Elefantes em risco! Defenda a manada e exija fiscalização justa!


Elefantes em risco! Defenda a manada e exija fiscalização justa!
The Issue
ELEFANTES EM CATIVEIRO ESTÃO EM CRISE
Em todo o mundo, elefantes em cativeiro enfrentam abuso, negligência e falta de cuidados adequados. Isso pode resultar em problemas de saúde que variam de leves a quase catastróficos. Incontáveis elefantes vivem severamente restritos, presos a correntes ou submetidos a confinamentos extremos. A maioria dos ambientes de cativeiro não é adequada para elefantes, que precisam caminhar por grandes extensões, pastar por até 20 horas por dia, ter uma dieta equilibrada e receber cuidados de saúde especializados e integrados.
O SANTUÁRIO DE ELEFANTES BRASIL (SEB) OFERECE UMA SEGUNDA CHANCE
Localizado no estado de Mato Grosso, o Santuário de Elefantes Brasil ocupa uma área de 1.200 hectares de paisagem de Cerrado, com quilômetros de árvores, riachos, córregos e colinas. O santuário utiliza treinamento por reforço positivo para ensinar aos elefantes técnicas que permitem a realização de cuidados médicos, e adota o manejo de contato protegido, no qual sempre há uma barreira entre tratador e elefante — uma abordagem mais segura tanto para humanos quanto para os animais.
As elefantas que vivem no santuário recebem suplementos diários, dietas personalizadas, avaliações frequentes e, sobretudo, tempo e espaço para simplesmente serem elefantes. O SEB é o único santuário de elefantes fora dos Estados Unidos — e um dos apenas três santuários no mundo — acreditado pela Global Federation of Animal Sanctuaries.
AS CONSEQUÊNCIAS DO CUIDADO INADEQUADO PROLONGADO
Recentemente, duas elefantas africanas — Kenya e Pupy — foram transferidas para o SEB após décadas vivendo em zoológicos (hoje ecoparques). Ambas faleceram poucos meses após a chegada ao santuário, e suas necropsias (realizadas poucas horas após suas mortes) revelaram evidências claras de doenças de longa duração.
Entre todas as elefantas que chegaram ao santuário, apenas duas haviam recebido avaliações e cuidados veterinários regulares antes da transferência. As outras nove não tiveram acesso a cuidados de saúde adequados, e não há registros que indiquem avaliações de lesões, exames de sangue para diagnóstico de condições estabelecidas ou emergentes, nem cuidados essenciais — e muitas vezes salvadores — com as patas para tratar doenças crônicas.
O cativeiro tem um efeito devastador sobre a saúde de qualquer elefante retirado de seu ambiente natural. Nenhum elefante que acolhemos chegou ao santuário sem algum grau de comprometimento de saúde. Aceitamos todos, independentemente de sua condição, mesmo sabendo que alguns podem falecer a qualquer momento. Às vezes, o santuário é comparado a um ambiente de cuidados paliativos — e essa não é uma comparação injusta. A realidade é que fornecemos “cuidados de fim de vida” para muitos elefantes, e consideramos isso uma honra.
FISCALIZAÇÃO DESPROPORCIONAL AMEAÇA O TRABALHO DOS SANTUÁRIOS
Após as mortes de Pupy e Kenya, um grupo de agências e indivíduos — incluindo, segundo informações, a Associação de Zoológicos e Aquários e outros que apoiam e lucram com o confinamento de elefantes, enquanto se opõem à transferência desses animais para santuários — uniu-se para apresentar uma denúncia ao órgão regulador local, a SEMA.
Como resultado, a licença do SEB para receber novos elefantes foi suspensa sem uma análise justa e equilibrada.
PADRÕES DIFERENTES PARA ORGANIZAÇÕES DIFERENTES
O Santuário de Elefantes Brasil recebe representantes de qualquer órgão regulador, incluindo a SEMA e o Ibama. Agentes de ambas as instituições visitam regularmente o santuário para verificar se nossos procedimentos são rigorosos e se os elefantes sob nossos cuidados estão bem. No entanto, tem havido uma atenção significativamente maior às mortes ocorridas no SEB do que a outras mortes comparáveis — ou ainda mais traumáticas — em instalações que mantêm animais no país.
