

Carta Aberta


Carta Aberta
O problema
CARTA ABERTA
Nós, moradores do Jardim Arapuã, localizado no município de Lins (SP), servimo-nos do presente documento para conhecimento de todos, bem como nos sentimos na responsabilidade de tal informativo, como segue.
- JARDIM ARAPUÃ
Trata-se de um bairro urbano de Lins, de estilo residencial, devidamente conhecido por todos, onde os moradores formam uma comunidade praticamente familiar, com conhecimento e amizades recíprocas.
Dentro deste bairro, localiza-se uma praça que, com toda modéstia, compõe uma das mais belas e decoradas de nossa cidade, na qual as famílias Linenses trazem suas crianças para brincar e passar horas desfrutando das beneficies oferecidas. A referida praça, oficialmente, tem o nome de Jonas Prudêncio da Silva, porém, hoje é conhecida por praça Arapuã e, ainda mais conhecida, por praça SABESP. Essa referência, SABESP, deve-se à organização com destaque de alguns moradores e cujo projeto foi abraçado e custeado pela SABESP.
- DOS FATOS
Ocorre que, há algum tempo, o grande objetivo da praça foi desviado para sua exploração comercial sem a menor preocupação ou obediência ao projeto original.
Destacamos, ainda, que, para permitir a referida exploração comercial, nem mesmo os moradores do bairro, que se dedicaram à sua modernização, bem como à manutenção da praça, foram ouvidos.
Ressaltamos que, além do fato citado, o espaço “Praça SABESP” foi literalmente invadido por um “bando” de baderneiros, acarretando uma desordem absoluta, não somente da Praça, mas como de todo o bairro Jardim Arapuã.
Tais acontecimentos são rotineiros nos finais de semana (sexta-feira, sábado e domingo), vésperas de feriados, e em quaisquer dias durante as férias, com a participação de centenas de baderneiros sem a menor preocupação no que tange a respeito, silêncio, higiene, pudor, saúde, entre outros, fato esse já de conhecimento da população, uma vez que vários vídeos já circularam pelas redes sociais.
Desde tempos recentes, sentimo-nos sequestrados pela algazarra que não nos permite o descanso noturno. Também há um sentimento de total insegurança devido ao trânsito das centenas de baderneiros visivelmente alcoolizados ou drogados. Nossas saúdes encontram-se ameaçadas pela falta de higiene e de pudor absoluto em decorrência de atos sexuais e necessidades fisiológicas. Estamos assistindo a um bairro residencial ser transformado em “território sem dono”, incompatível com os princípios e direitos humanos das famílias Linenses.
Reiteramos o fato da presença de adolescentes, visivelmente alcoolizadas ou drogados, participando da orgia e desordem em conjunto com adultos, o que nos preocupa ainda mais, pois esses contribuem consideravelmente para a formação de uma geração sem rumo e compromissos.
- DAS AUTORIDADES
Respeitamos nossas autoridades no âmbito dos poderes Executivo, Legislativo, Judiciário, Ministério Público, Autoridades da Segurança Pública e Instituições preocupadas com a vivência e formação infanto-juvenil; com a empresa SABESP “mantenedora” da praça, entre outras que compõem o status social de nossa comunidade.
Porém, como citado, o “movimento baderneiro” encontra-se, cada vez mais, fora do controle, fato esse que nos leva a clamar por auxílio, pois a perturbação é enorme, a falta de segurança, absoluta, e a questão de saúde dos moradores e transeuntes pelas vias do bairro que servem de banheiro a céu aberto, preocupante.
- DA REIVINDICAÇÃO
Pelo presente, nosso pedido se resume a dois pontos principais:
a) Não permitir a exploração comercial dos espaços públicos dentro do bairro Jardim Arapuã;
b) Montar um mecanismo de segurança preventiva que iniba a formação dos grupos baderneiros;
- CONTRA PARTIDA
Nós, moradores, estamos unidos aptos a colaborar com as Autoridades e Instituições para, juntos, encontrarmos uma solução plausível a fim do restabelecimento da paz e harmonia dentro do bairro bem como da comunidade Linense.
