

Em respeito a OSTNCS! Pelo fim do deslocamento indevido da Orquestra do Teatro Nacional!
O problema
A Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro (OSTNCS) é um dos maiores e mais valiosos patrimônios culturais do Distrito Federal. Composta por músicos e servidores públicos altamente especializados e dedicados, a orquestra representa praticamente um terço do quadro funcional da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa (SECEC-DF) e leva arte gratuita de excelência à população brasiliense há mais de 45 anos.
No entanto, a dignidade da nossa orquestra e o respeito ao público estão sob grave e constante ameaça.
Com a reabertura da Sala Martins Pena, tornou-se rotina desalojar a orquestra de sua sede natural de ensaios e concertos para transferi-la sumariamente à Sala Plínio Marcos. O motivo? Ceder o palco nobre do Teatro Nacional a solenidades corporativas, palestras, entregas de prêmios e eventos institucionais que poderiam ocorrer em qualquer outro auditório do Governo.
A VIOLAÇÃO DA ISONOMIA: O QUE NÃO SE FAZ COM OUTRAS CATEGORIAS, FAZ-SE COM A ORQUESTRA
Para compreender o absurdo dessa situação, basta observar o padrão adotado em qualquer outro setor público ou privado: jamais se cogitaria transferir uma equipe de tecnologia ou de pesquisa pericial para um espaço improvisado e sem controle térmico, transportando junto a isso equipamentos digitais e de precisão milimétrica. Da mesma forma, em qualquer repartição pública, quando o sistema de climatização falha de forma crítica, o expediente presencial é suspenso para resguardar a saúde do trabalhador e a integridade do maquinário.
Por que com os músicos profissionais e com um acervo instrumental de elevado valor a lógica seria diferente? Exigir do corpo orquestral o trabalho diário em ambiente insalubre — o que nenhuma outra carreira aceitaria — é uma flagrante violação ao princípio da isonomia e ao respeito devido ao servidor público.
Por que com os músicos e com o acervo orquestral a lógica é outra? Tratar a OSTNCS como uma categoria de "segunda classe", exigindo de seus profissionais o que nenhuma outra carreira do Distrito Federal aceitaria, é uma flagrante violação ao princípio constitucional da isonomia e ao respeito que o servidor público e o artista merecem.
OS GRAVES PREJUÍZOS DO DESLOCAMENTO FORÇADO:
A Sala Plínio Marcos é um espaço improvisado, totalmente inadequado para a música sinfônica, construído na fundação de Brasília com paredes em cobogós abertos e completamente desprovido de ar-condicionado. A rotina de transferência impõe:
1. Riscos à Saúde Ocupacional e Inviabilidade Técnica
- Calor e Seca Extremos: Em pleno período de seca, as temperaturas no palco da Plínio Marcos (antiga Funarte) ultrapassam facilmente os 30 °C, violando normas formais de saúde ocupacional do GDF (Decreto Distrital nº 36.561/2015 e NR-17).
- Insustentabilidade dos Ventiladores: A tentativa de usar umidificadores/ventiladores industriais gerou ruído mecânico ensurdecedor que encobriu a música e lançou ventania insuportável sobre a plateia.
- Insalubridade Acústica: Os cobogós vazados funcionam como "janelas abertas" para o barulho de ônibus, caminhões, britadeiras e cortadores de grama no Eixo Monumental, gerando severa fadiga auditiva, risco de lesões aos músicos e comprometendo a fruição musical do público.
2. Ameaça ao Patrimônio Público e Privado de Elevado Valor.
- Vulnerabilidade do Acervo Instrumental Público: Instrumentos de posse do Estado de grande porte e alta sensibilidade (como os pianos de cauda Steinway e Yamaha, harpas e o instrumental completo de percussão com mais de 35 instrumentos) são movimentados sem apólice de seguro contra quedas ou sinistros. Sem política contínua de manutenção, parte do acervo público de percussão já se encontra avariada.
