Diga Não às Torres de Concreto em Torres - RS

O problema

Queridos cidadãos e amigos de Torres,

Nos últimos anos, nossa amada cidade tem enfrentado uma ameaça crescente: a verticalização desenfreada. O movimento DIGA NÃO ÀS TORRES DE CONCRETO nasceu para proteger o que mais amamos em Torres – seu charme, sua identidade e a qualidade de vida que todos nós desfrutamos.

A construção de grandes edifícios em nossa cidade traz consequências graves e irreversíveis, como:

  • Aumento da temperatura: prédios altos bloqueiam a ventilação natural, criando ilhas de calor que podem aumentar a temperatura em até 4°C. Isso significa verões mais quentes e menos confortáveis para todos nós;
  • Proliferação de mosquitos: ambientes mais úmidos ao redor dos prédios favorecem a proliferação de mosquitos, incluindo o perigoso Aedes aegypti, transmissor da dengue;
  • Sombras opressivas: as sombras projetadas por esses edifícios roubam a luz natural de nossas casas e praias, afetando tanto o ecossistema quanto nossas atividades de lazer e turismo;
  • Danos às residências: a umidade interna nas casas vizinhas a esses prédios causa mofo, proliferação de fungos, cupins e problemas de saúde como asma e doenças pulmonares;
  • Conflitos urbanos: a densidade populacional e o número de veículos aumentam, gerando mais trânsito e conflitos com pedestres em nossas áreas de lazer e nas calçadas;
  • Poluição: a concentração de dióxido de carbono e poeira aumenta, contribuindo para a poluição do ar e afetando nossa saúde;
  • Riscos estruturais: prédios altos exigem fundações profundas, que podem causar rachaduras e danos nas casas vizinhas;
  • Sobrecarga de serviços públicos: a quantidade de lixo e esgoto, por exemplo, aumentará, exigindo maior eficiência na coleta e tratamento, pressionando ainda mais nossos recursos públicos;
  • Impacto paisagístico, histórico e cultural: Torres perderá seu horizonte natural e histórico, escondendo a beleza de nossas igrejas antigas, morros, serras e o horizonte marinho;
  • Impacto na fauna: a verticalização reduz o número de pássaros, perturbando o equilíbrio ecológico e contribuindo para a proliferação de pragas;
  • Necessidade de infraestrutura especializada: prédios altos exigem um Corpo de Bombeiros especializado, com veículos e equipamentos adequados para combater incêndios em grandes alturas.

Um exemplo alarmante é a proposta do empreendimento de 29 andares em frente ao Rio Mampituba, na Av. Silva Jardim com a Av. Cristóvão Colombo - uma Área de Preservação Permanente (APP). O Rio Mampituba, de responsabilidade federal, exige uma atenção jurisdicional maior, pois está numa região sensível de encontro com o oceano. Além disso, a construção de outro edifício, com 30 andares, está sendo anunciada na Av. General Osório, em frente ao Hotel do SESC. É importante salientar que a aprovação destes empreendimentos requer estudos técnicos suficientes, adequados e atualizados. Do contrário, serão abertos precedentes perigosos para empreendimentos semelhantes ao longo das margens do Rio Mampituba, ameaçando nossa paisagem, saúde e segurança pública, colocando sob o risco de dano severo e irreparável o nosso meio ambiente.

Ademais, o desrespeito ao meio ambiente já mostrou suas consequências. Recentemente, vimos as devastadoras enchentes no Rio Grande do Sul, que trouxeram morte e destruição. Torres não pode seguir esse caminho! 

Em 2014, um abaixo-assinado como este foi vital para defender um modelo sustentável para a nossa cidade. Agora, precisamos novamente unir nossas vozes para garantir um ambiente próspero, equilibrado e saudável para as presentes e futuras gerações.

É hora de agir! Mostre que você se importa com o futuro de Torres. Assine esta petição e ajude a impedir a verticalização de nossa cidade. Juntos, podemos garantir que Torres continue sendo um lugar onde a natureza e a vida urbana coexistem harmoniosamente, oferecendo qualidade de vida para todos.

Assine agora e compartilhe este abaixo-assinado com amigos e familiares. O futuro está em nossas mãos!

