Em defesa do plano de recuperação judicial alternativo da Avibras

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O problema

Nós, trabalhadores da Avibras Indústria Aeroespacial, recebemos com bastante preocupação a notícia de que a Justiça suspendeu a homologação do plano de recuperação judicial alternativo da empresa. Esse plano representa a chance de voltarmos a trabalhar e receber nossos salários. 

A Avibras é a principal indústria de Defesa do nosso pais. O retorno de suas atividades é de grande importância para a economia e soberania do Brasil.

Há 27 meses, estamos sem receber. Isso tem gerado problemas psicológicos graves entre nós e nossos familiares. Perdemos o convênio médico, FGTS e recolhimento do INSS. Até a cesta básica a empresa nos tirou. Nossas vidas foram destruídas, com nossas famílias passando pelo drama de não saber como será o dia de amanhã e dependendo da solidariedade de amigos e parentes.

Quando soubemos, no dia 30 de junho, que o plano alternativo havia sido homologado, recuperamos a esperança que já parecia perdida. A sensação de alívio, entretanto, durou apenas duas semanas. O desespero voltou quando, em 16 de julho, fomos informados de que o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo suspendeu, a pedido do Banco Fibra, a homologação do plano. 

Ao pedir a suspensão, o Banco Fibra coloca em risco a oportunidade concreta de retomada da Avibras. Por isso, solicitamos que o Fibra retire o pedido de embargos e devolva-nos a chance de recuperarmos nossos empregos e salários.

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Nós, trabalhadores da Avibras Indústria Aeroespacial, recebemos com bastante preocupação a notícia de que a Justiça suspendeu a homologação do plano de recuperação judicial alternativo da empresa. Esse plano representa a chance de voltarmos a trabalhar e receber nossos salários. 

A Avibras é a principal indústria de Defesa do nosso pais. O retorno de suas atividades é de grande importância para a economia e soberania do Brasil.

Há 27 meses, estamos sem receber. Isso tem gerado problemas psicológicos graves entre nós e nossos familiares. Perdemos o convênio médico, FGTS e recolhimento do INSS. Até a cesta básica a empresa nos tirou. Nossas vidas foram destruídas, com nossas famílias passando pelo drama de não saber como será o dia de amanhã e dependendo da solidariedade de amigos e parentes.

Quando soubemos, no dia 30 de junho, que o plano alternativo havia sido homologado, recuperamos a esperança que já parecia perdida. A sensação de alívio, entretanto, durou apenas duas semanas. O desespero voltou quando, em 16 de julho, fomos informados de que o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo suspendeu, a pedido do Banco Fibra, a homologação do plano. 

Ao pedir a suspensão, o Banco Fibra coloca em risco a oportunidade concreta de retomada da Avibras. Por isso, solicitamos que o Fibra retire o pedido de embargos e devolva-nos a chance de recuperarmos nossos empregos e salários.

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Abaixo-assinado criado em 22 de julho de 2025