- Danos aos Instrumentos Particulares dos Músicos: Violinos, violas, violoncelos, flautas, fagotes, oboés, clarinetas e metais de lutheria especializada — bens particulares infungíveis, artesanais e sensíveis às variações do ambiente — sofrem rachaduras, trincas e empenamentos irreversíveis devido ao estresse térmico.
- A Situação Crítica dos Contrabaixos: Diferentemente do padrão internacional, onde o Estado fornece os contrabaixos, a OSTNCS depende em sua grande maioria dos instrumentos particulares de seus músicos. Devido às proporções monumentais dos contrabaixos, a custódia e o transporte entre as salas ficam a cargo da SECEC-DF. A falta de suportes apropriados, o transporte desprovido de isolamento térmico e o manuseio desprovido de técnica especializada já resultaram em avarias e danos graves a esses bens particulares, cedidos pelos servidores com absoluta boa-fé para a garantia do serviço público.
- Carência de Equipe Especializada: Toda a logística de carregamento, transporte e montagem de toneladas de equipamentos pesados e delicados recai sob o monitoramento de apenas um único servidor responsável, sem o suporte de equipe técnica capacitada em lutheria de palco (roadies).
3. Desrespeito ao Público, Insegurança e Furtos no Entorno
- Instalações e Banheiros Precários: A Sala Plínio Marcos oferece acomodações desconfortáveis, iluminação deficiente e rotas de acessibilidade improvisadas para pessoas com deficiência (PCDs). Além disso, os banheiros colocados à disposição dos espectadores apresentam vazamentos frequentes, falta recorrente de insumos básicos (como papel e sabão) e capacidade manifestamente insuficiente para atender ao público que prestigia a orquestra, submetendo o cidadão a condições indignas.
- Insegurança Externa e Arrombamentos: O estacionamento sem policiamento regular tornou-se vulnerável à criminalidade. Músicos já tiveram veículos arrombados e, em episódio trágico, estudantes que foram assistir aos concertos gratuitos tiveram seus instrumentos furtados de dentro de carros no local. Essa situação gera dano reputacional direto à SECEC-DF, afasta o público e causa justa indignação na sociedade.
POR QUE A SALA PLÍNIO MARCOS NUNCA FOI A SOLUÇÃO?
Algumas pessoas questionam o motivo de não utilizarmos mais a Sala Plínio Marcos para a realização dos concertos oficiais como forma de expandir o público. A resposta é clara: a Plínio Marcos nunca foi um teatro preparado para a música de concerto. A falsa sensação de que "lá cabia todo mundo" ocorria à custa do sacrifício da saúde dos trabalhadores, do risco constante ao patrimônio público e privado dos músicos e do descumprimento de normas formais de biossegurança e lotação máxima.
Importa esclarecer um ponto crucial que permanece oculto aos olhos da população: embora os concertos públicos sejam realizados no palco da Sala Martins Pena, a SECEC-DF insiste em, eventualmente, nos empurrar para a Sala Plínio Marcos durante a rotina de ensaios diários.
Trata-se de uma estratégia que cria para a sociedade a falsa ilusão de que a OSTNCS habita e trabalha normalmente em sua sede natural. A realidade, contudo, é totalmente diferente: o corpo orquestral passa a semana ensaiando em um ambiente insalubre, sem climatização e com acústica vazada, para só então ser transferido à Martins Pena nos dias de concerto.
Essa dinâmica desarticula o trabalho artístico, pois os músicos são pegos de surpresa no dia da apresentação ao se depararem com uma resposta acústica, um equilíbrio de naipes e um microclima completamente diferentes daqueles vivenciados durante a preparação. Ensaiar na precariedade e se apresentar no palco principal não é solução; é uma maquiagem administrativa que compromete a rendimento musical e perpetua a degradação da saúde do trabalhador nos bastidores.
A SOLUÇÃO É EXIGIR A SALA VILLA-LOBOS OU ESPAÇOS DIGNOS!
A população do Distrito Federal — verdadeira patrocinadora da OSTNCS por meio de seus impostos — não deve culpar a Orquestra pela limitação de assentos da Martins Pena, mas sim cobrar o GDF pela conclusão e entrega definitiva da Sala Villa-Lobos!
