Justiça por Rabito - Lei Sansão -Cadeia para maus tratos .

O problema

Resumo do Caso Rabito 
Durante várias semanas, o abrigo Lar do Nando(Associação de Proteção animal Lar do Nando ) recebeu a denúncia de vizinhos sobre
um cachorro que estava sendo vítima de maus-tratos. Segundo os denunciantes, o cachorro
havia sido amarrado com uma corda muito apertada e curta no pescoço por muito tempo,
resultando em um corte profundo no pescoço do animal.
Assim, foram enviadas várias fotos comprovando o estado crítico que o animal se
encontrava, com um ferimento exposto que não estava recebendo nenhum tratamento, portanto,
apenas se agravava com o passar do tempo.
Desse modo, no dia 04/02/2022, o Sr. Nando (responsável pelo abrigo) se dirigiu até o
local onde residia o animal com seus tutores.
Ao chegar na residência, se deparou com a viatura da polícia militar, que já estava de
saída,a polícia foi acionada pelo 190 pelos vizinhos ,porém não foi  realizada a prisão dos tutores agressores ou sequer a apreensão do
cachorro ferido, o mínimo que deveria ser feito pois estava visivelmente em péssimo estado de
saúde e precisava imediatamente ser levado à perícia e ao veterinário.
Diante da situação, o Sr. Nando realizou o resgate do animal, acompanhado dos
policiais pois estes, percebendo a chegada do protetor, logo voltaram para presenciar toda a
ação. No momento, a própria tutora permitiu que o Sr. Nando levasse o cachorro, bem como
permitiu que entrasse em sua residência nesse intuito.

Contudo, após 05 dias de posse do animal, realizando todo o tratamento com curativos
e medicamentos, simplesmente no dia 09/02/2022, o Sr. Nando foi chamado pela Delegacia do
Meio Ambiente para que entregasse o cachorro, sendo ameaçado de que, caso não entregasse,
haveria o pedido judicial para realizarem a busca e apreensão do animal no abrigo.
Assustado com a situação e desejando cooperar com a polícia, no dia 11/02/2022, o
protetor acompanhado deste advogado, seguiu para a delegacia para entregar o animal.
Na ocasião, surpreendentemente recebeu a notícia de que estava sendo investigado por
ter supostamente cometido o crime de “coação no curso do processo”.
Teve o conhecimento também de que, para a autoridade policial e para o próprio
delegado, não fora vislumbrado maus-tratos no animal, mesmo havendo todas as fotos,
vídeos, testemunhas, laudo veterinário e denúncias atestando os ferimentos e o crime
praticado.
Ainda, de forma absurda, o delegado em questão decidiu que a polícia faria a devolução
do cachorro aos tutores ofensores, para continuar vivendo na mesma casa dos responsáveis
pelos cortes em seu pescoço.
Assim o fizeram, o cão batizado de “Rabito” pela ONG, foi devolvido às mãos daqueles
que tanto o maltrataram.
★ Em resumo, aqueles que cometeram o crime e maltrataram o cachorro saíram
ilesos e aplaudidos, enquanto que o protetor, que realizou o resgate e promoveu
todos os cuidados da saúde do animal, é quem cometeu crime e é quem está
sendo investigado!
Toda a situação causa terrível sentimento de injustiça e revolta, pois o Estado
desempenha toda a sua força para punir aquele que deveria ser agraciado.

 

Diante disso ,pedimos justiça por Rabito ,que seja aplicada lei sansao na infratora e perca a guarda do animal e dos demais da residência.

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Associação de proteção Animal Lar do NandoCriador do abaixo-assinado

26.412

O problema

Resumo do Caso Rabito 
Durante várias semanas, o abrigo Lar do Nando(Associação de Proteção animal Lar do Nando ) recebeu a denúncia de vizinhos sobre
um cachorro que estava sendo vítima de maus-tratos. Segundo os denunciantes, o cachorro
havia sido amarrado com uma corda muito apertada e curta no pescoço por muito tempo,
resultando em um corte profundo no pescoço do animal.
Assim, foram enviadas várias fotos comprovando o estado crítico que o animal se
encontrava, com um ferimento exposto que não estava recebendo nenhum tratamento, portanto,
apenas se agravava com o passar do tempo.
Desse modo, no dia 04/02/2022, o Sr. Nando (responsável pelo abrigo) se dirigiu até o
local onde residia o animal com seus tutores.
Ao chegar na residência, se deparou com a viatura da polícia militar, que já estava de
saída,a polícia foi acionada pelo 190 pelos vizinhos ,porém não foi  realizada a prisão dos tutores agressores ou sequer a apreensão do
cachorro ferido, o mínimo que deveria ser feito pois estava visivelmente em péssimo estado de
saúde e precisava imediatamente ser levado à perícia e ao veterinário.
Diante da situação, o Sr. Nando realizou o resgate do animal, acompanhado dos
policiais pois estes, percebendo a chegada do protetor, logo voltaram para presenciar toda a
ação. No momento, a própria tutora permitiu que o Sr. Nando levasse o cachorro, bem como
permitiu que entrasse em sua residência nesse intuito.

Contudo, após 05 dias de posse do animal, realizando todo o tratamento com curativos
e medicamentos, simplesmente no dia 09/02/2022, o Sr. Nando foi chamado pela Delegacia do
Meio Ambiente para que entregasse o cachorro, sendo ameaçado de que, caso não entregasse,
haveria o pedido judicial para realizarem a busca e apreensão do animal no abrigo.
Assustado com a situação e desejando cooperar com a polícia, no dia 11/02/2022, o
protetor acompanhado deste advogado, seguiu para a delegacia para entregar o animal.
Na ocasião, surpreendentemente recebeu a notícia de que estava sendo investigado por
ter supostamente cometido o crime de “coação no curso do processo”.
Teve o conhecimento também de que, para a autoridade policial e para o próprio
delegado, não fora vislumbrado maus-tratos no animal, mesmo havendo todas as fotos,
vídeos, testemunhas, laudo veterinário e denúncias atestando os ferimentos e o crime
praticado.
Ainda, de forma absurda, o delegado em questão decidiu que a polícia faria a devolução
do cachorro aos tutores ofensores, para continuar vivendo na mesma casa dos responsáveis
pelos cortes em seu pescoço.
Assim o fizeram, o cão batizado de “Rabito” pela ONG, foi devolvido às mãos daqueles
que tanto o maltrataram.
★ Em resumo, aqueles que cometeram o crime e maltrataram o cachorro saíram
ilesos e aplaudidos, enquanto que o protetor, que realizou o resgate e promoveu
todos os cuidados da saúde do animal, é quem cometeu crime e é quem está
sendo investigado!
Toda a situação causa terrível sentimento de injustiça e revolta, pois o Estado
desempenha toda a sua força para punir aquele que deveria ser agraciado.

 

Diante disso ,pedimos justiça por Rabito ,que seja aplicada lei sansao na infratora e perca a guarda do animal e dos demais da residência.

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Os tomadores de decisão

Delegacia de proteção ao meio ambiente - Governo do Piauí - Governador Wellington Dias
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Atualizações do abaixo-assinado

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Abaixo-assinado criado em 14 de fevereiro de 2022