Contra a volta as aulas 100% presenciais no estado do PR

O problema

A Secretaria Estadual da Saúde (Sesa) do Paraná publicou, na quinta-feira 23 de setembro, uma resolução que determina o retorno dos alunos da rede estadual de ensino ao ensino presencial e restringe a oferta de aulas remotas a estudantes com comorbidades ou em isolamento por infecção da Covid-19. A publicação dessa resolução retira a opção dos pais ou responsáveis escolherem pelo ensino online. Segundo a Secretaria da Educação, escolas terão uma semana para se adaptar. Sendo assim, o retorno as aulas 100% presenciais se torna OBRIGÁTORIO e não importa mais a segurança dos adolescentes e nem de suas famílias.

A vacinação para as faixas etárias abaixo de 18 anos está lenta, principalmente em Curitiba, que parou a vacinação para nascidos em 2005 e insiste em continuar fazendo repescagens e mais repescagens, além de estar adiantando vacinas  de 2º dose, atrasando ainda mais a data de vacinação das próxima etapas.

No estado do PR, apenas 2 dias após essa resolução, a alta de mortes está 33% mais alta quando comparada a que foi registrada há 14 dias. Os dados de transmissão da COVID-19 estão estáveis no Estado na última semana, mas ainda está mais elevado do que na data de criação dessa petição. Na data o nível de transmissão era de 0,97 e hoje está em 0,99. E esses dados, são divulgados pela mesma Secretaria Estadual de Saúde que emite um resolução obrigando a volta as aulas.

A resolução Nº 860/2021 da SESA, diz que é necessário o distanciamento mínimo de 1m entre os alunos dentro das salas de aula, mas a grande maioria das escolas não comporta o ensino 100% presencial se essa regra for levada a sério, como deveria. O distanciamento de 1m deve ser em todas as direções, em 360º e não apenas em um dos sentidos - muitas escolas estão colocando uma carteira entre um aluno e outro mas esquecem do distanciamento dos corredores.

Sem o distanciamento mínimo, as escolas são obrigadas a manter o ensino na modalidade híbrida.

Não podemos permitir que nossa decisão não seja mais levada em conta em um cenário de elevação de números. Sem contar que faltam apenas 2 meses para o final do ano letivo, não existe necessidade de uma obrigação dessas nessa altura do ano letivo.

Precisamos mostrar nossa indignação contra essa obrigatoriedade arbitrária.

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Talita LimaCriador do abaixo-assinado
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O problema

A Secretaria Estadual da Saúde (Sesa) do Paraná publicou, na quinta-feira 23 de setembro, uma resolução que determina o retorno dos alunos da rede estadual de ensino ao ensino presencial e restringe a oferta de aulas remotas a estudantes com comorbidades ou em isolamento por infecção da Covid-19. A publicação dessa resolução retira a opção dos pais ou responsáveis escolherem pelo ensino online. Segundo a Secretaria da Educação, escolas terão uma semana para se adaptar. Sendo assim, o retorno as aulas 100% presenciais se torna OBRIGÁTORIO e não importa mais a segurança dos adolescentes e nem de suas famílias.

A vacinação para as faixas etárias abaixo de 18 anos está lenta, principalmente em Curitiba, que parou a vacinação para nascidos em 2005 e insiste em continuar fazendo repescagens e mais repescagens, além de estar adiantando vacinas  de 2º dose, atrasando ainda mais a data de vacinação das próxima etapas.

No estado do PR, apenas 2 dias após essa resolução, a alta de mortes está 33% mais alta quando comparada a que foi registrada há 14 dias. Os dados de transmissão da COVID-19 estão estáveis no Estado na última semana, mas ainda está mais elevado do que na data de criação dessa petição. Na data o nível de transmissão era de 0,97 e hoje está em 0,99. E esses dados, são divulgados pela mesma Secretaria Estadual de Saúde que emite um resolução obrigando a volta as aulas.

A resolução Nº 860/2021 da SESA, diz que é necessário o distanciamento mínimo de 1m entre os alunos dentro das salas de aula, mas a grande maioria das escolas não comporta o ensino 100% presencial se essa regra for levada a sério, como deveria. O distanciamento de 1m deve ser em todas as direções, em 360º e não apenas em um dos sentidos - muitas escolas estão colocando uma carteira entre um aluno e outro mas esquecem do distanciamento dos corredores.

Sem o distanciamento mínimo, as escolas são obrigadas a manter o ensino na modalidade híbrida.

Não podemos permitir que nossa decisão não seja mais levada em conta em um cenário de elevação de números. Sem contar que faltam apenas 2 meses para o final do ano letivo, não existe necessidade de uma obrigação dessas nessa altura do ano letivo.

Precisamos mostrar nossa indignação contra essa obrigatoriedade arbitrária.

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Talita LimaCriador do abaixo-assinado

Os tomadores de decisão

tadeuveneri@terra.com.br
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Abaixo-assinado criado em 28 de setembro de 2021