CONTRA A POBREZA MENSTRUAL

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A falta de acesso a protetores menstruais e o desconhecimento sobre o próprio corpo são limitantes na vida de meninas, mulheres, homens trans, pessoas não-binárias e outras pessoas que menstruam no Brasil.

Você sabia que 26% das adolescentes entre 15  e 17 anos não tem acesso a condições mínimas para viver seu período menstrual? Que estudantes podem perder até 5 dias de aulas por mês apenas por estarem menstruadas? Que grande parte das mulheres em presídios usam miolo de pão como absorvente e pessoas em situação de rua não tem acesso algum a absorventes?

Poder menstruar com dignidade não deveria ser um luxo! 

Nós acreditamos que a mudança está na emancipação, ressignificação e educação menstrual. Por isso, exigimos políticas públicas em combate à pobreza menstrual e que tragam autonomia para corpos que menstruam.

Essa petição busca pressionar o poder público para adotar medidas em prol da dignidade menstrual. Tais como:

- Distribuição e acesso a absorventes sustentáveis em postos de saúde, presídios e outros locais públicos.
- Apoio, incentivo e criação de cooperativas de produção de absorventes sustentáveis com mulheres em situação de vulnerabilidade, em situação de rua ou de cárcere.
- Incluir absorventes na cesta básica.
- Garantir o acesso ao saneamento básico.

Que a menstruação não seja um limitante em nossas vidas!


APOIO à Proposta de Lei 1342/2020 do DF

APOIO à Proposta de Lei 158/2020 do RS


Como base e referência na Lei nº 4.892 do RJ que, em julho de 2020, aprovou a primeira proposta de lei para dignidade menstrual no Brasil e que exigimos que seja replicada em outros estados e municípios.

Essa petição faz parte da campanha “Cadê o Absorvente?” (@cadeoabsorvente), idealizado pela Herself (@oiherself) e pela Herself Educacional (@herselfeducacional) com a participação de diversos coletivos e ativistas de diversos estados brasileiros @opontogi, @coletivoeco_nomia, @aquilombar_, @coletivomadas.@coletivoeco_nomia, @naokahlo, @disrupdiva, @coletivomariaaragao, @coletivogeralda e @filhasdefrida