"Que acelerem a votação da proposta de proibição de "rodeios" e "vaquejadas" em todo o território brasileiro"


"Que acelerem a votação da proposta de proibição de "rodeios" e "vaquejadas" em todo o território brasileiro"
O problema
No caso dos Rodeios: A maior parte dos bovinos e equinos utilizados nos eventos são animais pacíficos. As reações de saltar e corcovear se devem ao uso de instrumentos que comprimem regiões sensíveis, como a virilha e os órgãos genitais do animal, fazendo-o se debater na tentativa de se livrar do “equipamento”. Um dos mais utilizados é o sédem: espécie de cinta que é amarrada na virilha e apertada com força minutos antes do animal entrar na arena, causando muita dor. Também são utilizadas esporas e outros objetos pontiagudos sob a sela, substâncias abrasivas (como pimenta e terebintina) são colocadas no corpo do animal para que ele fique irritado e salte, choques elétricos e mecânicos também são aplicados aos animais que estão no brete para aumentar o estresse e gerar agressividade. Os que defendem a prática costumam alegar que o animal “trabalha” apenas 8 segundos (tempo em que o peão deve permanecer montado). Porém, os treinos também são feitos com os equipamentos, e há relatos de peões que treinam de 6 a 8 horas por dia!
JÁ A VAQUEJADA é uma atividade "recreativa-competitiva" com características de esporte do Nordeste brasileiro, no qual dois vaqueiros a cavalo têm de alinhar o animal (boi) até emparelhá-lo entre os cavalos e conduzi-lo ao objetivo (duas últimas faixas de cal do parque de vaquejada), onde o animal deve ser derrubado. Muito popular na segunda metade do século XX, passou a ser questionada a partir da década de 2010 por ativistas dos direitos dos animais em virtude dos maus tratos aos bois, que muitas vezes têm o rabo arrancado ou sofrem fraturas na queda
Por isso pedimos aos Deputados Federais votem a lei impedindo a realização e vaquejadas e de rodeios em todo o território nacional.
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O problema
No caso dos Rodeios: A maior parte dos bovinos e equinos utilizados nos eventos são animais pacíficos. As reações de saltar e corcovear se devem ao uso de instrumentos que comprimem regiões sensíveis, como a virilha e os órgãos genitais do animal, fazendo-o se debater na tentativa de se livrar do “equipamento”. Um dos mais utilizados é o sédem: espécie de cinta que é amarrada na virilha e apertada com força minutos antes do animal entrar na arena, causando muita dor. Também são utilizadas esporas e outros objetos pontiagudos sob a sela, substâncias abrasivas (como pimenta e terebintina) são colocadas no corpo do animal para que ele fique irritado e salte, choques elétricos e mecânicos também são aplicados aos animais que estão no brete para aumentar o estresse e gerar agressividade. Os que defendem a prática costumam alegar que o animal “trabalha” apenas 8 segundos (tempo em que o peão deve permanecer montado). Porém, os treinos também são feitos com os equipamentos, e há relatos de peões que treinam de 6 a 8 horas por dia!
JÁ A VAQUEJADA é uma atividade "recreativa-competitiva" com características de esporte do Nordeste brasileiro, no qual dois vaqueiros a cavalo têm de alinhar o animal (boi) até emparelhá-lo entre os cavalos e conduzi-lo ao objetivo (duas últimas faixas de cal do parque de vaquejada), onde o animal deve ser derrubado. Muito popular na segunda metade do século XX, passou a ser questionada a partir da década de 2010 por ativistas dos direitos dos animais em virtude dos maus tratos aos bois, que muitas vezes têm o rabo arrancado ou sofrem fraturas na queda
Por isso pedimos aos Deputados Federais votem a lei impedindo a realização e vaquejadas e de rodeios em todo o território nacional.
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Abaixo-assinado criado em 12 de setembro de 2015