No passado, os seguintes óbitos de elefantes ocorreram em instituições que não são santuários, e nessas situações não foi exigida a mesma documentação que hoje é solicitada ao SEB:
- Um elefante africano macho, de 29 anos, inicialmente anunciado como vítima de envenenamento, teve a causa da morte registrada como parada cardíaca na necropsia;
- Uma elefanta africana, de 41 anos, morreu por envenenamento;
- Uma elefanta africana, de 41 anos, precisou da intervenção de um “especialista”, pois seus tratadores não conseguiam avaliá-la ou tratá-la; ela acabou falecendo em decorrência da doença;
- Uma elefanta asiática, de 49 anos, foi içada repetidamente por um guindaste após cair e permaneceu ao sol, sem sombra ou água, até que o caso fosse denunciado à imprensa; posteriormente, foi declarada morta;
- Um zoológico brasileiro registrou três natimortos, sendo que o último caso resultou também na morte da mãe;
- Um elefante africano macho, de 29 anos, morreu em uma instituição após uma infecção na pata dianteira.
Uma investigação por parte das autoridades é bem-vinda e essencial para que os órgãos governamentais compreendam plenamente a profundidade, a complexidade e o rigor dos cuidados oferecidos aos elefantes no Santuário de Elefantes Brasil. No entanto, é imprescindível que os órgãos responsáveis investiguem também a origem do problema, onde muitos elefantes ainda vivem em instalações que não atendem sequer aos padrões mínimos — e amplamente não regulamentados — estabelecidos pelo governo. O Santuário de Elefantes Brasil opera em um padrão mais elevado e, ainda assim, está sendo submetido a um nível de fiscalização ainda mais rigoroso e desproporcional.
Junte-se a nós para solicitar que o Ibama e a SEMA conduzam uma avaliação justa de todas as instituições que mantêm elefantes sob seus cuidados. Os mesmos critérios rigorosos devem ser aplicados a todas as instalações.
Ao assinar e compartilhar esta petição hoje, você está pedindo que os órgãos reguladores investiguem e responsabilizem as instituições onde elefantes continuam a sofrer, da mesma forma que estão investigando o SEB. É hora de a verdade vir à tona e de uma resposta proativa e positiva — não guiada por interesses sociais ou políticos, mas em defesa dos elefantes que precisam e merecem mais, aqueles que deixaram de ser protegidos por décadas.
Assine a petição hoje.
Saiba mais sobre nosso trabalho em elefantesbrasil.org.br
Por favor, observe que as doações feitas através da plataforma da petição change.org vão diretamente para a change.org e não para o Santuário de Elefantes Brasil.
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ELEFANTES EM CATIVEIRO ESTÃO EM CRISE
Em todo o mundo, elefantes em cativeiro enfrentam abuso, negligência e falta de cuidados adequados. Isso pode resultar em problemas de saúde que variam de leves a quase catastróficos. Incontáveis elefantes vivem severamente restritos, presos a correntes ou submetidos a confinamentos extremos. A maioria dos ambientes de cativeiro não é adequada para elefantes, que precisam caminhar por grandes extensões, pastar por até 20 horas por dia, ter uma dieta equilibrada e receber cuidados de saúde especializados e integrados.
O SANTUÁRIO DE ELEFANTES BRASIL (SEB) OFERECE UMA SEGUNDA CHANCE
Localizado no estado de Mato Grosso, o Santuário de Elefantes Brasil ocupa uma área de 1.200 hectares de paisagem de Cerrado, com quilômetros de árvores, riachos, córregos e colinas. O santuário utiliza treinamento por reforço positivo para ensinar aos elefantes técnicas que permitem a realização de cuidados médicos, e adota o manejo de contato protegido, no qual sempre há uma barreira entre tratador e elefante — uma abordagem mais segura tanto para humanos quanto para os animais.
As elefantas que vivem no santuário recebem suplementos diários, dietas personalizadas, avaliações frequentes e, sobretudo, tempo e espaço para simplesmente serem elefantes. O SEB é o único santuário de elefantes fora dos Estados Unidos — e um dos apenas três santuários no mundo — acreditado pela Global Federation of Animal Sanctuaries.
AS CONSEQUÊNCIAS DO CUIDADO INADEQUADO PROLONGADO
Recentemente, duas elefantas africanas — Kenya e Pupy — foram transferidas para o SEB após décadas vivendo em zoológicos (hoje ecoparques). Ambas faleceram poucos meses após a chegada ao santuário, e suas necropsias (realizadas poucas horas após suas mortes) revelaram evidências claras de doenças de longa duração.
Entre todas as elefantas que chegaram ao santuário, apenas duas haviam recebido avaliações e cuidados veterinários regulares antes da transferência. As outras nove não tiveram acesso a cuidados de saúde adequados, e não há registros que indiquem avaliações de lesões, exames de sangue para diagnóstico de condições estabelecidas ou emergentes, nem cuidados essenciais — e muitas vezes salvadores — com as patas para tratar doenças crônicas.