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O problema

Queridos cidadãos e amigos de Torres,

Nos últimos anos, nossa amada cidade tem enfrentado uma ameaça crescente: a verticalização desenfreada. O movimento DIGA NÃO ÀS TORRES DE CONCRETO nasceu para proteger o que mais amamos em Torres – seu charme, sua identidade e a qualidade de vida que todos nós desfrutamos.

A construção de grandes edifícios em nossa cidade traz consequências graves e irreversíveis, como:

  • Aumento da temperatura: prédios altos bloqueiam a ventilação natural, criando ilhas de calor que podem aumentar a temperatura em até 4°C. Isso significa verões mais quentes e menos confortáveis para todos nós;
  • Proliferação de mosquitos: ambientes mais úmidos ao redor dos prédios favorecem a proliferação de mosquitos, incluindo o perigoso Aedes aegypti, transmissor da dengue;
  • Sombras opressivas: as sombras projetadas por esses edifícios roubam a luz natural de nossas casas e praias, afetando tanto o ecossistema quanto nossas atividades de lazer e turismo;
  • Danos às residências: a umidade interna nas casas vizinhas a esses prédios causa mofo, proliferação de fungos, cupins e problemas de saúde como asma e doenças pulmonares;
  • Conflitos urbanos: a densidade populacional e o número de veículos aumentam, gerando mais trânsito e conflitos com pedestres em nossas áreas de lazer e nas calçadas;
  • Poluição: a concentração de dióxido de carbono e poeira aumenta, contribuindo para a poluição do ar e afetando nossa saúde;
  • Riscos estruturais: prédios altos exigem fundações profundas, que podem causar rachaduras e danos nas casas vizinhas;
  • Sobrecarga de serviços públicos: a quantidade de lixo e esgoto, por exemplo, aumentará, exigindo maior eficiência na coleta e tratamento, pressionando ainda mais nossos recursos públicos;
  • Impacto paisagístico, histórico e cultural: Torres perderá seu horizonte natural e histórico, escondendo a beleza de nossas igrejas antigas, morros, serras e o horizonte marinho;
  • Impacto na fauna: a verticalização reduz o número de pássaros, perturbando o equilíbrio ecológico e contribuindo para a proliferação de pragas;
  • Necessidade de infraestrutura especializada: prédios altos exigem um Corpo de Bombeiros especializado, com veículos e equipamentos adequados para combater incêndios em grandes alturas.

Um exemplo alarmante é a proposta do empreendimento de 29 andares em frente ao Rio Mampituba, na Av. Silva Jardim com a Av. Cristóvão Colombo - uma Área de Preservação Permanente (APP). O Rio Mampituba, de responsabilidade federal, exige uma atenção jurisdicional maior, pois está numa região sensível de encontro com o oceano. Além disso, a construção de outro edifício, com 30 andares, está sendo anunciada na Av. General Osório, em frente ao Hotel do SESC. É importante salientar que a aprovação destes empreendimentos requer estudos técnicos suficientes, adequados e atualizados. Do contrário, serão abertos precedentes perigosos para empreendimentos semelhantes ao longo das margens do Rio Mampituba, ameaçando nossa paisagem, saúde e segurança pública, colocando sob o risco de dano severo e irreparável o nosso meio ambiente.

Ademais, o desrespeito ao meio ambiente já mostrou suas consequências. Recentemente, vimos as devastadoras enchentes no Rio Grande do Sul, que trouxeram morte e destruição. Torres não pode seguir esse caminho! 

Em 2014, um abaixo-assinado como este foi vital para defender um modelo sustentável para a nossa cidade. Agora, precisamos novamente unir nossas vozes para garantir um ambiente próspero, equilibrado e saudável para as presentes e futuras gerações.

É hora de agir! Mostre que você se importa com o futuro de Torres. Assine esta petição e ajude a impedir a verticalização de nossa cidade. Juntos, podemos garantir que Torres continue sendo um lugar onde a natureza e a vida urbana coexistem harmoniosamente, oferecendo qualidade de vida para todos.

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Os tomadores de decisão

Prefeitura de Torres
Prefeitura de Torres
prefeitura

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Abaixo-assinado criado em 18 de julho de 2024