DIGA NÃO AS TORRES DE CONCRETO


DIGA NÃO AS TORRES DE CONCRETO
O problema
Pedimos que sejam considerados alguns IMPACTOS NEGATIVOS relevantes diretos e indiretos da verticalização na orla das praias:
- Perda da ventilação natural (baixa velocidade de evaporação) ocasionando aumento da temperatura em até 4°C – ilhas de calor;
- Os ambientes no entorno dos prédios ficam mais úmidos aumentando a probabilidade de proliferação dos mosquitos, em especial, o Aedes aegypti (transmissor da dengue);
- Projeção de sombras sobre as residências da vizinhança, com perda parcial da insolação natural; Projeção de sombras sobre a areia da praia e ambientes associados comprometendo o ecossistema e o uso do ambiente para recreação comércio e turismo;
- Aumento da umidade nas partes internas das residências vizinhas aos prédios gerando ”mofo”, proliferação de fungos e cupim nas madeiras e armários, doenças asmáticas e bronco-pulmonares, etc;
- Maior adensamento urbano, tais como: da população, da quantidade de veículos e da circulação; e, conseqüentemente, maiores conflitos com os pedestres nas áreas de lazer, jardins e calçadas da cidade;
- Aumento da concentração de CO2 - dióxido de carbono, da poeira e do material particulado em suspensão (Gazes do efeito estufa);
- Os prédios exigem fundações profundas e provocam interferências na circunvizinhança, com risco de recalques e movimentação do solo causando rachaduras nas casas vizinhas;
- Aumento na concentração de resíduos, exigindo do Poder Público maior eficiência na coleta, transporte, e na disposição final dos resíduos sólidos urbanos (lixo);
- Aumento na carga de esgotos, implicando no redimensionamento dos diâmetros das redes coletoras;
- A cidade verticalizada perde parte do seu horizonte e, consequentemente, diminui a perspectiva de visão da paisagem natural. Não se trata somente da perda da paisagem, mas também da salubridade urbana; Em cidades históricas como Torres, devido a pouca distância entre as áreas verticalizadas, a construção de altos edifícios provoca significativos impactos paisagísticos, escondendo as fachadas de antigas igrejas e casarios centenários e ambientes naturais como morros, serras e horizonte marinho;
- Redução no número de pássaros, provocando interferência na cadeia alimentar e nos ecossistemas dos ambientais urbanos (os pássaros são predadores naturais de larvas de mosquitos e insetos, e dispersores de sementes);
- A verticalização exige uma Corporação do Corpo de Bombeiros, especializada no combate a incêndios de altos edifícios, dotada de veículos e equipamentos adequados.
Vamos incentivar o DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DA NOSSA CIDADE com valorização do TURISMO, PRESERVAÇÃO DA NATUREZA, QUALIDADE DE VIDA e PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO.

22.401
O problema
Pedimos que sejam considerados alguns IMPACTOS NEGATIVOS relevantes diretos e indiretos da verticalização na orla das praias:
- Perda da ventilação natural (baixa velocidade de evaporação) ocasionando aumento da temperatura em até 4°C – ilhas de calor;
- Os ambientes no entorno dos prédios ficam mais úmidos aumentando a probabilidade de proliferação dos mosquitos, em especial, o Aedes aegypti (transmissor da dengue);
- Projeção de sombras sobre as residências da vizinhança, com perda parcial da insolação natural; Projeção de sombras sobre a areia da praia e ambientes associados comprometendo o ecossistema e o uso do ambiente para recreação comércio e turismo;
- Aumento da umidade nas partes internas das residências vizinhas aos prédios gerando ”mofo”, proliferação de fungos e cupim nas madeiras e armários, doenças asmáticas e bronco-pulmonares, etc;
- Maior adensamento urbano, tais como: da população, da quantidade de veículos e da circulação; e, conseqüentemente, maiores conflitos com os pedestres nas áreas de lazer, jardins e calçadas da cidade;
- Aumento da concentração de CO2 - dióxido de carbono, da poeira e do material particulado em suspensão (Gazes do efeito estufa);
- Os prédios exigem fundações profundas e provocam interferências na circunvizinhança, com risco de recalques e movimentação do solo causando rachaduras nas casas vizinhas;
- Aumento na concentração de resíduos, exigindo do Poder Público maior eficiência na coleta, transporte, e na disposição final dos resíduos sólidos urbanos (lixo);
- Aumento na carga de esgotos, implicando no redimensionamento dos diâmetros das redes coletoras;
- A cidade verticalizada perde parte do seu horizonte e, consequentemente, diminui a perspectiva de visão da paisagem natural. Não se trata somente da perda da paisagem, mas também da salubridade urbana; Em cidades históricas como Torres, devido a pouca distância entre as áreas verticalizadas, a construção de altos edifícios provoca significativos impactos paisagísticos, escondendo as fachadas de antigas igrejas e casarios centenários e ambientes naturais como morros, serras e horizonte marinho;
- Redução no número de pássaros, provocando interferência na cadeia alimentar e nos ecossistemas dos ambientais urbanos (os pássaros são predadores naturais de larvas de mosquitos e insetos, e dispersores de sementes);
- A verticalização exige uma Corporação do Corpo de Bombeiros, especializada no combate a incêndios de altos edifícios, dotada de veículos e equipamentos adequados.
Vamos incentivar o DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DA NOSSA CIDADE com valorização do TURISMO, PRESERVAÇÃO DA NATUREZA, QUALIDADE DE VIDA e PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO.

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Os tomadores de decisão
Abaixo-assinado criado em 5 de junho de 2014