Cuidados, reabilitação e soltura para os animais silvestres de Campinas/SP: urgente!

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Heloisa Figueiredo e outras 16 pessoas assinaram recentemente.

O problema

Nós, abaixo-assinados, vimos por meio deste solicitar com urgência que a Prefeitura Municipal de Campinas/SP cuide da sua fauna silvestre e organize um serviço sério e eficiente para o atendimento, reabilitação e soltura de animais silvestres que habitam nossa cidade.

A implantação do Centro de Triagem de Reabilitação de Animais Silvestres (CETRAS) no município é fundamental e uma reivindicação antiga. Mas enquanto o CETRAS não é implantado, é necessário que o município realize convênios com outros centros especializados, seja em municípios vizinhos, sedes de organizações sem fins lucrativos ou clínicas veterinárias especializadas, para que estas instituições realizem o pronto atendimento e reabilitação dos animais silvestres que necessitem de assistência.

Atualmente não há serviço público em Campinas que acolha filhotes órfãos/abandonados de animais silvestres ou animais adultos feridos. O que acontece quando um cidadão procura acolhimento para um animal resgatado é um “jogo de empurra” e desinformação entre diferentes órgãos públicos culminando, na maioria das vezes, na negação de atendimento e morte dos animais, especialmente de filhotes. Quando não há serviço especializado, público e eficiente para lidar com os animais resgatados, duas opções se apresentam: ou os cidadãos ficam com o ônus do cuidado ou os animais sofrem em locais sem condições reais de acolhê-los. 

Não podemos mais aceitar a omissão do poder público municipal frente ao sofrimento dos animais silvestres. A proteção do meio ambiente é uma obrigação compartilhada entre município, estado e governo federal, conforme estabelece a Constituição Federal, Artigo 23, Incisos VI e VII.

O problema se agrava com o avanço de empreendimentos imobiliários e a redução das áreas rurais e verdes, destruindo hábitats naturais e fragmentando territórios antes contíguos. Esta situação implica no deslocamento dos animais silvestres e na ocupação de áreas urbanizadas, o que aumenta o risco de acidentes com animais domésticos, atropelamento, eletrocussão etc.

É inaceitável que a falta de um local adequado e o treinamento especializado de funcionários dos órgãos competentes resulte no sofrimento e morte desses animais, cujas espécies muitas vezes já se encontram em situação de vulnerabilidade na natureza. A criação rápida do CETRAS e de um fluxo de acolhimento temporário para os animais antes do CETRAS estar plenamente operante não é apenas necessária: é uma obrigação moral e legal do nosso município.

Esperamos que a Prefeitura Municipal assuma a responsabilidade de proteger a fauna silvestre, mostrando compromisso real com o meio ambiente e com os cidadãos que se preocupam com ele.

O problema é grave, urgente, e exige ação imediata! Contamos com a sensibilidade dos abaixo assinados e a responsabilidade dos gestores municipais e demais órgãos competentes para transformar esta demanda em ações concretas, o mais rápido possível.

 

Campinas, 26 de fevereiro de 2026

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Isabel FigueiredoCriador do abaixo-assinadoBióloga, amante dos bichos, das plantas, das pessoas. Atua na área de saneamento rural.

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O problema

Nós, abaixo-assinados, vimos por meio deste solicitar com urgência que a Prefeitura Municipal de Campinas/SP cuide da sua fauna silvestre e organize um serviço sério e eficiente para o atendimento, reabilitação e soltura de animais silvestres que habitam nossa cidade.

A implantação do Centro de Triagem de Reabilitação de Animais Silvestres (CETRAS) no município é fundamental e uma reivindicação antiga. Mas enquanto o CETRAS não é implantado, é necessário que o município realize convênios com outros centros especializados, seja em municípios vizinhos, sedes de organizações sem fins lucrativos ou clínicas veterinárias especializadas, para que estas instituições realizem o pronto atendimento e reabilitação dos animais silvestres que necessitem de assistência.

Atualmente não há serviço público em Campinas que acolha filhotes órfãos/abandonados de animais silvestres ou animais adultos feridos. O que acontece quando um cidadão procura acolhimento para um animal resgatado é um “jogo de empurra” e desinformação entre diferentes órgãos públicos culminando, na maioria das vezes, na negação de atendimento e morte dos animais, especialmente de filhotes. Quando não há serviço especializado, público e eficiente para lidar com os animais resgatados, duas opções se apresentam: ou os cidadãos ficam com o ônus do cuidado ou os animais sofrem em locais sem condições reais de acolhê-los. 

Não podemos mais aceitar a omissão do poder público municipal frente ao sofrimento dos animais silvestres. A proteção do meio ambiente é uma obrigação compartilhada entre município, estado e governo federal, conforme estabelece a Constituição Federal, Artigo 23, Incisos VI e VII.

O problema se agrava com o avanço de empreendimentos imobiliários e a redução das áreas rurais e verdes, destruindo hábitats naturais e fragmentando territórios antes contíguos. Esta situação implica no deslocamento dos animais silvestres e na ocupação de áreas urbanizadas, o que aumenta o risco de acidentes com animais domésticos, atropelamento, eletrocussão etc.

É inaceitável que a falta de um local adequado e o treinamento especializado de funcionários dos órgãos competentes resulte no sofrimento e morte desses animais, cujas espécies muitas vezes já se encontram em situação de vulnerabilidade na natureza. A criação rápida do CETRAS e de um fluxo de acolhimento temporário para os animais antes do CETRAS estar plenamente operante não é apenas necessária: é uma obrigação moral e legal do nosso município.

Esperamos que a Prefeitura Municipal assuma a responsabilidade de proteger a fauna silvestre, mostrando compromisso real com o meio ambiente e com os cidadãos que se preocupam com ele.

O problema é grave, urgente, e exige ação imediata! Contamos com a sensibilidade dos abaixo assinados e a responsabilidade dos gestores municipais e demais órgãos competentes para transformar esta demanda em ações concretas, o mais rápido possível.

 

Campinas, 26 de fevereiro de 2026

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Isabel FigueiredoCriador do abaixo-assinadoBióloga, amante dos bichos, das plantas, das pessoas. Atua na área de saneamento rural.

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Abaixo-assinado criado em 26 de fevereiro de 2026