Lins, 06 de março de 2020
LINENSES MORADORES DO JARDIM ARAPUÃ
O problema
CARTA ABERTA
Nós, moradores do Jardim Arapuã, localizado no município de Lins (SP), servimo-nos do presente documento para conhecimento de todos, bem como nos sentimos na responsabilidade de tal informativo, como segue.
- JARDIM ARAPUÃ
Trata-se de um bairro urbano de Lins, de estilo residencial, devidamente conhecido por todos, onde os moradores formam uma comunidade praticamente familiar, com conhecimento e amizades recíprocas.
Dentro deste bairro, localiza-se uma praça que, com toda modéstia, compõe uma das mais belas e decoradas de nossa cidade, na qual as famílias Linenses trazem suas crianças para brincar e passar horas desfrutando das beneficies oferecidas. A referida praça, oficialmente, tem o nome de Jonas Prudêncio da Silva, porém, hoje é conhecida por praça Arapuã e, ainda mais conhecida, por praça SABESP. Essa referência, SABESP, deve-se à organização com destaque de alguns moradores e cujo projeto foi abraçado e custeado pela SABESP.
- DOS FATOS
Ocorre que, há algum tempo, o grande objetivo da praça foi desviado para sua exploração comercial sem a menor preocupação ou obediência ao projeto original.
Destacamos, ainda, que, para permitir a referida exploração comercial, nem mesmo os moradores do bairro, que se dedicaram à sua modernização, bem como à manutenção da praça, foram ouvidos.
Ressaltamos que, além do fato citado, o espaço “Praça SABESP” foi literalmente invadido por um “bando” de baderneiros, acarretando uma desordem absoluta, não somente da Praça, mas como de todo o bairro Jardim Arapuã.
Tais acontecimentos são rotineiros nos finais de semana (sexta-feira, sábado e domingo), vésperas de feriados, e em quaisquer dias durante as férias, com a participação de centenas de baderneiros sem a menor preocupação no que tange a respeito, silêncio, higiene, pudor, saúde, entre outros, fato esse já de conhecimento da população, uma vez que vários vídeos já circularam pelas redes sociais.
Desde tempos recentes, sentimo-nos sequestrados pela algazarra que não nos permite o descanso noturno. Também há um sentimento de total insegurança devido ao trânsito das centenas de baderneiros visivelmente alcoolizados ou drogados. Nossas saúdes encontram-se ameaçadas pela falta de higiene e de pudor absoluto em decorrência de atos sexuais e necessidades fisiológicas. Estamos assistindo a um bairro residencial ser transformado em “território sem dono”, incompatível com os princípios e direitos humanos das famílias Linenses.
Reiteramos o fato da presença de adolescentes, visivelmente alcoolizadas ou drogados, participando da orgia e desordem em conjunto com adultos, o que nos preocupa ainda mais, pois esses contribuem consideravelmente para a formação de uma geração sem rumo e compromissos.
- DAS AUTORIDADES
Respeitamos nossas autoridades no âmbito dos poderes Executivo, Legislativo, Judiciário, Ministério Público, Autoridades da Segurança Pública e Instituições preocupadas com a vivência e formação infanto-juvenil; com a empresa SABESP “mantenedora” da praça, entre outras que compõem o status social de nossa comunidade.
Porém, como citado, o “movimento baderneiro” encontra-se, cada vez mais, fora do controle, fato esse que nos leva a clamar por auxílio, pois a perturbação é enorme, a falta de segurança, absoluta, e a questão de saúde dos moradores e transeuntes pelas vias do bairro que servem de banheiro a céu aberto, preocupante.
- DA REIVINDICAÇÃO
Pelo presente, nosso pedido se resume a dois pontos principais:
a) Não permitir a exploração comercial dos espaços públicos dentro do bairro Jardim Arapuã;
b) Montar um mecanismo de segurança preventiva que iniba a formação dos grupos baderneiros;
- CONTRA PARTIDA
Nós, moradores, estamos unidos aptos a colaborar com as Autoridades e Instituições para, juntos, encontrarmos uma solução plausível a fim do restabelecimento da paz e harmonia dentro do bairro bem como da comunidade Linense.
Lins, 06 de março de 2020
LINENSES MORADORES DO JARDIM ARAPUÃ
Abaixo-assinado encerrado
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Abaixo-assinado criado em 5 de março de 2020