, a capital do estado, São Luís, localizada em uma ilha de extrema sensibilidade ecológica, vem sofrendo com o descaso das autoridades locais e responsáveis diante de um avanço urbano completamente desordenado.
Diariamente, primatas, repteis, raposas, bichos-preguiça, jabutis, cobras, jacarés e uma rica avifauna (como os guarás e psitacídeos nativos) estão sendo violentamente expulsos de seus habitats naturais. Sem a existência de corredores ecológicos que conectem os fragmentos de floresta e mangue restantes, esses animais enfrentam um destino cruel: acabam eletrocutados em fiações elétricas, mutilados e mortos por atropelamentos em avenidas movimentadas, ou encurralados e agredidos em áreas residenciais.
Como cidadã e profissional da área veterinária, sinto na pele a impotência e a urgência diante desse cenário devastador. Os órgãos ambientais que deveriam zelar pela preservação da nossa biodiversidade sofrem com o sucateamento: faltam estruturas básicas, viaturas para resgate e, acima de tudo, um protocolo oficial de urgência e emergência para o manejo de fauna silvestre e exótica. Essa omissão crônica por parte do Poder Público não apenas descumpre as leis de proteção ambiental vigentes, mas também destrói de forma irreversível o equilíbrio ecológico da nossa ilha.
A preservação de espécies endêmicas e nativas é essencial para o equilíbrio ecológico e para manter a identidade dos nossos ecossistemas. A extinção ou o desaparecimento forçado de qualquer uma dessas espécies representa uma perda irreparável para a biodiversidade maranhense e para as futuras gerações.
Nossas Exigências
Diante do exposto, os cidadãos abaixo assinados exigem que as autoridades municipais e estaduais tomem providências imediatas para a implementação das seguintes políticas públicas:
Fortalecimento e Estruturação dos Órgãos Ambientais: Equipamento imediato das equipes de fiscalização e resgate com viaturas adequadas, insumos médicos e treinamento técnico para o manejo correto da fauna local.
Criação de um Protocolo de Urgência de Fauna Silvestre: Implementação de um fluxo rápido e eficiente para o resgate, atendimento veterinário especializado e reabilitação de animais vítimas de acidentes urbanos.
Planejamento Urbano Sustentável e Corredores Ecológicos: Obrigatoriedade da criação de passagens de fauna e corredores verdes que interliguem as áreas de preservação, manguezais e matas da ilha de São Luís, mitigando os atropelamentos e acidentes em fiações.
Educação e Consciência Ambiental: Programas contínuos de conscientização pública sobre a importância da convivência harmoniosa com nossa fauna nativa e os canais corretos para denúncias e pedidos de resgate.
O momento para agir é agora. Nossa ilha, nossos biomas e nossa biodiversidade não podem mais esperar pelo fim do descaso.
Assine esta petição e mude o destino da fauna do Maranhão!

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O problema
O Maranhão é uma das regiões ecologicamente mais ricas e complexas do Brasil, funcionando como uma verdadeira zona de transição macrobiorregional onde se encontram três grandes biomas: a Amazônia, o Cerrado e a Caatinga. Essa mistura singular propicia a existência de ecossistemas únicos, como a Mata dos Cocais e a Baixada Maranhense (zona úmida de importância internacional — Sítio Ramsar), além da maior extensão contínua de manguezais do mundo em nossa zona costeira.
No entanto, a capital do estado, São Luís, localizada em uma ilha de extrema sensibilidade ecológica, vem sofrendo com o descaso das autoridades locais e responsáveis diante de um avanço urbano completamente desordenado.
Diariamente, primatas, repteis, raposas, bichos-preguiça, jabutis, cobras, jacarés e uma rica avifauna (como os guarás e psitacídeos nativos) estão sendo violentamente expulsos de seus habitats naturais. Sem a existência de corredores ecológicos que conectem os fragmentos de floresta e mangue restantes, esses animais enfrentam um destino cruel: acabam eletrocutados em fiações elétricas, mutilados e mortos por atropelamentos em avenidas movimentadas, ou encurralados e agredidos em áreas residenciais.
Como cidadã e profissional da área veterinária, sinto na pele a impotência e a urgência diante desse cenário devastador. Os órgãos ambientais que deveriam zelar pela preservação da nossa biodiversidade sofrem com o sucateamento: faltam estruturas básicas, viaturas para resgate e, acima de tudo, um protocolo oficial de urgência e emergência para o manejo de fauna silvestre e exótica. Essa omissão crônica por parte do Poder Público não apenas descumpre as leis de proteção ambiental vigentes, mas também destrói de forma irreversível o equilíbrio ecológico da nossa ilha.
A preservação de espécies endêmicas e nativas é essencial para o equilíbrio ecológico e para manter a identidade dos nossos ecossistemas. A extinção ou o desaparecimento forçado de qualquer uma dessas espécies representa uma perda irreparável para a biodiversidade maranhense e para as futuras gerações.
Nossas Exigências
Diante do exposto, os cidadãos abaixo assinados exigem que as autoridades municipais e estaduais tomem providências imediatas para a implementação das seguintes políticas públicas:
Fortalecimento e Estruturação dos Órgãos Ambientais: Equipamento imediato das equipes de fiscalização e resgate com viaturas adequadas, insumos médicos e treinamento técnico para o manejo correto da fauna local.
Criação de um Protocolo de Urgência de Fauna Silvestre: Implementação de um fluxo rápido e eficiente para o resgate, atendimento veterinário especializado e reabilitação de animais vítimas de acidentes urbanos.
Planejamento Urbano Sustentável e Corredores Ecológicos: Obrigatoriedade da criação de passagens de fauna e corredores verdes que interliguem as áreas de preservação, manguezais e matas da ilha de São Luís, mitigando os atropelamentos e acidentes em fiações.
Educação e Consciência Ambiental: Programas contínuos de conscientização pública sobre a importância da convivência harmoniosa com nossa fauna nativa e os canais corretos para denúncias e pedidos de resgate.
O momento para agir é agora. Nossa ilha, nossos biomas e nossa biodiversidade não podem mais esperar pelo fim do descaso.
Assine esta petição e mude o destino da fauna do Maranhão!

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Abaixo-assinado criado em 25 de abril de 2026