Acesso ao sistema híbrido nas escolas durante períodos de pico do covid

O problema

Nós, pais de alunos, do Colégio CBV, em Recife/PE, unidades Boa Viagem e Jaqueira, tendo em conta que o índice de contaminação pela COVID-19, encontra-se em níveis alarmantes, consideramos temerário levarmos nossos filhos à aula presencial no presente momento, devido ao alto risco de contágio (apesar de todas as precauções). Por tais considerações e em razão da direção da escola haver comunicado o retorno as aulas apenas na modalidade presencial, solicitamos q a escola disponibilize o ensino remoto por mais este semestre ou até que haja segurança no controle da doença, deixando a cargos de nós, pais, a opção de mandamos ou ñ nossos filhos as aulas presenciais, pois, ñ obstante os cuidados com a saúde dos filhos ser um dever inerente ao poder familiar, a lei tbém nos impõe tal obrigação. Se a obrigação legal nos é imposta, cabe-nos, portanto, o direitos de decidirmos se enviamos ou ñ nossos filhos à escola e se os serviços remotos ñ seriam disponibilizados a escola deveria ter se posicionado no ato da contratação e assim ñ o fez, devendo, portanto, dar continuidade ao ensino remoto, o disponibilizando para todos q optarem pelo mesmo. 

Reforçamos, ainda, salientando q o próprio CREMEPE, em 29/01/22, soltou nota solicitando ao governo do Estado a proibição de eventos q promovam aglomerações: NOTA OFICIAL DO CREMEPE  “Diante do aumento exponencial de casos da variante Ômicron no Estado, que vem
superlotando os serviços de urgência e emergência e, com o número crescente de médicos e
demais profissionais de saúde acometidos pela doença, o CREMEPE defende que festas,
reuniões, cerimônias, formaturas e todo tipo de aglomeração, sejam proibidas pelo governo
do Estado como forma de demonstrar coerência neste momento do enfrentamento da
COVID-19. Ressalta também a necessidade de compreensão da sociedade como um todo, de
evitar participar de tais eventos, já largamente evidenciados como responsáveis por um alto
risco de se disseminar a doença, mesmo com a exigência de comprovante de vacinação e
testagem prévia dos participantes. Os testes para COVID-19 que estão sendo utilizados para
permitir esses tipos de aglomerações deveriam ser destinados exclusivamente para o
diagnóstico de pacientes com sintomas ou internados e não em pessoas assintomáticas para
permitir acesso a eventos privados, conforme apontou recentemente a OPAS.
Com relação à permissão de eventos privados para os festejos do carnaval, não se pode
neste momento, proibir apenas as festividades de rua para o público em geral e permitir que
ocorram festas para aqueles que podem pagar entrada em eventos deste tipo. A
responsabilidade e o sacrifício devem ser de todos e não apenas para uma parcela da
população. Esperamos que o governo do Estado mantenha a coerência que tem sido
demonstrada com a população pernambucana desde o início da pandemia.
Neste momento em que os profissionais de saúde são mais uma vez convocados para
colaborar com sacrifício para o enfrentamento da pandemia, com mais um encargo imposto a
uma categoria já tão esgotada em sua carga de trabalho no enfrentamento da COVID-19 nos
últimos dois anos, os médicos não deixarão de cumprir seu compromisso de bem servir às
necessidades da população. Contudo, entende que este sacrifício não pode ser feito de forma
isolada. Há necessidade de que mais medidas sejam tomadas para reduzir a alta
transmissibilidade da variante Ômicron em nosso Estado, diminuindo a superlotação de
pacientes existentes nas emergências, UPAS e policlínicas.
O CREMEPE é uma autarquia pública criada há mais de seis décadas com o objetivo de seguir
os preceitos legais a ela outorgados, zelando pela boa prática da medicina, fiscalizando o
exercício ético da profissão e sempre exigindo melhores condições de trabalho para a
categoria médica. Ao longo da sua existência, o CREMEPE cumpre seu papel institucional em
defesa da ética, respeitando os preceitos legais, no princípio fundamental que a medicina é
uma profissão à serviço da saúde do ser humano e da coletividade, atuando sempre no
sentido de termos uma medicina ética e de qualidade.
Recife, 29 de janeiro de 2022“

avatar of the starter
Vania CarvalhoCriador do abaixo-assinado
Este abaixo-assinado conseguiu 262 apoiadores!

