CONTRA A CONSTRUÇÃO DO RESORT EM DEFESA DA PRESERVAÇÃO DA ILHA DO JAPONÊS E ECOSSISTEMA

O problema

QUE A CONSTRUÇÃO DO PARQUE AQUÁTICO, UM PARQUE DE AVENTURAS E UM RESORT NO ENTORNO DA ILHA DO JAPONÊS E PRAIA DAS CONCHAS SEJA IMPEDIDA IMEDIATAMENTE: Além de contrariar a lei orgânica municipal quando o terreno passou a empresa São José Empreendimentos, o local apesar de delimitado ainda é um ambiente de residência animal extenso e gerará prejuízos a ilha do japonês no tangente a qualidade da água e ecossistema local. Ainda que a construção seja feita de acordo com critérios ambientais, respeitando as limitações do Parque Estadual Costa do Sol, a poluição sonora e visual serão inevitáveis, bem como a morte de animais locais e demais impactos ambientais que podem desvalorizar a beleza natural da ilha do Japonês como alteração na qualidade do esgoto, pressão sonora, assoreamento dos campos hídricos e contaminação do lençol freático, riscos esses já baseado em estudos. Este fato pode repelir o turismo local da praia, favorecendo apenas o Resort e acabando com a fonte de renda de pelo menos 500 famílias que se sustentam dos quiosques locais, aluguel de embarcação e venda de comerciantes ambulantes. Além disso, ainda que exista uma comissão de acompanhamento do desenvolvimento da obra por representantes locais, não há garantia de anticorrupção e controle da procedência após a conclusão da obra, submetendo a população a uma situação semelhante à dos estacionamentos do Shopping Parque Lagos. Evidencia-se ainda que a possível geração de empregos por meio desse resort estimasse para uma década, o que não resolve nossas atuais circunstâncias, tendo em vista também que muitos vêm de mão de obra especializada e não local. Vale mencionar em conjuntura que a mesma empresa planeja construir pela primeira vez um empreendimento desse porte (Parque Aquático, de aventuras e resort em uma ária cercada de preservação), o local carrega o risco de acidentes com animais peçonhentos, pesca predatória e até transporte ilegal desconhecido de animais e plantas, além relato de moradores locais de que certas obras para construção da tirolesa já estão em andamento.

DESTACA-SE QUE SEGUNDO A LEI ORGÂNICA MUNICIPAL E A LEI N 13.146 CABE AS AUTORIDADES COMO A PREFEITURA ASSEGURAR O ACESSO E ACESSIBILIDADE DE FORMA SEGURA AOS CIDADÕES E NÃO A EMPRESAS (Como a construtora São José). Como a construtora propõe que seus fiscais de estacionamento monitoram a segurança dos banhistas que vão para praia brava e proverá maior acessibilidade ao mirante, praia fofa e caverna dos escravos a partir da construção do resort, é importante enfatizar que esses direitos devem ser providos de forma independente pelas autoridades. Logo, uma segurança local pode ser implementada pela prefeitura, gerando empregos, além de melhor sinalização e manutenção das trilhas para o acesso destes locais. Isso promoverá maior turismo sustentável e respeitoso.

Por considerações finais, nós, abaixo assinados não acreditamos que os possíveis benefícios propostos pela obra serão compridos ou compensaram os prejuízos, acreditamos que o turismo com a preservação da paisagem atual, menos invasivo e respeitoso é mais vantajoso. Queremos nossa natureza preservada.

 

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Mari CardosoCriador do abaixo-assinado

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O problema

QUE A CONSTRUÇÃO DO PARQUE AQUÁTICO, UM PARQUE DE AVENTURAS E UM RESORT NO ENTORNO DA ILHA DO JAPONÊS E PRAIA DAS CONCHAS SEJA IMPEDIDA IMEDIATAMENTE: Além de contrariar a lei orgânica municipal quando o terreno passou a empresa São José Empreendimentos, o local apesar de delimitado ainda é um ambiente de residência animal extenso e gerará prejuízos a ilha do japonês no tangente a qualidade da água e ecossistema local. Ainda que a construção seja feita de acordo com critérios ambientais, respeitando as limitações do Parque Estadual Costa do Sol, a poluição sonora e visual serão inevitáveis, bem como a morte de animais locais e demais impactos ambientais que podem desvalorizar a beleza natural da ilha do Japonês como alteração na qualidade do esgoto, pressão sonora, assoreamento dos campos hídricos e contaminação do lençol freático, riscos esses já baseado em estudos. Este fato pode repelir o turismo local da praia, favorecendo apenas o Resort e acabando com a fonte de renda de pelo menos 500 famílias que se sustentam dos quiosques locais, aluguel de embarcação e venda de comerciantes ambulantes. Além disso, ainda que exista uma comissão de acompanhamento do desenvolvimento da obra por representantes locais, não há garantia de anticorrupção e controle da procedência após a conclusão da obra, submetendo a população a uma situação semelhante à dos estacionamentos do Shopping Parque Lagos. Evidencia-se ainda que a possível geração de empregos por meio desse resort estimasse para uma década, o que não resolve nossas atuais circunstâncias, tendo em vista também que muitos vêm de mão de obra especializada e não local. Vale mencionar em conjuntura que a mesma empresa planeja construir pela primeira vez um empreendimento desse porte (Parque Aquático, de aventuras e resort em uma ária cercada de preservação), o local carrega o risco de acidentes com animais peçonhentos, pesca predatória e até transporte ilegal desconhecido de animais e plantas, além relato de moradores locais de que certas obras para construção da tirolesa já estão em andamento.

DESTACA-SE QUE SEGUNDO A LEI ORGÂNICA MUNICIPAL E A LEI N 13.146 CABE AS AUTORIDADES COMO A PREFEITURA ASSEGURAR O ACESSO E ACESSIBILIDADE DE FORMA SEGURA AOS CIDADÕES E NÃO A EMPRESAS (Como a construtora São José). Como a construtora propõe que seus fiscais de estacionamento monitoram a segurança dos banhistas que vão para praia brava e proverá maior acessibilidade ao mirante, praia fofa e caverna dos escravos a partir da construção do resort, é importante enfatizar que esses direitos devem ser providos de forma independente pelas autoridades. Logo, uma segurança local pode ser implementada pela prefeitura, gerando empregos, além de melhor sinalização e manutenção das trilhas para o acesso destes locais. Isso promoverá maior turismo sustentável e respeitoso.

Por considerações finais, nós, abaixo assinados não acreditamos que os possíveis benefícios propostos pela obra serão compridos ou compensaram os prejuízos, acreditamos que o turismo com a preservação da paisagem atual, menos invasivo e respeitoso é mais vantajoso. Queremos nossa natureza preservada.

 

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Mari CardosoCriador do abaixo-assinado

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Abaixo-assinado criado em 18 de março de 2023