¿Español? ¡Sí!

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COM A IMPLANTAÇÃO DO NOVO ENSINO MÉDIO, A LÍNGUA ESPANHOLA FOI RETIRADA, PELA SEGUNDA VEZ, DO CURRÍCULO NACIONAL.

A retirada do espanhol da grade curricular certamente irá aumentar a distância entre o ensino das escolas públicas e particulares, onde o ensino da lingua espanhola já está consolidado.

Com 500 milhões de falantes nativos, a língua espanhola é a primeira mais falada no ocidente e o segundo idioma de comunicação internacional.

O Espanhol é oficial em 19 países da América, na Espanha (Europa), em Guiné Equatorial (África) e é utilizado como língua materna por cerca de 40,5 milhões de pessoas nos Estados Unidos. É a quarta língua mais estudada na Europa e a que mais cresce nos países da União Europeia.

O ensino de espanhol entrou em nossa grade curricular pela primeira vez com a Lei Orgânica do Ensino Secundário de 1940. Essa lei foi substituída pela LDB de 1961 que não institucionalizou o ensino de nenhum idioma. O Espanhol voltou a fazer parte de nosso currículo com lei 11.161/2005 que foi substituída pela lei 13.415/2017 que institui apenas o ensino do inglês.

Antes mesmo da lei 11.161/2005, nas Universidades do Brasil já havia cursos de letras com habilitação em língua espanhola e o ensino do idioma já estava implantado, em larga escala, em muitas escolas particulares e já aparecia no ENEM e nos vestibulares desde a década de 90. 

Exceto Guiana, Guiana Francesa e Suriname, todos países que fazem fronteira com o Brasil são "hispanohablantes".

Com a modernização dos meios de transporte, dos meios de comunicação e o crescimento do turismo a distância entre o Brasil e as seus vizinhos hispânicos diminuiu. É crescente o número turistas de fala espanhola principalmente no sul do país.

O MERCOSUL e o recém criado PROSUL são dois grandes impulsionadores de integração regional. Recentemente a Aena, empresa espanhola, adquiriu a concessão para administrar 5 aeroportos no Nordeste do Brasil. A Aena já administra 46 aeroportos na Espanha, 16 no México e 2 na Colômbia. A Aena pode facilitar o tráfego de turistas da região nordeste com os países onde ela já atua.

Esperamos que a equipe governo, especialmente o nosso Ministro da Educação, Ricardo Vélez, que é hispanohablante, corrija esse erro grave cometido pelo governo anterior e torne a inserir o ensino de língua espanhola em nossa grade curricular.

Eu iniciei esta petição, porque …
Acredito na importância da língua espanhola para a integração do Brasil com a América e com o mundo.