CARTA ABERTA ÀS DIREÇÕES SINDICAIS


CARTA ABERTA ÀS DIREÇÕES SINDICAIS
O problema
LEIA A CARTA ABERTA E ASSINE O ABAIXO ASSINADO QUE SERÁ ANEXO A ELA E ENTREGUE AO SINPEEM EM ATO NO DIA 27 DE OUTUBRO DE 2020.
CARTA ABERTA ÀS DIREÇÕES SINDICAIS:
Exigimos das direções sindicais como do SINPEEM, APEOESP, SINPRO, CNTE,CUT entre outras, que organizem e unifiquem a luta da educação em todo o Brasil pelo não retorno às aulas em 2020, e, diante da insistência dos governos na reabertura das escolas, que convoquem assembleias das categorias para decisão sobre uma greve geral em atendimento às nossas reivindicações. Na luta por empregos e salários integrais e em defesa de todos os direitos trabalhistas dos servidores públicos e dos trabalhadores terceirizados. Revogação às medidas de congelamento salarial dos professores e outros servidores (LC 173/2020, de não aumento ou reajuste de salários; MP 936, de redução de salários e jornadas de trabalho; a demissão de funcionários terceirizados, além do uso de equipamento pessoal dos profissionais e sobrecarga de trabalho).
É necessária a unidade sindical para combater essas medidas que impedem as
condições de vida daqueles que estarão na ponta, no retorno às aulas presenciais
(profissionais da educação e estudantes), é urgente unificar à luta dos professores das escolas particulares e professores do Estado de São Paulo.
É a hora de ABRIR OS SINDICATOS para organização da luta contra todos estes
ataques! E diante desta conjuntura, as direções sindicais se mantem encasteladas em profundo silêncio e imobilismo perante esses ataques. No SINPEEM, as instâncias deliberativas estão suspensas, minando toda a capacidade de organização para a mobilização da categoria, enquanto sua diretoria atua como porta-voz das políticas do governo. Exigimos a abertura imediata das instâncias deliberativas do sindicato e a convocação de uma assembleia da categoria. Somente a organização dos trabalhadores em suas organizações com unidade de luta e independência de classe poderá barrar todos esses ataques.
Defendemos a educação pública, gratuita e para todos, não a privatização da educação e da saúde e de verba pública somente para os serviços públicos. A comunidade escolar precisa se apropriar dessa discussão e exigir uma verdadeira
democracia, a democracia proletária, sobre o prejuízo pedagógico que se aproxima, e lutar pela saúde, pela educação e pelos direitos dos trabalhadores, chamamos a todos e todas, que não aceitem o “novo normal” como discurso legitimador de medidas paliativas que mascaram a gravidade do problema.
O discurso da necropolítica é baseado no sacrifício de “todos” pela economia, mas
sabemos onde estão sendo enterrados o maior número de caixões, o preço do sacrifício é jogado nas costas dos trabalhadores. A educação em tempos de pandemia mostra uma possibilidade histórica de reorientação dos objetivos do ensino e do aprender, de uma real aproximação da comunidade com a escola e do combate ao programa ultraliberal para a educação. Uma volta segura só se faz sem pandemia!
Exigimos:
• Reuniões de Representantes, Conselheiros e Assembleia!
• CNTE, CUT, APEOESP, SINPEEM e demais entidades mobilizem os trabalhadores!
• Preparar a greve da categoria!
• Pelas nossas vidas, dos nossos estudantes e seus familiares!
• Em defesa da educação pública, gratuita e para todos!
• Não a reabertura das escolas! Sem vacina, sem retorno às aulas presenciais!
• Abertura de hospitais públicos e upas fechados!
• Em defesa da saúde pública, gratuita e para todos!
• Testes em massa para a população!
• Renda e emprego para os trabalhadores!
• Abaixo os governos burgueses! Abaixo Covas, Dória e Bolsonaro!
Comitê de base de representantes de escola. São Paulo, outubro/2020.