Caso a Sala Martins Pena precise ser temporariamente desocupada para o avanço das obras do Teatro Nacional, o GDF, por meio da SECEC-DF, tem a obrigação moral e legal de firmar termos de cooperação para utilizar teatros estruturados de verdade — dotados de ar-condicionado, segurança e acústica apropriada —, tais como o Teatro da ADUnB, Teatro Pedro Calmon, Cine Brasília, Teatro UNIP ou Centro de Convenções Ulysses Guimarães.
O QUE EXIGIMOS DO SECRETÁRIO DE CULTURA DO DF (SECEC-DF):
- A CESSAÇÃO IMEDIATA do deslocamento da OSTNCS para a Sala Plínio Marcos a fim de ceder a Sala Martins Pena a eventos extra-artísticos ou corporativos;
- A PRIORIDADE ABSOLUTA DA OSTNCS na ocupação de sua sede natural de ensaios e apresentações no Teatro Nacional Cláudio Santoro;
- ISONOMIA E SALUBRIDADE OCUPACIONAL, garantindo ambiente climatizado e seguro para os servidores músicos, seus instrumentos altamente delicados e o público;
- INVENTÁRIO PÚBLICO E SALVAGUARDA PATRIMONIAL, com proibição de transporte de instrumentos sem apólice de seguro e sem equipe técnica especializada;
- PARCERIAS COM TEATROS ESTRUTURADOS (ADUnB, Pedro Calmon, UNIP, Cine Brasília, Ulysses Guimarães) caso ocorram novas etapas de obras, protegendo o público e os músicos até a reabertura final da Sala Villa-Lobos.
Não aceite que o maior patrimônio musical de Brasília seja empurrado para o improviso. Assine este abaixo-assinado, compartilhe e defenda a sua Orquestra Sinfônica!
📄 Acesse o documento formal na íntegra aqui:
MANIFESTO - SALA PLÍNIO MARCOS - AMUS-OSTNCS

1.810
O problema
A Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro (OSTNCS) é um dos maiores e mais valiosos patrimônios culturais do Distrito Federal. Composta por músicos e servidores públicos altamente especializados e dedicados, a orquestra representa praticamente um terço do quadro funcional da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa (SECEC-DF) e leva arte gratuita de excelência à população brasiliense há mais de 45 anos.
No entanto, a dignidade da nossa orquestra e o respeito ao público estão sob grave e constante ameaça.
Com a reabertura da Sala Martins Pena, tornou-se rotina desalojar a orquestra de sua sede natural de ensaios e concertos para transferi-la sumariamente à Sala Plínio Marcos. O motivo? Ceder o palco nobre do Teatro Nacional a solenidades corporativas, palestras, entregas de prêmios e eventos institucionais que poderiam ocorrer em qualquer outro auditório do Governo.
A VIOLAÇÃO DA ISONOMIA: O QUE NÃO SE FAZ COM OUTRAS CATEGORIAS, FAZ-SE COM A ORQUESTRA
Para compreender o absurdo dessa situação, basta observar o padrão adotado em qualquer outro setor público ou privado: jamais se cogitaria transferir uma equipe de tecnologia ou de pesquisa pericial para um espaço improvisado e sem controle térmico, transportando junto a isso equipamentos digitais e de precisão milimétrica. Da mesma forma, em qualquer repartição pública, quando o sistema de climatização falha de forma crítica, o expediente presencial é suspenso para resguardar a saúde do trabalhador e a integridade do maquinário.
Por que com os músicos profissionais e com um acervo instrumental de elevado valor a lógica seria diferente? Exigir do corpo orquestral o trabalho diário em ambiente insalubre — o que nenhuma outra carreira aceitaria — é uma flagrante violação ao princípio da isonomia e ao respeito devido ao servidor público.
