

Dengue: Implantar Estações Disseminadoras de Larvicida em todo Brasil


Dengue: Implantar Estações Disseminadoras de Larvicida em todo Brasil
O problema
Diante do preocupante cenário epidemiológico em nosso país, com um aumento expressivo de casos de dengue - mais de 1.000.000 em 2024, faz-se imperativo a adoção de medidas inovadoras e eficazes no combate ao vetor dessa doença, o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, do vírus causador da febre chikungunya e do Zika vírus.
Neste sentido, venho indicar a consideração e implementação das Estações Disseminadoras de Larvicida (EDLs) em todo território nacional, (método já adotado em anos anteriores, porém não implementado em todos municípios) uma tecnologia desenvolvida pelo Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia). Consiste na utilização de recipientes plásticos contendo água e um tecido sintético impregnado com larvicida. As fêmeas do Aedes aegypti são atraídas para depositar seus ovos e, ao entrarem em contato com o tecido, se impregnam com o larvicida. Esse larvicida é então disseminado pelas fêmeas a diversos criadouros, reduzindo significativamente a população de mosquitos em uma vasta área.
As vantagens dessa abordagem incluem:
- Custo-Benefício: As EDLs representam uma solução de baixo custo, especialmente quando comparadas a outras intervenções de controle de vetores;
- Fácil Implementação: A metodologia de instalação e manutenção das EDLs é simples, podendo ser facilmente adaptada pelos agentes de saúde locais e pela comunidade;
- Eficácia Comprovada: Pesquisas realizadas em diversas cidades brasileiras demonstraram a efetividade dessas armadilhas na redução das populações de Aedes aegypti e, consequentemente, nos índices de dengue;
- Sustentabilidade e Segurança: O larvicida utilizado, Pyriproxyfen, é aprovado pelo Ministério da Saúde e possui eficácia comprovada, sem causar prejuízos significativos ao meio ambiente, à saúde humana e animal.
A situação atual exige uma resposta rápida e eficaz. Acredito que a implementação das EDLs, juntamente com as medidas sanitárias de cada município já adotadas, pode ser um passo significativo na redução dos casos de dengue e na proteção da saúde pública.
Lembrando que a nova vacina adotada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) - a Qdenga® - ainda não está disponível a toda população e não combate todos os tipos de vírus transmitidos pelo Aedes aegypti, oferece proteção contra a dengue causada pelos sorotipos 1, 2, 3 e 4 - a mesma cobertura da Dengvaxia®, que está disponível apenas em clínicas particulares pelo valor aproximado de R$ 350 a R$ 500, sendo necessário duas doses.
Para saber mais visite: O que é uma Estação Disseminadora de Larvicida?
O problema
Diante do preocupante cenário epidemiológico em nosso país, com um aumento expressivo de casos de dengue - mais de 1.000.000 em 2024, faz-se imperativo a adoção de medidas inovadoras e eficazes no combate ao vetor dessa doença, o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, do vírus causador da febre chikungunya e do Zika vírus.
Neste sentido, venho indicar a consideração e implementação das Estações Disseminadoras de Larvicida (EDLs) em todo território nacional, (método já adotado em anos anteriores, porém não implementado em todos municípios) uma tecnologia desenvolvida pelo Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia). Consiste na utilização de recipientes plásticos contendo água e um tecido sintético impregnado com larvicida. As fêmeas do Aedes aegypti são atraídas para depositar seus ovos e, ao entrarem em contato com o tecido, se impregnam com o larvicida. Esse larvicida é então disseminado pelas fêmeas a diversos criadouros, reduzindo significativamente a população de mosquitos em uma vasta área.
As vantagens dessa abordagem incluem:
- Custo-Benefício: As EDLs representam uma solução de baixo custo, especialmente quando comparadas a outras intervenções de controle de vetores;
- Fácil Implementação: A metodologia de instalação e manutenção das EDLs é simples, podendo ser facilmente adaptada pelos agentes de saúde locais e pela comunidade;
- Eficácia Comprovada: Pesquisas realizadas em diversas cidades brasileiras demonstraram a efetividade dessas armadilhas na redução das populações de Aedes aegypti e, consequentemente, nos índices de dengue;
- Sustentabilidade e Segurança: O larvicida utilizado, Pyriproxyfen, é aprovado pelo Ministério da Saúde e possui eficácia comprovada, sem causar prejuízos significativos ao meio ambiente, à saúde humana e animal.
A situação atual exige uma resposta rápida e eficaz. Acredito que a implementação das EDLs, juntamente com as medidas sanitárias de cada município já adotadas, pode ser um passo significativo na redução dos casos de dengue e na proteção da saúde pública.
Lembrando que a nova vacina adotada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) - a Qdenga® - ainda não está disponível a toda população e não combate todos os tipos de vírus transmitidos pelo Aedes aegypti, oferece proteção contra a dengue causada pelos sorotipos 1, 2, 3 e 4 - a mesma cobertura da Dengvaxia®, que está disponível apenas em clínicas particulares pelo valor aproximado de R$ 350 a R$ 500, sendo necessário duas doses.
Para saber mais visite: O que é uma Estação Disseminadora de Larvicida?
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Abaixo-assinado criado em 14 de fevereiro de 2024