O problema
LEIA A CARTA ABERTA E ASSINE O ABAIXO ASSINADO QUE SERÁ ANEXO A ELA E ENTREGUE AO SINPEEM EM ATO NO DIA 27 DE OUTUBRO DE 2020.
CARTA ABERTA ÀS DIREÇÕES SINDICAIS:
Exigimos das direções sindicais como do SINPEEM, APEOESP, SINPRO, CNTE,CUT entre outras, que organizem e unifiquem a luta da educação em todo o Brasil pelo não retorno às aulas em 2020, e, diante da insistência dos governos na reabertura das escolas, que convoquem assembleias das categorias para decisão sobre uma greve geral em atendimento às nossas reivindicações. Na luta por empregos e salários integrais e em defesa de todos os direitos trabalhistas dos servidores públicos e dos trabalhadores terceirizados. Revogação às medidas de congelamento salarial dos professores e outros servidores (LC 173/2020, de não aumento ou reajuste de salários; MP 936, de redução de salários e jornadas de trabalho; a demissão de funcionários terceirizados, além do uso de equipamento pessoal dos profissionais e sobrecarga de trabalho).
É necessária a unidade sindical para combater essas medidas que impedem as
condições de vida daqueles que estarão na ponta, no retorno às aulas presenciais
(profissionais da educação e estudantes), é urgente unificar à luta dos professores das escolas particulares e professores do Estado de São Paulo.
É a hora de ABRIR OS SINDICATOS para organização da luta contra todos estes
ataques! E diante desta conjuntura, as direções sindicais se mantem encasteladas em profundo silêncio e imobilismo perante esses ataques. No SINPEEM, as instâncias deliberativas estão suspensas, minando toda a capacidade de organização para a mobilização da categoria, enquanto sua diretoria atua como porta-voz das políticas do governo. Exigimos a abertura imediata das instâncias deliberativas do sindicato e a convocação de uma assembleia da categoria. Somente a organização dos trabalhadores em suas organizações com unidade de luta e independência de classe poderá barrar todos esses ataques.
Defendemos a educação pública, gratuita e para todos, não a privatização da educação e da saúde e de verba pública somente para os serviços públicos. A comunidade escolar precisa se apropriar dessa discussão e exigir uma verdadeira
democracia, a democracia proletária, sobre o prejuízo pedagógico que se aproxima, e lutar pela saúde, pela educação e pelos direitos dos trabalhadores, chamamos a todos e todas, que não aceitem o “novo normal” como discurso legitimador de medidas paliativas que mascaram a gravidade do problema.
O discurso da necropolítica é baseado no sacrifício de “todos” pela economia, mas
sabemos onde estão sendo enterrados o maior número de caixões, o preço do sacrifício é jogado nas costas dos trabalhadores. A educação em tempos de pandemia mostra uma possibilidade histórica de reorientação dos objetivos do ensino e do aprender, de uma real aproximação da comunidade com a escola e do combate ao programa ultraliberal para a educação. Uma volta segura só se faz sem pandemia!
Exigimos:
• Reuniões de Representantes, Conselheiros e Assembleia!
• CNTE, CUT, APEOESP, SINPEEM e demais entidades mobilizem os trabalhadores!
• Preparar a greve da categoria!
• Pelas nossas vidas, dos nossos estudantes e seus familiares!
• Em defesa da educação pública, gratuita e para todos!
• Não a reabertura das escolas! Sem vacina, sem retorno às aulas presenciais!
• Abertura de hospitais públicos e upas fechados!
• Em defesa da saúde pública, gratuita e para todos!
• Testes em massa para a população!
• Renda e emprego para os trabalhadores!
• Abaixo os governos burgueses! Abaixo Covas, Dória e Bolsonaro!
Comitê de base de representantes de escola. São Paulo, outubro/2020.
Abaixo-assinado encerrado
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Os tomadores de decisão
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Abaixo-assinado criado em 20 de outubro de 2020