

Contra o Fechamento Recorrente da Orla de Salvador para Corridas de Rua


Contra o Fechamento Recorrente da Orla de Salvador para Corridas de Rua
O problema
Nós, cidadãos de Salvador, moradores, trabalhadores, esportistas, frequentadores da orla e usuários do espaço público, manifestamos nossa preocupação com o fechamento recorrente da orla marítima para a realização de corridas de rua e eventos esportivos, situação que vem causando impactos significativos na mobilidade urbana, no acesso às praias e no direito de circulação da população.
A orla de Salvador não é utilizada apenas para corridas organizadas. Ela é espaço de trabalho, lazer, esporte, turismo, mobilidade e convivência social.
Todos os domingos — e em alguns eventos por períodos ainda maiores — moradores, trabalhadores, surfistas, pescadores, famílias, idosos, ambulantes, turistas e cidadãos em geral enfrentam:
bloqueios extensos da principal via de acesso ao litoral;
dificuldade de deslocamento;
alterações em linhas de ônibus;
redução de acesso às praias;
congestionamentos;
prejuízos ao comércio e aos trabalhadores da orla;
limitação desproporcional do direito de ir e vir.
Eventos recentes demonstram a dimensão do problema:
interdições entre 03h e 09h30 na Barra e Rio Vermelho para corridas e caminhadas;
bloqueios entre 05h e 11h na Avenida Octávio Mangabeira (toda a orla desde o Jardim de Alah até Itapoã, com alteração de itinerários de ônibus; fechamento prolongado durante as Maratonas Salvador, com interdições iniciadas ainda na madrugada e impactos por vários dias consecutivos.
Reconhecemos a importância do esporte, da corrida de rua e dos eventos esportivos para a cidade.
Este abaixo-assinado NÃO é contra a prática esportiva.
O problema é a concentração excessiva desses eventos sempre na mesma região da cidade, utilizando a principal via de acesso ao litoral e comprometendo o uso coletivo do espaço público por toda a população.
A corrida acontece no asfalto. Mas o impacto acaba atingindo praias, trabalhadores, famílias, lazer, mobilidade e o funcionamento urbano de bairros inteiros.
A situação levanta preocupações relacionadas a princípios constitucionais e legais, entre eles:
Direito de ir e vir (Constituição Federal, art. 5º, XV);
Princípio da razoabilidade e proporcionalidade na administração pública (Constituição Federal, art. 37);
Direito ao uso coletivo dos espaços públicos;
Política Nacional de Mobilidade Urbana (Lei 12.587/2012);
Necessidade de planejamento viário e mitigação de impactos urbanos previstos no Código de Trânsito Brasileiro.
Diante disso, solicitamos à Prefeitura de Salvador, à Transalvador e aos órgãos responsáveis:
1. Revisão dos trajetos das corridas de rua Que sejam avaliadas alternativas de percurso em outras regiões da cidade, reduzindo a concentração de bloqueios na orla marítima.
2. Redução da frequência e extensão dos bloqueios. Que os eventos sejam planejados de forma proporcional, evitando interdições excessivas e recorrentes da principal via de acesso às praias.
3. Garantia de mobilidade urbana adequada. Que sejam oferecidas rotas alternativas eficientes, comunicação antecipada clara e estratégias que minimizem os impactos à população.
4. Preservação do acesso público à orla. A praia, a orla e os espaços públicos pertencem à população. O acesso ao litoral não deve ser comprometido de forma recorrente e desproporcional.
5. Participação popular nas decisões.
Que moradores, trabalhadores, comerciantes e usuários da orla sejam ouvidos antes da autorização de grandes interdições recorrentes.
Salvador precisa de esporte. Mas também precisa de equilíbrio, planejamento urbano, mobilidade e respeito à população.
A orla é pública. O acesso também.
Assine e apoie esta causa.

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O problema
Nós, cidadãos de Salvador, moradores, trabalhadores, esportistas, frequentadores da orla e usuários do espaço público, manifestamos nossa preocupação com o fechamento recorrente da orla marítima para a realização de corridas de rua e eventos esportivos, situação que vem causando impactos significativos na mobilidade urbana, no acesso às praias e no direito de circulação da população.
A orla de Salvador não é utilizada apenas para corridas organizadas. Ela é espaço de trabalho, lazer, esporte, turismo, mobilidade e convivência social.
Todos os domingos — e em alguns eventos por períodos ainda maiores — moradores, trabalhadores, surfistas, pescadores, famílias, idosos, ambulantes, turistas e cidadãos em geral enfrentam:
bloqueios extensos da principal via de acesso ao litoral;
dificuldade de deslocamento;
alterações em linhas de ônibus;
redução de acesso às praias;
congestionamentos;
prejuízos ao comércio e aos trabalhadores da orla;
limitação desproporcional do direito de ir e vir.
Eventos recentes demonstram a dimensão do problema:
interdições entre 03h e 09h30 na Barra e Rio Vermelho para corridas e caminhadas;
bloqueios entre 05h e 11h na Avenida Octávio Mangabeira (toda a orla desde o Jardim de Alah até Itapoã, com alteração de itinerários de ônibus; fechamento prolongado durante as Maratonas Salvador, com interdições iniciadas ainda na madrugada e impactos por vários dias consecutivos.
Reconhecemos a importância do esporte, da corrida de rua e dos eventos esportivos para a cidade.
Este abaixo-assinado NÃO é contra a prática esportiva.
O problema é a concentração excessiva desses eventos sempre na mesma região da cidade, utilizando a principal via de acesso ao litoral e comprometendo o uso coletivo do espaço público por toda a população.
A corrida acontece no asfalto. Mas o impacto acaba atingindo praias, trabalhadores, famílias, lazer, mobilidade e o funcionamento urbano de bairros inteiros.
A situação levanta preocupações relacionadas a princípios constitucionais e legais, entre eles:
Direito de ir e vir (Constituição Federal, art. 5º, XV);
Princípio da razoabilidade e proporcionalidade na administração pública (Constituição Federal, art. 37);
Direito ao uso coletivo dos espaços públicos;
Política Nacional de Mobilidade Urbana (Lei 12.587/2012);
Necessidade de planejamento viário e mitigação de impactos urbanos previstos no Código de Trânsito Brasileiro.
Diante disso, solicitamos à Prefeitura de Salvador, à Transalvador e aos órgãos responsáveis:
1. Revisão dos trajetos das corridas de rua Que sejam avaliadas alternativas de percurso em outras regiões da cidade, reduzindo a concentração de bloqueios na orla marítima.
2. Redução da frequência e extensão dos bloqueios. Que os eventos sejam planejados de forma proporcional, evitando interdições excessivas e recorrentes da principal via de acesso às praias.
3. Garantia de mobilidade urbana adequada. Que sejam oferecidas rotas alternativas eficientes, comunicação antecipada clara e estratégias que minimizem os impactos à população.
4. Preservação do acesso público à orla. A praia, a orla e os espaços públicos pertencem à população. O acesso ao litoral não deve ser comprometido de forma recorrente e desproporcional.
5. Participação popular nas decisões.
Que moradores, trabalhadores, comerciantes e usuários da orla sejam ouvidos antes da autorização de grandes interdições recorrentes.
Salvador precisa de esporte. Mas também precisa de equilíbrio, planejamento urbano, mobilidade e respeito à população.
A orla é pública. O acesso também.
Assine e apoie esta causa.

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Abaixo-assinado criado em 17 de maio de 2026