Por que com os músicos e com o acervo orquestral a lógica é outra? Tratar a OSTNCS como uma categoria de "segunda classe", exigindo de seus profissionais o que nenhuma outra carreira do Distrito Federal aceitaria, é uma flagrante violação ao princípio constitucional da isonomia e ao respeito que o servidor público e o artista merecem.
OS GRAVES PREJUÍZOS DO DESLOCAMENTO FORÇADO:
A Sala Plínio Marcos é um espaço improvisado, totalmente inadequado para a música sinfônica, construído na fundação de Brasília com paredes em cobogós abertos e completamente desprovido de ar-condicionado. A rotina de transferência impõe:
1. Riscos à Saúde Ocupacional e Inviabilidade Técnica
- Calor e Seca Extremos: Em pleno período de seca, as temperaturas no palco da Plínio Marcos (antiga Funarte) ultrapassam facilmente os 30 °C, violando normas formais de saúde ocupacional do GDF (Decreto Distrital nº 36.561/2015 e NR-17).
- Insustentabilidade dos Ventiladores: A tentativa de usar umidificadores/ventiladores industriais gerou ruído mecânico ensurdecedor que encobriu a música e lançou ventania insuportável sobre a plateia.
- Insalubridade Acústica: Os cobogós vazados funcionam como "janelas abertas" para o barulho de ônibus, caminhões, britadeiras e cortadores de grama no Eixo Monumental, gerando severa fadiga auditiva, risco de lesões aos músicos e comprometendo a fruição musical do público.
2. Ameaça ao Patrimônio Público e Privado de Elevado Valor.
- Vulnerabilidade do Acervo Instrumental Público: Instrumentos de posse do Estado de grande porte e alta sensibilidade (como os pianos de cauda Steinway e Yamaha, harpas e o instrumental completo de percussão com mais de 35 instrumentos) são movimentados sem apólice de seguro contra quedas ou sinistros. Sem política contínua de manutenção, parte do acervo público de percussão já se encontra avariada.
- Danos aos Instrumentos Particulares dos Músicos: Violinos, violas, violoncelos, flautas, fagotes, oboés, clarinetas e metais de lutheria especializada — bens particulares infungíveis, artesanais e sensíveis às variações do ambiente — sofrem rachaduras, trincas e empenamentos irreversíveis devido ao estresse térmico.
- A Situação Crítica dos Contrabaixos: Diferentemente do padrão internacional, onde o Estado fornece os contrabaixos, a OSTNCS depende em sua grande maioria dos instrumentos particulares de seus músicos. Devido às proporções monumentais dos contrabaixos, a custódia e o transporte entre as salas ficam a cargo da SECEC-DF. A falta de suportes apropriados, o transporte desprovido de isolamento térmico e o manuseio desprovido de técnica especializada já resultaram em avarias e danos graves a esses bens particulares, cedidos pelos servidores com absoluta boa-fé para a garantia do serviço público.
- Carência de Equipe Especializada: Toda a logística de carregamento, transporte e montagem de toneladas de equipamentos pesados e delicados recai sob o monitoramento de apenas um único servidor responsável, sem o suporte de equipe técnica capacitada em lutheria de palco (roadies).
3. Desrespeito ao Público, Insegurança e Furtos no Entorno
- Instalações e Banheiros Precários: A Sala Plínio Marcos oferece acomodações desconfortáveis, iluminação deficiente e rotas de acessibilidade improvisadas para pessoas com deficiência (PCDs). Além disso, os banheiros colocados à disposição dos espectadores apresentam vazamentos frequentes, falta recorrente de insumos básicos (como papel e sabão) e capacidade manifestamente insuficiente para atender ao público que prestigia a orquestra, submetendo o cidadão a condições indignas.
- Insegurança Externa e Arrombamentos: O estacionamento sem policiamento regular tornou-se vulnerável à criminalidade. Músicos já tiveram veículos arrombados e, em episódio trágico, estudantes que foram assistir aos concertos gratuitos tiveram seus instrumentos furtados de dentro de carros no local. Essa situação gera dano reputacional direto à SECEC-DF, afasta o público e causa justa indignação na sociedade.
