Carta Aberta Contra os Ataques às Universidades


Carta Aberta Contra os Ataques às Universidades
O problema
Carta Aberta
Em Defesa da UFSCar!
Ao DCE, SINTUFSCar, ADUFSCar, APG e toda comunidade acadêmica,
A UFSCar, UFRJ, UFPE, UnB e demais IFES possuem suas despesas básicas ameaçadas, sem orçamento para chegar ao fim do ano, não podendo custear a energia elétrica, abastecimento de água, limpeza das instalações, acesso a serviços de internet, recursos de tecnologia da informação para atividades remotas, contratos com trabalhadores em situação de terceirização, ademais de pagamento de bolsas, entre outras demandas.
A educação pública não tem sido prioridade em nenhum governo. Ao longo dos anos, entra e sai governo vemos cortes sistemáticos no orçamento destinado aos Institutos Federais de Ensino Superior - IFES. Neste ano, a partir da aprovação da Lei Orçamentária Anual evidenciou o descaso do governo Bolsonaro aos IFES, promovendo um ataque à educação pública, enquanto paralelamente autoriza um aumento de até 69% do seu salário e do alto escalão do governo.
Não é novidade que o atual governo federal despreza a universidade pública e foi eleito com um discurso que ataca a universidade e insiste na retirada de direitos. A postura oficial diante dessa pandemia que nos assola é a negação da ciência. Apostando em medicamentos comprovadamente ineficazes contra a Covid-19 enquanto rejeita a compra de vacinas e “kit intubação" que são necessários para combater a pandemia e acabar com a tragédia brasileira, sendo fundamental a vacinação em massa de toda a população já.
Diante dessa situação, convocamos os(as) estudantes, técnicos-administrativos e professores a se unificar e se organizar para barrar esse ataque e defender a UFSCar. Não podemos esperar 2022 para salvar a Universidade Pública! A UFSCar está sendo ameaçada agora! Por isso, propomos:
Assembleia Geral Unificada com estudantes, técnicos e professores rumo à Greve Geral.

O problema
Carta Aberta
Em Defesa da UFSCar!
Ao DCE, SINTUFSCar, ADUFSCar, APG e toda comunidade acadêmica,
A UFSCar, UFRJ, UFPE, UnB e demais IFES possuem suas despesas básicas ameaçadas, sem orçamento para chegar ao fim do ano, não podendo custear a energia elétrica, abastecimento de água, limpeza das instalações, acesso a serviços de internet, recursos de tecnologia da informação para atividades remotas, contratos com trabalhadores em situação de terceirização, ademais de pagamento de bolsas, entre outras demandas.
A educação pública não tem sido prioridade em nenhum governo. Ao longo dos anos, entra e sai governo vemos cortes sistemáticos no orçamento destinado aos Institutos Federais de Ensino Superior - IFES. Neste ano, a partir da aprovação da Lei Orçamentária Anual evidenciou o descaso do governo Bolsonaro aos IFES, promovendo um ataque à educação pública, enquanto paralelamente autoriza um aumento de até 69% do seu salário e do alto escalão do governo.
Não é novidade que o atual governo federal despreza a universidade pública e foi eleito com um discurso que ataca a universidade e insiste na retirada de direitos. A postura oficial diante dessa pandemia que nos assola é a negação da ciência. Apostando em medicamentos comprovadamente ineficazes contra a Covid-19 enquanto rejeita a compra de vacinas e “kit intubação" que são necessários para combater a pandemia e acabar com a tragédia brasileira, sendo fundamental a vacinação em massa de toda a população já.
Diante dessa situação, convocamos os(as) estudantes, técnicos-administrativos e professores a se unificar e se organizar para barrar esse ataque e defender a UFSCar. Não podemos esperar 2022 para salvar a Universidade Pública! A UFSCar está sendo ameaçada agora! Por isso, propomos:
Assembleia Geral Unificada com estudantes, técnicos e professores rumo à Greve Geral.

Abaixo-assinado encerrado
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Abaixo-assinado criado em 19 de maio de 2021