O cativeiro tem um efeito devastador sobre a saúde de qualquer elefante retirado de seu ambiente natural. Nenhum elefante que acolhemos chegou ao santuário sem algum grau de comprometimento de saúde. Aceitamos todos, independentemente de sua condição, mesmo sabendo que alguns podem falecer a qualquer momento. Às vezes, o santuário é comparado a um ambiente de cuidados paliativos — e essa não é uma comparação injusta. A realidade é que fornecemos “cuidados de fim de vida” para muitos elefantes, e consideramos isso uma honra.
FISCALIZAÇÃO DESPROPORCIONAL AMEAÇA O TRABALHO DOS SANTUÁRIOS
Após as mortes de Pupy e Kenya, um grupo de agências e indivíduos — incluindo, segundo informações, a Associação de Zoológicos e Aquários e outros que apoiam e lucram com o confinamento de elefantes, enquanto se opõem à transferência desses animais para santuários — uniu-se para apresentar uma denúncia ao órgão regulador local, a SEMA.
Como resultado, a licença do SEB para receber novos elefantes foi suspensa sem uma análise justa e equilibrada.
PADRÕES DIFERENTES PARA ORGANIZAÇÕES DIFERENTES
O Santuário de Elefantes Brasil recebe representantes de qualquer órgão regulador, incluindo a SEMA e o Ibama. Agentes de ambas as instituições visitam regularmente o santuário para verificar se nossos procedimentos são rigorosos e se os elefantes sob nossos cuidados estão bem. No entanto, tem havido uma atenção significativamente maior às mortes ocorridas no SEB do que a outras mortes comparáveis — ou ainda mais traumáticas — em instalações que mantêm animais no país.
No passado, os seguintes óbitos de elefantes ocorreram em instituições que não são santuários, e nessas situações não foi exigida a mesma documentação que hoje é solicitada ao SEB:
- Um elefante africano macho, de 29 anos, inicialmente anunciado como vítima de envenenamento, teve a causa da morte registrada como parada cardíaca na necropsia;
- Uma elefanta africana, de 41 anos, morreu por envenenamento;
- Uma elefanta africana, de 41 anos, precisou da intervenção de um “especialista”, pois seus tratadores não conseguiam avaliá-la ou tratá-la; ela acabou falecendo em decorrência da doença;
- Uma elefanta asiática, de 49 anos, foi içada repetidamente por um guindaste após cair e permaneceu ao sol, sem sombra ou água, até que o caso fosse denunciado à imprensa; posteriormente, foi declarada morta;
- Um zoológico brasileiro registrou três natimortos, sendo que o último caso resultou também na morte da mãe;
- Um elefante africano macho, de 29 anos, morreu em uma instituição após uma infecção na pata dianteira.
Uma investigação por parte das autoridades é bem-vinda e essencial para que os órgãos governamentais compreendam plenamente a profundidade, a complexidade e o rigor dos cuidados oferecidos aos elefantes no Santuário de Elefantes Brasil. No entanto, é imprescindível que os órgãos responsáveis investiguem também a origem do problema, onde muitos elefantes ainda vivem em instalações que não atendem sequer aos padrões mínimos — e amplamente não regulamentados — estabelecidos pelo governo. O Santuário de Elefantes Brasil opera em um padrão mais elevado e, ainda assim, está sendo submetido a um nível de fiscalização ainda mais rigoroso e desproporcional.
Junte-se a nós para solicitar que o Ibama e a SEMA conduzam uma avaliação justa de todas as instituições que mantêm elefantes sob seus cuidados. Os mesmos critérios rigorosos devem ser aplicados a todas as instalações.
Ao assinar e compartilhar esta petição hoje, você está pedindo que os órgãos reguladores investiguem e responsabilizem as instituições onde elefantes continuam a sofrer, da mesma forma que estão investigando o SEB. É hora de a verdade vir à tona e de uma resposta proativa e positiva — não guiada por interesses sociais ou políticos, mas em defesa dos elefantes que precisam e merecem mais, aqueles que deixaram de ser protegidos por décadas.
Assine a petição hoje.
Saiba mais sobre nosso trabalho em elefantesbrasil.org.br
Por favor, observe que as doações feitas através da plataforma da petição change.org vão diretamente para a change.org e não para o Santuário de Elefantes Brasil.
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Supporter Voices
Petition created on January 7, 2026