POR QUE A SALA PLÍNIO MARCOS NUNCA FOI A SOLUÇÃO?
Algumas pessoas questionam o motivo de não utilizarmos mais a Sala Plínio Marcos para a realização dos concertos oficiais como forma de expandir o público. A resposta é clara: a Plínio Marcos nunca foi um teatro preparado para a música de concerto. A falsa sensação de que "lá cabia todo mundo" ocorria à custa do sacrifício da saúde dos trabalhadores, do risco constante ao patrimônio público e privado dos músicos e do descumprimento de normas formais de biossegurança e lotação máxima.
Importa esclarecer um ponto crucial que permanece oculto aos olhos da população: embora os concertos públicos sejam realizados no palco da Sala Martins Pena, a SECEC-DF insiste em, eventualmente, nos empurrar para a Sala Plínio Marcos durante a rotina de ensaios diários.
Trata-se de uma estratégia que cria para a sociedade a falsa ilusão de que a OSTNCS habita e trabalha normalmente em sua sede natural. A realidade, contudo, é totalmente diferente: o corpo orquestral passa a semana ensaiando em um ambiente insalubre, sem climatização e com acústica vazada, para só então ser transferido à Martins Pena nos dias de concerto.
Essa dinâmica desarticula o trabalho artístico, pois os músicos são pegos de surpresa no dia da apresentação ao se depararem com uma resposta acústica, um equilíbrio de naipes e um microclima completamente diferentes daqueles vivenciados durante a preparação. Ensaiar na precariedade e se apresentar no palco principal não é solução; é uma maquiagem administrativa que compromete a rendimento musical e perpetua a degradação da saúde do trabalhador nos bastidores.
A SOLUÇÃO É EXIGIR A SALA VILLA-LOBOS OU ESPAÇOS DIGNOS!
A população do Distrito Federal — verdadeira patrocinadora da OSTNCS por meio de seus impostos — não deve culpar a Orquestra pela limitação de assentos da Martins Pena, mas sim cobrar o GDF pela conclusão e entrega definitiva da Sala Villa-Lobos!
Caso a Sala Martins Pena precise ser temporariamente desocupada para o avanço das obras do Teatro Nacional, o GDF, por meio da SECEC-DF, tem a obrigação moral e legal de firmar termos de cooperação para utilizar teatros estruturados de verdade — dotados de ar-condicionado, segurança e acústica apropriada —, tais como o Teatro da ADUnB, Teatro Pedro Calmon, Cine Brasília, Teatro UNIP ou Centro de Convenções Ulysses Guimarães.
O QUE EXIGIMOS DO SECRETÁRIO DE CULTURA DO DF (SECEC-DF):
- A CESSAÇÃO IMEDIATA do deslocamento da OSTNCS para a Sala Plínio Marcos a fim de ceder a Sala Martins Pena a eventos extra-artísticos ou corporativos;
- A PRIORIDADE ABSOLUTA DA OSTNCS na ocupação de sua sede natural de ensaios e apresentações no Teatro Nacional Cláudio Santoro;
- ISONOMIA E SALUBRIDADE OCUPACIONAL, garantindo ambiente climatizado e seguro para os servidores músicos, seus instrumentos altamente delicados e o público;
- INVENTÁRIO PÚBLICO E SALVAGUARDA PATRIMONIAL, com proibição de transporte de instrumentos sem apólice de seguro e sem equipe técnica especializada;
- PARCERIAS COM TEATROS ESTRUTURADOS (ADUnB, Pedro Calmon, UNIP, Cine Brasília, Ulysses Guimarães) caso ocorram novas etapas de obras, protegendo o público e os músicos até a reabertura final da Sala Villa-Lobos.
Não aceite que o maior patrimônio musical de Brasília seja empurrado para o improviso. Assine este abaixo-assinado, compartilhe e defenda a sua Orquestra Sinfônica!
📄 Acesse o documento formal na íntegra aqui:
MANIFESTO - SALA PLÍNIO MARCOS - AMUS-OSTNCS

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Abaixo-assinado criado em 25 de agosto de 2026
