Diga Não A Construção de um Complexo Eólico no Habitat da Ararinha Azul!

O problema

A ararinha-azul (Cyanopsitta spixii) foi extinta da natureza em 2000, por desmate, caça e tráfico. Um primeiro grupo criado em cativeiro deve ser liberado num refúgio de vida silvestre em Curaçá e Juazeiro, na Bahia, em 11 de junho. A reserva é rodeada por uma área de proteção ambiental, também federal. Somam juntas 1.200 km2, cerca do dobro da área da capital SalvadorNa vizinhança das reservas, a Voltalia quer gerar 288 Megawatts no Complexo Eólico Serra da Borracha. Suas 48 turbinas serão distribuídas em “linhas retas orientadas principalmente na direção Norte-Sul” em 6 parques apartados, mostra o Plano para Levantamento de Fauna Silvestre do projeto. Do local, linhões de alta potência levarão eletricidade a centros consumidores.Diretor da Sociedade para a Conservação das Aves do Brasil (Save), Pedro Develey vê “grande incoerência” numa possível usina eólica na região onde serão soltas as ararinhas, que voam até 50 km para comer e se reproduzir.

Distância suficiente para vencer os limites das áreas protegidas. “Os animais são ainda mais frágeis porque virão de cativeiro, precisarão aprender a viver livres”, apontou.

Vale a Apena Lembrar que a Voltalia Quer também  construir um complexo eólico no Habitat da Arara Azul  de Lear em Canudos! Não podemos deixar a Construção desse complexo eólico ameaçar a Ararinha Azul uma que já ficou 22 anos considerada Extinta na natureza!! Esse complexo eólico pode arruinar anos de conservação da Espécie!!

 

 

avatar of the starter
Náthaly MarconCriador do abaixo-assinadoEstudante de Auxiliar Veterinária e Autora da Petição em Prol a Arara Azul de Lear junto com a co-autoria da Fundação Biodiversitas!!
Vitória confirmada
Este abaixo-assinado foi vitorioso com 188 apoiadores!

O problema

A ararinha-azul (Cyanopsitta spixii) foi extinta da natureza em 2000, por desmate, caça e tráfico. Um primeiro grupo criado em cativeiro deve ser liberado num refúgio de vida silvestre em Curaçá e Juazeiro, na Bahia, em 11 de junho. A reserva é rodeada por uma área de proteção ambiental, também federal. Somam juntas 1.200 km2, cerca do dobro da área da capital SalvadorNa vizinhança das reservas, a Voltalia quer gerar 288 Megawatts no Complexo Eólico Serra da Borracha. Suas 48 turbinas serão distribuídas em “linhas retas orientadas principalmente na direção Norte-Sul” em 6 parques apartados, mostra o Plano para Levantamento de Fauna Silvestre do projeto. Do local, linhões de alta potência levarão eletricidade a centros consumidores.Diretor da Sociedade para a Conservação das Aves do Brasil (Save), Pedro Develey vê “grande incoerência” numa possível usina eólica na região onde serão soltas as ararinhas, que voam até 50 km para comer e se reproduzir.

Distância suficiente para vencer os limites das áreas protegidas. “Os animais são ainda mais frágeis porque virão de cativeiro, precisarão aprender a viver livres”, apontou.

Vale a Apena Lembrar que a Voltalia Quer também  construir um complexo eólico no Habitat da Arara Azul  de Lear em Canudos! Não podemos deixar a Construção desse complexo eólico ameaçar a Ararinha Azul uma que já ficou 22 anos considerada Extinta na natureza!! Esse complexo eólico pode arruinar anos de conservação da Espécie!!

 

 

avatar of the starter
Náthaly MarconCriador do abaixo-assinadoEstudante de Auxiliar Veterinária e Autora da Petição em Prol a Arara Azul de Lear junto com a co-autoria da Fundação Biodiversitas!!

Os tomadores de decisão

Voltalia Energia do Brasil
NOTA DE ESCLARECIMENTO A Voltalia informa que não possui e nem tem intenção de iniciar projetos eólicos em Curaçá, na Bahia. Sempre prezando pela transparência e ética - pilares que regem a Voltalia - a companhia esclarece que chegou na região há cinco anos, em 2017, para realização de estudos. Mais recentemente, contudo, com a confirmação da reintrodução das aves na localidade, a empresa optou por descontinuar todas as ações que encontravam-se em andamento. No Brasil desde 2006, a empresa reafirma seu compromisso com o meio ambiente, com o desenvolvimento das regiões onde atua e com toda a sociedade brasileira.

Atualizações do abaixo-assinado

Compartilhar este abaixo-assinado

Abaixo-assinado criado em 14 de junho de 2022