O problema

Nós, pais de alunos, do Colégio CBV, em Recife/PE, unidades Boa Viagem e Jaqueira, tendo em conta que o índice de contaminação pela COVID-19, encontra-se em níveis alarmantes, consideramos temerário levarmos nossos filhos à aula presencial no presente momento, devido ao alto risco de contágio (apesar de todas as precauções). Por tais considerações e em razão da direção da escola haver comunicado o retorno as aulas apenas na modalidade presencial, solicitamos q a escola disponibilize o ensino remoto por mais este semestre ou até que haja segurança no controle da doença, deixando a cargos de nós, pais, a opção de mandamos ou ñ nossos filhos as aulas presenciais, pois, ñ obstante os cuidados com a saúde dos filhos ser um dever inerente ao poder familiar, a lei tbém nos impõe tal obrigação. Se a obrigação legal nos é imposta, cabe-nos, portanto, o direitos de decidirmos se enviamos ou ñ nossos filhos à escola e se os serviços remotos ñ seriam disponibilizados a escola deveria ter se posicionado no ato da contratação e assim ñ o fez, devendo, portanto, dar continuidade ao ensino remoto, o disponibilizando para todos q optarem pelo mesmo. 

Reforçamos, ainda, salientando q o próprio CREMEPE, em 29/01/22, soltou nota solicitando ao governo do Estado a proibição de eventos q promovam aglomerações: NOTA OFICIAL DO CREMEPE  “Diante do aumento exponencial de casos da variante Ômicron no Estado, que vem
superlotando os serviços de urgência e emergência e, com o número crescente de médicos e
demais profissionais de saúde acometidos pela doença, o CREMEPE defende que festas,
reuniões, cerimônias, formaturas e todo tipo de aglomeração, sejam proibidas pelo governo
do Estado como forma de demonstrar coerência neste momento do enfrentamento da
COVID-19. Ressalta também a necessidade de compreensão da sociedade como um todo, de
evitar participar de tais eventos, já largamente evidenciados como responsáveis por um alto
risco de se disseminar a doença, mesmo com a exigência de comprovante de vacinação e
testagem prévia dos participantes. Os testes para COVID-19 que estão sendo utilizados para
permitir esses tipos de aglomerações deveriam ser destinados exclusivamente para o
diagnóstico de pacientes com sintomas ou internados e não em pessoas assintomáticas para
permitir acesso a eventos privados, conforme apontou recentemente a OPAS.
Com relação à permissão de eventos privados para os festejos do carnaval, não se pode
neste momento, proibir apenas as festividades de rua para o público em geral e permitir que
ocorram festas para aqueles que podem pagar entrada em eventos deste tipo. A
responsabilidade e o sacrifício devem ser de todos e não apenas para uma parcela da
população. Esperamos que o governo do Estado mantenha a coerência que tem sido
demonstrada com a população pernambucana desde o início da pandemia.
Neste momento em que os profissionais de saúde são mais uma vez convocados para
colaborar com sacrifício para o enfrentamento da pandemia, com mais um encargo imposto a
uma categoria já tão esgotada em sua carga de trabalho no enfrentamento da COVID-19 nos
últimos dois anos, os médicos não deixarão de cumprir seu compromisso de bem servir às
necessidades da população. Contudo, entende que este sacrifício não pode ser feito de forma
isolada. Há necessidade de que mais medidas sejam tomadas para reduzir a alta
transmissibilidade da variante Ômicron em nosso Estado, diminuindo a superlotação de
pacientes existentes nas emergências, UPAS e policlínicas.
O CREMEPE é uma autarquia pública criada há mais de seis décadas com o objetivo de seguir
os preceitos legais a ela outorgados, zelando pela boa prática da medicina, fiscalizando o
exercício ético da profissão e sempre exigindo melhores condições de trabalho para a
categoria médica. Ao longo da sua existência, o CREMEPE cumpre seu papel institucional em
defesa da ética, respeitando os preceitos legais, no princípio fundamental que a medicina é
uma profissão à serviço da saúde do ser humano e da coletividade, atuando sempre no
sentido de termos uma medicina ética e de qualidade.
Recife, 29 de janeiro de 2022“

avatar of the starter
Vania CarvalhoCriador do abaixo-assinado

Os tomadores de decisão

Direção do Colégio Boa Viagem em Recife/PE
Direção do Colégio Boa Viagem em Recife/PE

Atualizações do abaixo-assinado

Compartilhar este abaixo-assinado

Abaixo-assinado criado em 30 de janeiro de 2022